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2013-10-15

As singelas pinturas de garotas em um Japão onírico de Jun Kumaori

Jun Kumaori é um artista japonês cujas pinturas mostram singelas garotas japonesas, quase sempre colegiais, em situações e ambientes do dia a dia, retratando o cotidiano. Entretanto, elas estão quase sempre sozinhas, como se o mundo existisse apenas para elas, mostrando um Japão silencioso e idílico, como um sonho ou lembrança há muito tempo esquecida, trazendo um sentimento de nostalgia e fantasia.

Vejam as singelas pinturas de garotas em um Japão onírico de Jun Kumaori:

Jun Kumaori pinturas garotas colegiais japão onírico

Jun Kumaori pinturas garotas colegiais japão onírico

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Jun Kumaori pinturas garotas colegiais japão onírico

Jun Kumaori pinturas garotas colegiais japão onírico

Jun Kumaori pinturas garotas colegiais japão onírico

Jun Kumaori pinturas garotas colegiais japão onírico

Imagens via site de Jun Kumaori. Dica via Supersonic Eletronic - Jun Kumaori.

2011-07-12

Vazio, sentimento e nostalgia na fotografia de Nuria Rius - Contigo aprendí

Nuria Rius é uma fotógrafa espanhola que reside atualmente em Londres. Trabalhando como freelancer, ela já publicou em diversas revistas de moda, mas o que realmente impressiona no trabalho dela são os seus projetos pessoais. (Um deles, Beso bandido, postei semana passada.)

O trabalho mais impressionante de Nuria Rius, para mim, foi a série Contigo aprendí. Meu espanhol não é lá essas coisas (ou seja, eu sei um portunhol e olhe lá), então posso ter entendido errado, mas nesta série a artista tirou fotos de uma casa vazia, sem a sua mãe, que falecera. Do depoimento da artista:

O lar é como uma fortaleza para os seres humanos. É o fruto de uma vida que se passou nela. Seus muros são ouvidos. Seus objetos, tesouros. Dez, vinte, trinta, quarenta, 93 anos de história. Agora silêncio.

De qualquer maneira, são fotos que por si só, são bastante impactantes. São imagens de um vazio profundo, cheios de sentimento e saudade. E que admito, me deixaram bastante emocionado, mesmo antes de ter lido o depoimento da artista. Vejam:

nuria rius contigo aprendi fotografia triste vazio saudade

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Imagens via site de Nuria Rius.

2011-05-04

Poemas - Nessa noite

Porque essa noite, voltando pra casa, olhei o céu e estava uma noite belíssima.

a noite estrelada van gogh
Nessa Noite

Ah! Nessa noite de céu tão estrelado,
Lembro-me com saudades da menina do meu lado,
Que mesmo longe, estava tão perto,
E no meio de uma multidão, encontrava-se num deserto.

Ah! Nessa noite que há tanto não lhe ouço a voz,
Pergunto-me como andas, acompanhada ou a sós,
Consigo mesma e suas pequenas loucuras,
Fotografando a lua, os prédios e as ruas.

Ah! Nessa noite cujas estrelam brilham forte,
Será que tu andas perdidas, sem um norte?
Espero que olhe pro céu e veja o mesmo que eu,
Uma noite estrelada a la Van Gogh e não um breu.

Ah! Nessa noite de brisa suave, mas fria,
Espero que mesmo longe, você ainda sorria.
E mesmo que essa noite se estenda pelo resto dos dias,
Saibas que nesta noite, inspirastes uma melodia.

2010-09-21

Não existe emprego perfeito, nem empresas que só tenham defeitos - by Max Gehringer

Transcrição do comentário do Max Gehringer para a rádio CBN, do dia 21/09/2010, sobre a nostalgia na carreira.

Áudio original disponível no site da CBN (link aqui). E se você quiser ler os comentários anteriores do Max Gehringer, publicados aqui, basta clicar neste link.

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Não existe emprego perfeito, nem empresas que só tenham defeitos

nostalgia saudade
A consulta de hoje renderia um tratado de psicologia.

Num período de 12 anos, um ouvinte passou por cinco empresas e atuou em três áreas diferentes. Todas essas mudanças de emprego foram ocasionadas pelo fato de que sempre que entrava numa empresa nova, o nosso ouvinte chegava à conclusão de que a empresa anterior era melhor. Aí, ele mudava outra vez, em busca do ambiente que tinha anteriormente, mas sem encontrá-lo.

Segundo o nosso ouvinte, o melhor emprego que ele teve foi exatamente o primeiro. Porém, por ser o primeiro, ele não tinha referências e imaginava que haveria coisa muito melhor no mercado. Resumindo, o nosso ouvinte vive constantemente buscando o que já tinha e não soube apreciar ou valorizar.

