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2010-10-10

Pôsteres inspirados no Dexter de Ty Mattson

O designer Ty Mattson, inspirado na série do assassino serial mais amado de todos os tempos, Dexter, criou alguns pôsteres para cada temporada da série. O resultado ficou ótimo, tanto que o próprio site oficial do Showtime (canal onde Dexter passa nos EUA), vai comercializar cartazes com a arte de Ty.

Claro, pra quem não assistiu ainda, pode conter spoilers.

Confira abaixo:

dexter poster
Ice Truck Killer, um clássico.

dexter poster
Segunda temporada, a melhor, na minha opinião. E a mais quente também, com a Lila...

dexter poster
A terceira temporada fecha com o casamento, mas apesar disso, a história de Dexter com um amiguinho rendeu a mais fraca das temporadas.

dexter poster
Achei a quarta temporada mais ou menos, até o último episódio, quando a minha cabeça explodiu! Uau! Um dos melhores season finale ever!

Imagens originais do blog de Mattson, no Mattson Creative.

2010-09-05

O livro das tendências homicidas - fotografia de Ayasha Bano

Aysha Banos é uma fotógrafa/artista atualmente residindo em Nova York. Uma de suas primeiras coleções de fotos deste ano foi "Homicide" (Homicídio).

Nas palavras da artista: "Eu não tinha pensado em nenhuma ideia para as fotos, eu só queria que fosse uma sessão de fotos estilo fashion/moda. Enquanto a modelo (Jessica Spotts ) estava se trocando, eu encontrei um pacote que havia sido entregue pra mim da Amazon.com, aonde eu descobri um livro que tinha pedido sobre a psicologia do homicídio. Esse livro acabou se tornando o tema da sessão de fotos, eu queria mostrar que qualquer um, seja quem ele seja, tem uma mentalidade assassina."

ayasha bano fotografia homicídio tendências perigosas
ayasha bano fotografia homicídio tendências perigosas
ayasha bano fotografia homicídio tendências perigosas
ayasha bano fotografia homicídio tendências perigosas
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Adoro as luzes dessas fotos. Vejam como a fonte de luz é posicionada. Em algumas fotos, a fonte parece vir do próprio livro, simbolizando uma ideia ali contida. Em outras, a luz parece emanar da própria modelo, o que nos faz pensar que a ideia foi assimilada por ela, ou então ela anda tendo suas próprias ideias.

ayasha bano fotografia homicídio tendências perigosas
ayasha bano fotografia homicídio tendências perigosas
ayasha bano fotografia homicídio tendências perigosas
ayasha bano fotografia homicídio tendências perigosas
Será que não molhou o livro? =P Nessa foto em que ela está de óculos com o livro acima da cabeça, esse olhar me lembrou muito o Dexter. Não pelos olhos em si, mas pelo ar de assassino. ;)

ayasha bano fotografia homicídio tendências perigosas
ayasha bano fotografia homicídio tendências perigosas
Fonte das imagens, bem como fotos em alta resolução, no FlickR de Aysha Banos.

2010-08-15

Livro: Dexter - A Mão Esquerda de Deus

Finalmente, depois de três livros lançados, resolvi comprar e ler o livro no qual uma das minhas séries prediletas se baseou: Dexter. O livro, o primeiro de três já lançados por aqui no Brasil (de um total de 5, por enquanto), foi nomeado como Dexter - A Mão Esquerda de Deus (apesar de eu preferir o título original, Darkly Dreaming Dexter).

livro dexter
Se você ainda não conhece a história, Dexter Morgan é um psicopata e assassino em série. Como a maioria dos serial killers, Dexter também tem um tipo de perfil de vítima. Entretanto, o perfil que ele aborda é bem inusitado: outros serial killers. Pois é, Dexter segue um código de conduta bem rígido, que faz com que mate apenas aqueles que mereçam (segundo seu código), apenas outros "monstros".

