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2017-05-16

'Novo mecanismo da minha empresa atrapalha meu trabalho' - by Max Gehringer

Transcrição do comentário do Max Gehringer para a rádio CBN, do dia 15/05/2017, com um ouvinte vendedor que tem o seu trabalho atrapalhado por causa de um sistema novo que a empresa implantou.

Áudio original disponível no site da CBN. E se você quiser ler os comentários anteriores do Max Gehringer, publicados aqui, basta clicar neste link.

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'Novo mecanismo da minha empresa atrapalha meu trabalho'

usuário computador irritado

Escreve um ouvinte: "Sou vendedor de varejo e visito cerca de cinquenta clientes por dia. Em alguns eu vendo, em outros não. No mês passado, a empresa deu a cada vendedor um computador de mão e passamos a ter que registrar os horários de chegada e saída em cada cliente. E no caso de não haver venda, digitar uma explicação.

Com isso, minha média de visitas caiu quase 20% e minhas comissões também. A empresa alega que agora pode saber os motivos de cada visita sem venda e estudar maneiras de resolvê-las. Eu concordo, mas o nosso chefe exige que o número de clientes visitados continue a ser o mesmo que era. O que podemos fazer?"


Vamos lá. O que sua empresa fez foi correto. O que está errado é o programa que foi instalado em seu computador de mão. Ele poderia ter duas bolinhas para você clicar e o próprio aparelho registraria os horários de chegada e de saída.

Numa segunda tela, você teria uma lista dos dez principais motivos para não ter havido venda e clicaria num deles. Por exemplo, "o estabelecimento estava fechado" ou "o proprietário não estava e só ele pode comprar", ou "havia estoque suficiente de mercadorias". Aí, você só teria que digitar os motivos que fogem a normalidade e que são um ou dois por semana.

Muitas empresas cometem esse tipo de engano, não só em vendas, como também em outras áreas. A intenção sempre é boa, a de deixar tudo registrado e disponível para análise, mas se o programa não for amigo do usuário, e o de vocês não é, a empresa mais perde do que ganha com a implantação.

A sua empresa irá descobrir isso rapidinho e encomendará um programa mais amigável.

Max Gehringer, para CBN.

2016-06-14

As esculturas de insetos feitos de peças de computador recicladas de Julie Alice Chappell

Julie Alice Chappell é uma artista inglesa com múltiplos talentos, enveredando-se pelos campos da pintura, fotografia e escultura. E são seus trabalhos neste último campo, a escultura, que mais se destacam em seu portfólio. Usando peças de velhos computadores e videogames, Julie Alice Chappell cria pequenas e adoráveis esculturas de insetos.

Criando borboletas, moscas, mosquitos, mariposas, libélulas e até baratas e besouros metalizados, a partir de circuitos impressos, resistores, capacitores e outras peças de antigos computadores, Julie Alice Chappell explora pequenos mundos onde a natureza dos animais se mescla aos resíduos digitais da modernidade. O resultado são lindas peças de insetos de metal, quase uma vida cibernética moldada a partir do lixo contemporâneo.

Vejam as esculturas de insetos feitos de peças de computador recicladas de Julie Alice Chappell:

Julie Alice Chappell esculturas insetos mecânicos circuitos computador lixo reciclado metal videogame cores asas borboletas mosquitos

Julie Alice Chappell esculturas insetos mecânicos circuitos computador lixo reciclado metal videogame cores asas borboletas mosquitos

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Julie Alice Chappell esculturas insetos mecânicos circuitos computador lixo reciclado metal videogame cores asas borboletas mosquitos

Julie Alice Chappell esculturas insetos mecânicos circuitos computador lixo reciclado metal videogame cores asas borboletas mosquitos

Julie Alice Chappell esculturas insetos mecânicos circuitos computador lixo reciclado metal videogame cores asas borboletas mosquitos

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Julie Alice Chappell esculturas insetos mecânicos circuitos computador lixo reciclado metal videogame cores asas borboletas mosquitos

Julie Alice Chappell esculturas insetos mecânicos circuitos computador lixo reciclado metal videogame cores asas borboletas mosquitos

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Julie Alice Chappell esculturas insetos mecânicos circuitos computador lixo reciclado metal videogame cores asas borboletas mosquitos

Julie Alice Chappell esculturas insetos mecânicos circuitos computador lixo reciclado metal videogame cores asas borboletas mosquitos

Julie Alice Chappell esculturas insetos mecânicos circuitos computador lixo reciclado metal videogame cores asas borboletas mosquitos

Imagens via Facebook de Julie Alice Chappell. Dica via Colossal - New Winged Insects Constructed from Video Game and Computer Components.