Eu acredito que esteja ocorrendo com nosso ouvinte, no campo profissional, algo que ocorre com a maioria de nós, no campo pessoal. Quando nos recordamos de nossos tempos de criança, tendemos gradativamente a ir isolando apenas a parte boa. Muito tempo depois, estamos falando com nostalgia daqueles bons tempos que não voltam mais, como se eles tivessem sido um encadeamento de momentos felizes, sem preocupações e nem chateações.

Mas, com um pequeno esforço de memória e uma dose de sinceridade, vamos acabar nos lembrando que não era bem assim. Nós achávamos que a escola era um martírio, nossos pais não nos deixavam fazer o que queríamos, tínhamos coleguinhas chatos e irritantes.

Da mesma forma, o nosso ouvinte não vai encontrar o que procura, enquanto estiver procurando algo que não existe mais, e que talvez nem tenha existido na prática.

O primeiro emprego sempre deixa saudade, por ser uma experiência nova. Os primeiros chefes pareciam ter uma dimensão humana e profissional muito maior do que realmente tinham. Aos poucos, na medida em que o tempo passa e a carreira avança, vamos descobrindo que não existe um emprego perfeito, e nem uma empresa perfeita. Mas também aprendemos que não existem empresas que só têm defeitos e que só contratam pessoas ruins.

O que nos faz continuar progredindo é a nossa capacidade de adaptação ao momento em que vivemos, e não a busca pelo momento que imaginamos ter vivido.

Max Gehringer, para CBN.

2010-06-14

Curta-metragem: Leave Me

Olha, me emocionei mesmo com esse curta-metragem, Leave Me. É a história de um homem que acabou de perder a esposa, e por meio de uma câmera de fotografar quebrada (dela), vai lidar com a dor e reencontrar a esperança.

Leave Me from Daros Films

Emocionante.

Via Blog Idéias.

2010-04-09

Pixels - Nostalgia e Homenagem aos Primeiros Videogames

Podendo ser descrito como o ataque dos personagens pixelizados (aqueles todos "quadradinhos") dos velhos videogames, sobretudo da geração Atari, no mundo real, o curta PIXELS tem uma boa dose de animação digital misturada com as imagens do mundo real.

Um verdadeiro exercício de nostalgia de gamers:

PIXELS by Patrick Jean from ONE MORE PRODUCTION on Vimeo.


Muito bom!

Você consegue listar todos os jogos? Eu identifiquei, na ordem: Space Invaders, Pac-man, Tetris, Arkanoid, Donkey Kong e até uma homenagem ao Frogger. Deixei escapar algum?

Via Brainstorm9.

2009-11-25

O monstro do Skifree

SkiFree foi um clássico game da época do Windows 3.1. Um tempo em que a gente instalava o Windows com alguns míseros disquetes. E esse joguinho, que vinha num pacotão de outros jogos, era um dos meus preferidos.

Você controlava um esquiador descendo a montanha, e podia passar por umas rampinhas e fazer manobras, o que valia pontos por estilo. Depois de passar pela linha de chegada e ter seus pontos, você podia continuar esquiando abaixo. Pelo menos até o famigerado monstro chegar, te comer e ficar comemorando que nem um doido.

Ou não...

xkcd comics monstro skifree

Ficou com saudade de jogar o joguinho do esquiador (e especialmente, do monstro)? Neste link tem o jogo pra baixar. Eu já fiz o download e testei o "F". E funciona mesmo!

Tirinha original (em inglês) no XKCD.

2009-09-16

Velhos hábitos morrem com pessoas velhas

Que todos os hábitos de uma pessoa morrem com ela, isso é mais do que óbvio. Mas me refiro a pessoas que continuam vivas, mas que têm certos hábitos que acabam morrendo.

De certo que alguns hábitos já arraigados podem ser mudados, apesar de que o esforço empreendido para tal, costume ser imenso. Mas venho falar de outros velhos hábitos, que parecem existir desde sempre, e que de uma hora para outra, se vão. Assim como as pessoas.

Quando eu estudava em Maringá, morava num pequeno prédio muito bem localizado, de frente pra um supermercado (Condor, que saudades da marmita de lá!) e que tinha na esquina, uma banca de jornal. Essa banca não era grande, mas também não era pequena. Era do tamanho certo para caber nela, tudo o que eu regularmente comprava: aos domingos, às vezes, o jornal da cidade, além de semanalmente ir ver quais revistas (gibis e mangás inclusos), do meu gosto, tinham chegado.

banca de jornal (Imagem meramente ilustrativa)

Eu sempre ia nesta banca. Com o tempo, quase que diariamente eu passava por ela. Tanto pela localização, quanto pelo jornaleiro, um senhor já de idade, cabelos brancos, bem como o bigode crescido e branquinho, muito simpático. Conforme o tempo passou, já sabia de todas as revistas que eu comprava, e sempre que eu passava por lá, me dizia se o exemplar havia chegado ou não.