Evidentemente a série não é apenas isso, temos um excelente desenvolvimento do personagem ao longo das (atuais) quatro temporadas, bem como grandes personagens coadjuvantes, que acabam tendo vários arcos interessantes.

Bem, como eu primeiro vi a série, é impossível não tecer comparações e, de certa forma, ter a série como base, apesar dela ter sido baseada no livro.

Pra começar, ao longo de suas 270 páginas, o livro tem como foco o personagem principal, Dexter. Os outros personagens, apesar de aparecerem todos (os da primeira temporada, que corresponde ao primeiro livro), são apenas quase citados. De fato, tirando a irmã de Dexter, Deborah, e talvez um pouco da tenente LaGuerta, os outros personagens quase não aparecem. Os companheiros de delegacia Angel Batista e Vince Masuka, por exemplo, merecem poucas falas no livro. Outra que teve participação pífia no livro é a namorada de Dexter, Rita. Apesar disso, no que foi mostrado, todos esses personagens secundários mantiveram suas características básicas.

A única exceção foi mesmo a tenente LaGuerta, que teve algumas características mantidas, mas a essência da sua personagem foi bastante alterada na série. O que, depois de ler o livro, eu creio que foi uma decisão acertada.

livro dexter
Dexter também está um pouco diferente no livro, do que conhecemos na série. Sua essência continua a mesma, mas no livro ele está muito mais ácido. Todos aqueles pensamentos que "escutamos" na telinha, se tornam muito mais irônicos e sarcásticos no livro. O que é um ponto a favor do livro, pois isso confere um humor maior ao personagem, sem descaracterizar o seu lado sombrio, até o contrário, ressaltando-o.

É claro que, tendo 12 episódios, a série iria mostrar mais coisas do que o livro. Entretanto, a base da história segue a mesma, o que infelizmente acaba sendo um ponto contra para quem vai ler o livro, depois de ter virado fã da série. Pela leitura, vemos que o autor Jeff Lindsay constrói um arco de suspense muito interessante, que vai aumentando e que não temos como saber o que nos espera, frequentemente apontando para uma outra direção, até que no final, a verdade é revelada. Infelizmente, já tendo assistido a série, essas surpresas acabam não existindo, ou sendo muito diluídas.

Mesmo assim, vale a pena ler o livro. Se a história em si acaba não tendo um grande impacto (devido já termos visto na série), o prazer de descobrir as diferenças e constatar um lado mais sarcástico e irônico de Dexter, tornam a leitura do livro muito interessante.

livro dexter
Abaixo, alguns trechos do livro (grifos meus):

O primeiro bote mostrado no livro. E já, algumas frases características que tanto gostamos na série:

Portanto, tomava sempre muito cuidado. Sempre limpo. Sempre prevenido para que a coisa fosse direita. E, quando estava direita, dar um tempo extra para garantir. Era o estilo Harry, que Deus o abençoe, aquele sagaz policial perfeito, meu pai adotivo. Esteja sempre seguro, tenha cuidado, seja correto, ele disse, e há uma semana eu tinha certeza de que tudo estava tão direito à la Harry quanto possível. E, ao sair do trabalho naquela noite, eu sabia que era o dia. Aquela era a Noite. Era uma noite diferente. Nela ia acontecer, tinha de acontecer. Exatamente como tinha acontecido antes. Exatamente como ia acontecer de novo e de novo.

E dessa vez seria o padre.

Ele se chamava padre Donovan. Ensinava música para as crianças do Orfanato Santo Antônio, em Homestead, na Flórida. Os alunos adoravam-no. E, naturalmente, ele adorava os alunos. Dedicou a vida a eles. Aprendeu espanhol e crioulo. Aprendeu a música deles também. Tudo pelas crianças. Tudo o que fazia, era por elas.

Tudo.

E depois da matança:

Lá pelas seis e meia eu estava em casa, no meu apartamento de Coconut Grove. Pequei a lâmina de vidro no bolso, um vidro simples e limpo, com uma só gota de sasngue do padre no meio. Linda e limpa, já seca, pronta para colocar sob o meu microscópio quando eu quisesse lembrar. Deixei a lâmina junto às outras, trinta e seis simples e cuidadosas gotas de sangue bem seco.