2015-10-22

'Trabalho em uma empresa que usa softwares piratas' - by Max Gehringer

Transcrição do comentário do Max Gehringer para a rádio CBN, do dia 22/10/2015, com uma ouvinte que trabalha em uma empresa que usa softwares piratas.

Áudio original disponível no site da CBN. E se você quiser ler os comentários anteriores do Max Gehringer, publicados aqui, basta clicar neste link.

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'Trabalho em uma empresa que usa softwares piratas'

software pirata

Uma ouvinte escreve: "Entrei em uma empresa de porte médio e senti um certo desconforto ao descobrir que os programas de computador que ela utiliza são todos pirateados. Como este é o meu primeiro emprego, não sei se isso diz algo sobre a idoneidade da empresa ou se isso é comum no mercado. O que você poderia me dizer?"

Posso lhe dizer que pirataria é crime. Uma empresa pode alegar que usa programas pirateados porque os originais são muito caros. Por extensão, uma empresa assim também poderia passar a sonegar impostos, por exemplo, porque o dinheiro que ela recolhe não está sendo bem utilizado pelo poder público.

Ou seja, quem quiser justificar o descumprimento de uma lei, sempre encontrará desculpas que satisfaçam a quem tomou a decisão, mas nem por isso deixam de ser atitudes passíveis de punição.

Portanto, a sua percepção é correta. A empresa em que você está não é idônea. Não sendo idônea, não se pode esperar que ela seja ética nos negócios. O risco de ficar aí é o de você começar a acreditar que é assim mesmo que o mundo funciona, que os mais espertos saem ganhando, que descumprir a legislação é um esporte coletivo e que é possível continuar sendo honesto simplesmente fazendo o certo e ignorando o que a empresa faz de errado.

Atualmente há tantas falcatruas no noticiário, que muita gente está começando a acreditar que essa é a regra dos negócios, e não a exceção. Eu lhe sugiro procurar outro emprego, no qual você possa ver bons exemplos, e não espertezas.

Max Gehringer, para CBN.

2014-06-06

'Estou com dificuldades em encontrar um vaga em sistemas de informação' - by Max Gehringer

Transcrição do comentário do Max Gehringer para a rádio CBN, do dia 06/06/2014, com um ouvinte que ainda está estudando e tem dificuldades de encontrar uma vaga de emprego em sistemas de informação.

Áudio original disponível no site da CBN. E se você quiser ler os comentários anteriores do Max Gehringer, publicados aqui, basta clicar neste link.

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'Estou com dificuldades em encontrar um vaga em sistemas de informação'

sistemas de informação

Um ouvinte escreve: "Sou estudante de Sistemas de Informação, mas não possuo nenhuma experiência nessa área. Trabalhei durante seis anos no setor de call center e estou tendo dificuldades para conseguir uma vaga na área em que vou me formar. O que estaria me prejudicando mais? O longo tempo que eu passei em call center ou a falta de experiência em sistemas?"

Bom, não é o call center, fique tranquilo. A quantidade de jovens que atua ou já atuou nessa área é enorme. Se as empresas em geral decidissem rejeitar candidatos só por esse motivo, o mercado de trabalho brasileiro entraria em parafuso. Até pelo contrário, o call center conta como uma boa experiência no currículo de quem inicia a vida profissional, porque exige muito do funcionário e não oferece salários atraentes. Não por acaso, a rotatividade desse setor é a mais alta do mercado.

Mas pode ser que o seu problema também não seja a falta de experiência em sistemas, já que você ainda não concluiu o curso.

O que posso lhe sugerir é buscar uma vaga no setor de sistemas de informação em uma agência de serviços temporários ou terceirizados, porque as empresas vêm dando preferência a essas duas modalidades em vez de contratar funcionários efetivos.

O mais importante é que você não veja obstáculos onde eles não existem. O setor de sistemas de informação é um dos poucos que, através dos anos, vem consistentemente gerando novas vagas. E uma delas será sua.

Max Gehringer, para CBN.