Era uma banca até bem movimentada. Havia um banco de madeira na frente da banca, e como era embaixo de uma árvore, o clima era sempre muito agradável. Geralmente havia por ali alguns funcionários do supermercado no momento de folga, ou então alguns outros velhinhos, amigos do jornaleiro, batendo um papo. E de vez em quando, quando não havia outras pessoas pela banca, eu também conversava com o senhor jornaleiro. Nada profundo, nada demais, conversinhas corriqueiras, banalidades.

Se tornou um hábito passar pela banca, quase todo dia, já que era praticamente caminho pra chegar em casa.

E um determinado dia, dia de semana, a banca estava fechada. Não dei muita bola, já a havia encontrado fechada antes, devido a uma viagem ou doença do jornaleiro. No dia seguinte, também estava fechada, mas desta vez, havia um papel colado na porta metálica. No papel, apenas a informação que a banca estava fechada por motivo de luto.

Sim, o velho jornaleiro, o senhorzinho simpático e bigodudo havia morrido. Fiquei sabendo disso alguns dias depois, quando a banca reabriu e um jovem, filho ou sobrinho (não lembro bem) do antigo proprietário, estava ali atendendo.

Depois disso, nunca mais frequentei a banca como antes. Sem dúvida passava por lá, mas aquele velho hábito de quase todo dia dar uma olhada nas novidades, se foi. Junto com o velho jornaleiro, cujo nome não lembro (e nem lembro se algum dia eu soube), mas cuja imagem, de vez em quando, me volta como se fosse ontem.

E por que raios eu fui lembrar disso justo hoje? Porque este mês se comemora o dia do jornaleiro (próximo dia 30), e lendo um post sobre isso, me lembrei do velho jornaleiro bigodudo (tenho certas suspeitas de que ele devia ser avô do Mário e do Luigi). =P

2008-05-17

Sessão da Tarde

Para quem foi moleque nos anos 80/começo dos anos 90, a sessão da tarde não foi o marasmo que é hoje em dia.

Claro que tinha muita porcaria, como ainda tem hoje, mas vários clássicos passaram pela sessão da tarde, e passaram muuuitas vezes. Alguns se tornaram clássicos justamente por passarem tantas vezes =P

Hoje em dia, os bons filmes são mais raros (e geralmente têm cenas cortadas, pra "amenizar" ou simplesmente pra caber no horário da Globo), e sobram os filmes de animais falantes e carros desgovernados (imitações baratas de Velocidade Máxima).

Ah, mas houve uma época em que assistíamos a clássicos como Um Tira da Pesada, De Volta para o Futuro, Aventureiros do Bairro Proibido e Curtindo a Vida Adoidado, este último o rei dos clássicos da Sessão da Tarde.

Se quiser rever hoje esses filmes, em DVD, vários deles tiveram as dublagens refeitas, o que tira um pouco do saudosismo que temos por eles.

Bem, eis que um maluco colocou no youtube, alguns desses clássicos, com suas dublagens originais. São os filmes inteiros no youtube! Claro que a qualidade não é lá essas coisas, mas não deixa de ser um barato! Hoje mesmo revi o Curtindo a Vida Adoidado e o Um Tira da Pesada.

O usuário que fez este grande favor a todos os vintões/trintões saudosistas, é o Nestalgia. Visitem a playlist dele, com os filmes clássicos dos anos 80.

Olhem o Curtindo a vida aqui:



Aproveitem pra ver os vídeos enquanto estão disponíveis!

Vou ver se ainda assisto as aventuras do McFly, por isso, sem mais posts por hoje!

2007-11-12

Poemas - Saudade

Saudade

Sinto tanto a sua falta quanto a minha,
Pois não existo sem ter você por perto.
Você é meu amor, meu sonho, minha rainha,
E sem você, meu destino é todo incerto.

Estou com saudade de ver o seu olhar,
Seu sorriso, sua voz macia, de você.
Quero beijá-la, abraçá-la, enfim, amar,
Você, que tanto tempo também não me vê.

E quando nos vermos, o sol brilhará,
Não importando nuvens ou tempestades,
Pois o seu brilho certamente triunfará.

E então feliz, correrei pela cidade,
E quem me ver, espantado se perguntará
O motivo que é você, de tanta felicidade.

Poemas - Saudade 2

Saudade

É estranho como tenho essa necessidade,
De dizer que te amo, mesmo sem te ouvir.
A qualquer hora, esta é a verdade,
Tudo o que quero é o teu amor sentir.