2013-09-12

Filme: Jobs

Muitos diriam que se fossem descrever Steve Jobs em uma palavra, usariam "gênio". Tendo lido a sua biografia escrita por Walter Isaacson (um calhamaço de mais de 600 página que vale cada linha), a palavra que me vem à mente quando ouço o nome Steve Jobs é "cretino". De fato, estou até sendo benevolente, pois apesar de sua inegável genialidade comercial, pessoalmente, frequentemente ele foi um canalha. Mas também foi admirável. Se isso soa paradoxal, acostume-se: Jobs era assim mesmo. Um personagem fascinante, cuja história pessoal é inseparável da empresa que criou, a Apple, e cuja cinebiografia Jobs infelizmente falha em retratar.

filme Jobs cartaz poster

Dirigido pelo relativamente desconhecido Joshua Michael Stern, o filme Jobs não é um filme ruim, mas se mostra bastante fraco, especialmente por causa de seu roteiro, assinado pelo estreante Matt Whiteley. Englobando um longo período de tempo, desde a década de 70 (com a faculdade e o surgimento da Apple) até o começo dos anos 2000 (terminando com o lançamento do primeiro iPod), o filme peca em mostrar de relance ou apenas mencionar vários episódios importantes da vida de Jobs, como a sua viagem à Índia (mostrada de relance), seu conflito interno por ser adotado (apenas mencionado durante uma "viagem") e especialmente, o relacionamento com sua primeira filha, Lisa, que depois de ser abandonada e relegada por Jobs durante boa parte de sua juventude, aparece magicamente convivendo com ele, depois de um salto temporal no filme. São várias coisas que o filme cita ou mostra rapidamente (como a mulher de Jobs), mas não se aprofunda. A impressão para quem não conhece a história real é uma sensação de incompletude, mostrando acontecimentos que nunca mais serão citados nem concluídos.

filme Jobs Steve Woz

Jobs, o filme, reúne um grande conjunto de bons atores coadjuvantes, com destaque para Dermot Mulroney como Mike Markkula (o primeiro investidor da Apple) e Josh Gad como Steve Wozniak (o gênio da engenharia por trás do talento comercial de Jobs). E apesar da boa caracterização de Ashton Kutcher como Steve Jobs, com o visual e imitação de trejeitos merecendo aplausos, a atuação do protagonista deixa um pouco a desejar, se revelando inconstante ao longo da projeção: ora sendo caricato demais (andando como Jobs mais velho), ora faltando expressão (nos momentos mais dramáticos, em que a sua expressão facial falha em mostrar um sentimento).

filme Jobs equipe reunida Apple original

Steve Jobs era uma pessoa de extremos. Realizou grandes feitos, mas também fez muita merd@ na vida. Com seus paradoxos e idiossincrasias, era também extremamente humano. E tudo isso o filme falha em ser: não se enquadra em nenhum extremo (não é tão bom assim, mas também não é tão ruim assim, ficando naquela área da mediocridade) e também falha em ser humano (Jobs ora é retratado com reverência reservada a um deus, ora se mostra um vilão cartunesco). Se fosse vivo e assistisse este filme, provavelmente teria um de seus famosos ataques de temperamento. Sem deixar de ter uma boa razão.

Trailer:



Para saber mais: crítica no Cinema em Cena e no Omelete.

2013-06-12

'Devemos apagar todos os dados antes de deixar a empresa?' - by Max Gehringer

Transcrição do comentário do Max Gehringer para a rádio CBN, do dia 12/06/2013, sobre os dados e arquivos de computador criados pelos funcionários e a sua propriedade.

Áudio original disponível no site da CBN. E se você quiser ler os comentários anteriores do Max Gehringer, publicados aqui, basta clicar neste link.

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'Devemos apagar todos os dados antes de deixar a empresa?'

arquivo computador

Dois ouvintes escrevem e suas dúvidas são semelhantes, mas as suas atitudes foram diferentes. O primeiro diz: "Ao sair de uma empresa, devemos apagar tudo o que está na memória do computador que usamos? Eu criei uma série de planilhas e de outros documentos que o meu eventual substituto levaria horas para recriar. Quando pedi a conta, eu pensei: vou apagar. Depois pensei melhor e deixei tudo lá. Fiz certo?"

E o segundo ouvinte escreve: "Quando deixei a minha empresa anterior, salvei em um pendrive tudo o que estava na memória do computador, fruto de três anos do meu trabalho. Tenho esse pendrive até hoje e nunca o usei para nada. Mas comentei o fato com um amigo e ele me disse que posso ser processado se a empresa descobrir o que fiz. É verdade?"

Vamos lá. Dados, formulários, planilhas pertencem legalmente à empresa. O caso do ouvinte do pendrive é mais crítico, mas só haverá algum risco de processo se os dados forem utilizados de maneira a prejudicar a empresa. Por exemplo, a venda ou a cessão das informações a um concorrente.

Por princípio, um funcionário recebe um salário para executar o seu trabalho. Tudo o que ele desenvolve no desempenho da função, mesmo que a ideia tenha sido dele, passa a ser de propriedade da empresa. Já houve casos de cientistas que desenvolveram fórmulas complicadíssimas e requereram posteriormente uma participação nos resultados, a título de propriedade intelectual. Mas como norma, a Justiça sempre decidiu a favor das empresas.

Só que esse não é o caso dos nossos dois ouvintes. O primeiro agiu corretamente ao não apagar nada. E o segundo não deveria ter levado os dados que levou, mesmo que não tenha tido má-fé e mesmo que os dados não fossem confidenciais.

Max Gehringer, para CBN.

2011-08-25

Laptop it's a trap - a armadilha

Olhem que interessante escultura do artista Mark Starling:

mark starling trap armadilha laptop notebook caixão nerd

Sim, é uma armadilha montada tendo como isca, um laptop/notebook. Que segundo o artista, fica continuamente mostrando um feed vindo do facebook. Além disso, a escultura usa um caixão aberto para prender o incauto, e um graveto enrolado em cabo de rede de computador para armar a armadilha.

It's a trap!

Imagem via site de Mark Starling. Dica via Beautiful/Decay.

2010-08-18

Capacho nerd - não há lugar como o lar

Muito nerd esse capacho:

capacho localhost
"Não há lugar como 127.0.0.1."

* Pessoinha normal, 127.0.0.1 é o endereço IP (ou seja, o endereço de uma máquina na Internet) que significa sua própria máquina (também conhecido como "localhost"). Ou seja, o seu lar virtual. ;)

2010-04-04

O eterno ciclo de atualizações

Isso pode ser uma chateação ou uma bela desculpa, segundo Wally, o colega muito trabalhador do Dilbert:

Dilbert update

- Toda vez que atualizo meu software, eu tenho que dar reboot* no computador.
E toda vez que dou reboot, recebo outra mensagem pra atualizar outra coisa. É tudo o que tenho feito desde outubro.

- Mas você trabalhou em setembro, certo?

- Eu admiro o seu otimismo em relação ao passado.

* reiniciar o computador.

Tira original do Dilbert de 29/03/2010 em inglês.

2010-03-17

Dilbert e o CMMI

Levante a mão quem já se perdeu naquela sopa de letrinhas e confusão de conceitos que algumas pessoas (geralmente consultores) vomitam em conversas: \o_

E pior de tudo, muitas vezes, nem mesmo eles sabem direito o que estão falando.

dilbert e o cmmi

- Vamos usar CMMI. É um modelo pra desenvolver um processo pra criar um framework.

- Ou pode ser um processo pra criar um framework pra fazer um modelo.

- Não existe orçamento pra treinamento, por isso vamos depender de adivinhação mais do que o normal.

Até hoje, se alguém me pedir pra explicar o que é CMMI, eu não sei como... Engenharia de Software sempre foi uma matéria muito chata!

Tirinha do Dilbert de 13/03/2010, original em inglês.

2009-11-29

Tirinha: Academia Vs. Empresa

Quando eu digo academia, não é onde você vai malhar pra ficar saradão, mas sim o mundo acadêmico, ou seja, faculdades e universidades.

E você quer saber as diferenças entre o mundo acadêmico e o mundo dos negócios?

comics,xkcd,academia,empresas

Assino embaixo! É assim mesmo.

Tirinha original (em inglês) do XKCD.

2009-09-02

Diagrama de como resolver seus problemas no computador (pelo menos grande parte deles)

Caro leitor(a), você aí, que está longe de ser um(a) geek, que mal sabe a diferença entre bit e byte, que quando vê um fluxograma para consertar o seu computador, como este, acha que é mais complicado do que construir um foguete da NASA, sim, você!

Você que tem algum conhecido que "mexe com computador", e que faz pra ele, todas as perguntas possíveis e imagináveis sobre todo e qualquer programa. Você, que suporta o mal humor do cara do computador quando pergunta alguma coisinha simples no programa XYZ Advanced Plus Tabajara. Seus problemas acabaram!