Estou com saudade, esta palavra singular,
Que existe em nossa língua e coração.
Faz tempo que não vejo o teu olhar,
Faz tempo que só enxergo escuridão.

O silêncio surdo me envolve,
Mas a tua lembrança me devolve
Um traço de alegria, de um sorriso.

A saudade não se espanta,
Mas a minha alma se levanta
Com a lembrança do som do teu riso.

2007-07-26

Greatest Hits

Tb sou fã de Lost, e lendo este post do Guravehaato, resolvi tb fazer minha lista (clique ai pra saber do que se trata). Só tô publicando aqui pq sei que ninguém lê isso aqui mesmo, huhuuh.

O dia que levei uma bronca da minha mãe, e depois ela esqueceu

Eu era bem pequeno, e nem me lembro direito do que aconteceu. Mas lembro que recebi uma bronca, não sei porque. Fui para o quarto. Depois a minha mãe estava com visita, eu fui literalmente rastejando do quarto pra sala, onde ela estava. Ela me viu, e nem lembro o que falou, mas acho que nem lembrava da bronca. Essa é uma das minhas lembranças mais antigas, o primeiro momento de que eu me lembro, de que tive certeza de que não importava o que fosse, a minha mãe estaria ali por mim.

Meu primeiro salário

No meu primeiro emprego, ainda office-boy, o meu primeiro salário nem foi um salário inteiro, foi na verdade referente a uma semana de serviço. Ainda lembro que acabei gastando o salário inteiro num controle pro meu velho megadrive, e nem era um controle bom, que acabei devolvendo, pois achava que era um controle com seis botões, mas era um de apenas três, com mais três de turbo. Depois disso, antes de comprar algo por impulso, eu penso um pouco mais XD.

O dia em que 'ela' sentou ao meu lado no cursinho

Foi em 98, quando eu fazia cursinho. Era um dia meio frio, todos parecendo cebolas, cheios de camadas e mais camadas de roupas. A sala em que era dado o cursinho era mais como um auditório, e as cadeiras eram coladas umas nas outras, sendo que não havia lugares fixos. Mal dava pra abrir os braços, a gente tinha que escrever nas apostilas com os braços colados no corpo.

Eu já vinha reparando nela há algum tempo, mas nunca tinha sequer falado com ela. Mas neste dia ela se sentou ao meu lado. Eu, tímido como um burro velho, nem falei nada. No meio de uma aula de matemática, ao estarmos fazendo exercícios, eu já havia terminado (sempre fui rápido em matemática do 2o grau), e ela com dificuldades, 'espichou' o olho pra minha apostila. Percebendo isso, posicionei a apostila pra ela ver melhor, ela me perguntou algo, e eu alegremente respondi.

No intervalo, conversamos um pouco. Nessa época eu ainda escrevia poemas, ela leu alguns.

Não sei se eu apenas imaginei o seguinte, mas eu acho que ela comentou com uma amiga sobre os meus textos, e se lamentou por um deles não ser sobre ela (esse poema mencionava cabelos, e a descrição era diferente do dela)... Uma pena, pois o texto não era sobre ninguém em particular, e mal sabe ela que escrevi muitos outros textos pensando nela.

Apesar de tudo, foi um dos meus 'greatest hits' (você deve estar pensando, com certeza, como a minha vida sucks...)

Minha viagem a Paranavaí

Ainda relativo a 'ela'. O vestibular havia passado, e eu, maluco, peguei um ônibus e fui pra cidade dela, sem nem saber nada (conversei um pouco com ela, mas estava muuuuito longe de ser íntimo). Sorte que ela não tinha um sobrenome tão comum, então achei-a pela lista telefônica. Mandei um arranjo de flores para ela. Essa foi a primeira e única vez que mandei flores pra alguém. Depois telefonei para ela, já que no cartão não escrevi quem era. Pela reação ao telefone, achei que não foi uma boa surpresa, mas também nunca cheguei a perguntar diretamente se ela havia gostado ou não.

Não é bem um grande momento, mas foi um momento que definiu meu caminho na vida. O momento em que escolhi a covardia de não saber.

My last greatest hit

Fiquei pensando e pensando, e não achei nenhum outro greatest hit na minha vida. Talvez meu último greatest hit possa ser a primeira vez que vi 'ela2'. Assim como com 'ela', a primeira vez que vi 'ela2' a achei linda, e com uma forte impressão de 'deja vu'. Infelizmente, 'ela2' é casada, e não creio que se interessaria por este insignificante ser que vos fala.

Pensando bem, acho que não tive tantos greatest hits assim na minha vida, pra encher uma lista pequena.

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O Charlie até que teve uns bons momentos...
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