Os mistérios da grande sabedoria dos carinhas da informática serão revelados a você neste momento! Pois saibam que nós, povo da computação, não temos poderes mágicos que nos fazem entender profundamente de todos os programas de computador. A maioria das vezes, estamos seguindo um esquema simples, que agora, você também poderá utilizar.

fluxograma de como resolver seus problemas de informática (Clique para ver em tamanho maior.)

Basta seguir este pequeno fluxograma! Imprima este diagrama e deixe sempre perto do seu computador. Pronto! Parabéns! Agora você é o especialista local em computadores.

Gráfico original em inglês no sempre genial XKCD.

2009-07-30

As perversas leis do mundo corporativo - by Max Gehringer

Transcrição do comentário do Max Gehringer para a rádio CBN, do dia 30/07/2009, com um apanhado de leis do mundo corporativo. E em seguida, algumas outras leis, também do Max, que constam no seu livro "Não Aborde seu Chefe no Banheiro".

Áudio original disponível no site da CBN (link aqui). E se você quiser ler os comentários anteriores do Max Gehringer, publicados aqui, basta clicar neste link.

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As perversas leis do mundo corporativo

lei de murphy
De todas as coisas que a gente aprende quando trabalha, a mais importante talvez seja a Lei de Murphy: se alguma coisa puder dar errado, vai dar. Porque ela explica a empresa e a carreira da mesma maneira que Einstein explicou que E=mc2. Com a vantagem de que qualquer um entende o que Murphy estava querendo dizer.

Eu fiz um pequeno apanhado dessas leis perversas, e certamente uma delas irá explicar alguma dúvida ou algum problema que nossos ouvintes estejam enfrentando. Vamos lá:

Lei de Zimmerman: se você está fazendo tudo direitinho, ninguém vai perceber que você existe.

Lei de Bok: o conhecimento custa caro, mas a ignorância custa muito mais.

Racional de Uhlmann: se um fato puder ser explicado apenas pela burrice humana, procurar qualquer outra explicação será perda de tempo.

Lei do Profeta: não importa o que aconteça, alguém vai dizer que já esperava que aquilo acontecesse.

Lei de McKenna: as explicações provam que os erros sempre têm mais lógica do que os acertos.

Lei da Criatividade Cruel: quando uma solução perfeita é encontrada, ela não se encaixa no problema que estamos enfrentando.

Princípio de Gall: qualquer decisão que resolva um velho problema, vai criar dois problemas novos.

Lei de Dean: na vida profissional, tudo é mais fácil para quem só pergunta, em vez de responder.

Lei da Reunião: a quantidade de opiniões emitidas é inversamente proporcional à importância da decisão a ser tomada.

Teorema de Bowie: se tudo parece estar funcionando perfeitamente bem, alguma coisa está errada.

Máxima da Gestão por Competência: quando ninguém assume a responsabilidade por um erro, a culpa irá sempre recair sobre o funcionário de menor grau hierárquico.

Caso algum ouvinte pondere que essas leis realmente conseguem explicar todas as situações do mundo corporativo, exceto a situação que ele próprio está enfrentando neste momento, isso só viria a provar que Murphy estava certo.

Max Gehringer, para CBN.

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não aborde seu chefe no banheiro
As do livro:

Axioma de Allen: se todas as outras tentativas falharam, é hora de tentar o manual de instruções.

Regra de Acheson: manuais não são escritos para informar o usuário, mas para proteger o fabricante.

Máxima da Computação: errar é humano, mas erros monumentais requerem um computador.

Lei de Corcoran: tudo o que está salvo na memória é inútil, até o momento em que é deletado.

Lei da Credibilidade Espontânea: qualquer pessoa sempre acredita em algo que seja (a) cochichado em seu ouvido ou (b) impresso em formulário de computador.

Lei de Dobbins: se a teoria não está funcionando, use um martelo.

Lei de Donahue: qualquer coisa que valha a pena custa caro.

Lei de Gold: desculpas não garantem nada, porque erratas também contêm erros.

Lei de Graditor: tudo o que pode dar defeito vai dar, mas só depois que acabar a garantia.

Corolário de Johnn: todo sistema funciona bem, desde que a gente não precise dele.

Lei de Maier: quando os fatos estão em desacordo com a teoria, livre-se dos fatos.

Lei de Marek: nenhuma idéia é tão simples que não possa ser complicada.

Lei de Meditz: quando alguém encontra alguma coisa que vinha procurando há muito tempo, descobre que não era bem aquilo que estava procurando.

Corolário de Merrill: no longo prazo das corporações, não haverá vencedores, apenas sobreviventes.

Lei de Nest: qualquer sistema posto em prática com 99% de possibilidade de funcionar bem, tem 99% de possibilidade de funcionar mal.

Observação de Orben: a caixa onde vem acondicionado um micro novo produz duas caixas de lixo.

Regra de Rosenbaum: para achar alguma coisa que foi perdida, basta comprar outra igual.

Princípio de Shaw: qualquer sistema que seja desenvolvido para ser tão simples que até um idiota pode usar, nenhum idiota vai querer usar.

2008-11-15

Os dissabores da informática falada - by Max Gehringer

Transcrição do comentário do Max Gehringer para a rádio CBN, do dia 14/11/2008, sobre como fazer com que um chefe, que não entende nada de informática, compreenda quem já cresceu no mundo cibernético.

Áudio original disponível no site da CBN (link aqui).

Os dissabores da informática falada

ataque computador
Uma consulta sobre os dissabores da informática falada. "Tenho 28 anos", diz um ouvinte, "e sou responsável pela área de sistemas de uma empresa de médio porte. Tudo bem, a não ser por um detalhe: sou subordinado ao diretor administrativo-financeiro, que tem 57 anos de idade e 32 de empresa. O problema é que meu diretor não entende nada de sistemas, e não demonstra interesse em aprender.

Quando ele é cobrado por outras áreas, meu diretor simplesmente não sabe o que responder. Mas diz que vai resolver. E a maneira dele tentar resolver é me dar broncas e reclamar que a área de sistemas não funciona, sem nem ouvir as minhas explicações. Há solução para um caso desses?"


Certamente. Não apenas há solução, como há 3 soluções.

A primeira é a solução de longo prazo: um dia, seu diretor irá se aposentar. A segunda é a solução de médio prazo: você pode mudar de empresa. E a terceira é a solução de curto prazo: você pode aprender a falar a língua de seu diretor, ao invés de esperar que ele aprenda a falar a sua.

Seu diretor certamente não deve ser uma nulidade intelectual. Caso contrário, ele não teria chegado a diretor. Logo, a questão não é de inteligência, é de comunicação.

A área de sistemas tem uma linguagem própria. Jovens profissionais, como é o seu caso, via de regra, utilizam termos e expressões que são arroz com feijão, para quem está respirando software e hardware desde a adolescência. Porém, para alguns gestores veteranos, o idioma cibernético tende a apresentar o mesmo grau de dificuldade de uma conversa em esloveno.

Você deve sentir isso, por exemplo, quando seu diretor lhe pede para enviar um documento via fax, e você pergunta se pode ser digitalizado. Ao invés de confessar que ele não tem idéia do que você está falando, seu diretor provavelmente lhe diz que você está querendo complicar coisas simples, que sempre funcionaram bem.

Portanto, seu desafio é apenas o de traduzir, no princípio com calma, compreensão e paciência, a linguagem daquilo que você faz, para a linguagem que seu diretor entende. Ou então optar por uma das outras duas soluções.

Max Gehringer, para CBN.

2008-09-19

Quer saber? Eu sou um PC

Olha, eu até gosto de fuçar alguma coisa no Linux, mas enquanto coisas como Diablo 3 sairem primeiramente pro Windows (nem me venha com papo de Wine), oh dane-se o resto, eu sou um PC! Com Windows XP!



E eu não uso terno!

Um dos vídeos da campanha publicitária da Microsoft para o Windows, uma resposta às propagandas da Apple e seus Macs (e seus iTrecos, de brinde).

Os outros vídeos da campanha no Brainstorm#9.

2008-09-01

Arte em teclado

Tem artista pra tudo. Até pra fazer arte no teclado.

Apesar de não dizer a origem, creio que esses teclados sejam japoneses. Tanto pelos padrões de alguns desenhos/pinturas, quanto pelo último teclado, em que dá pra ver também caracteres japoneses.


(Esse teclado não é pra quem ainda não decorou a posição das teclas.)


(Um teclado mais colorido - pelo menos esse dá ler as teclas!)


(Repare bem e veja os coelhinhos no campo florido do seu teclado.)


(Teclado com tema floral bem delicado. =P Bom pra meninas!)


(Esse teclado dourado também não foi feito pra quem não decorou as teclas e não enxerga bem, hehehe.)

Via Damn Cool Pics.
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