Tomei um banho mais que demorado, deixando a água escaldante tirar o resto de tensão, desfazer os nós dos meus músculos e lavar o pouco que sobrva do cheiro pegajoso do padre e da horta da casinha no pântano.

Crianças. Eu devia tê-lo matado duas vezes.

Sejá lá o que me fez ser do jeito que sou, deixou um buraco vazio por dentro incapaz de sentir. Não parece grande coisa. Tenho certeza de que a maioria das pessoas finge bastante no convívio diário com os outros. Eu apenas finjo completamente. Finjo muito bem e jamais sinto nada. Mas gosto de crianças. Jamais poderia ter filhos, pois não posso nem pensar em sexo. Imagine fazer aquelas coisas... como pode? Onde fica a sua dignidade? Mas as crianças são especiais. O padre Donovan merecia morrer. O Código de Harry estava cumprido, junto com o do Passageiro das Trevas.

livro dexter
Sobre a tenente LaGuerta, que no livro é bastante diferente, e tem um caminho bastante diverso também. E claro, sobre as vantagens de ser sociopata:

LaGuerta é uma puxa-saco de padrão internacional. Puxou de todo mundo até o alto escalão de investigadores de Homicídios. Infelizmente, trata-se de um ofício em que sua capacidade de deduzir nunca foi exigida e ela era uma péssima detetive

Isso acontece, a incompetência costuma ser mais recompensada do que se imagina. De todo jeito, sou obrigado a trabalhar com ela. Então, tenho usado meu considerável charme para fazer com que ela fique parecida comigo. É mais fácil do que soa. Qualquer pessoa pode ser atraente, se não se incomoda em fingir e dizer todas as coisas idiotas, óbvias e nauseantes que a coincidência impede que a maioria diga. Felizmente, eu não tenho consciência. Por isso, digo tudo.

Dexter e as mulheres. Coisas interessantes e idiotas:

Fiquei alguns momentos pensando só nas cruéis ironias da sorte. Vivi tantos anos de solitária independência e de repente estava sendo atacado de todos os lados por mulheres ansiosas. Dava a impressão de que Deb, Rita e LaGuerta não conseguiam viver sem mim. Mas a única pessoa com quem eu queria passar um tempo estava quieta, deixando bonecas Barbie na minha geladeira. Isso era justo?

Enfiei a mão no bolso e senti a pequena lâmina de vidro bem guardada no saco plástico. Por um instante, aquilo me deixou melhor. Pelo menos, eu estava fazendo alguma coisa. E a única obrigação da vida, afinal, era ser interessante e sem dúvida minha vida estava sendo, no momento. A palavra “interessante” não descrevia bem a situação. Eu daria um ano de vida para descobrir mais sobre aquele furtivo enganador cujo trabalho tão elegante estava me intrigando cruelmente. Na verdade, quase dei mais de um ano com meu intervalo com o pequeno Jaworski.

É, as coisas estavam sem dúvida interessantes. E será que as pessoas diziam mesmo no departamento que eu tinha um palpite para crimes em série? Isso era bem problemático. Significava que meu cuidadoso disfarce podia estar prestes a ser descoberto. Eu tinha acertado muito, várias vezes. Poderia virar um problema. Mas o que fazer? Passar um tempo sendo idiota? Não sabia de que jeito, mesmo depois de tantos anos observando atentamente.

livro dexter
Dexter sobre repórteres. Gosto dessa passagem porque ilustra a acidez acentuada, nos sarcasmos e ironias, de Dexter no livro:

Quando cheguei lá, tinha uma multidão de pessoas em volta da barreira, a maioria jornalistas. É sempre difícil passar por um monte de repórteres farejando sangue. Você pode não pensar assim, já que na tela da tevê eles parecem sujeitos certinhos, de inteligência restrita e graves distúrbios alimentares. Mas ponha-os dentro de um curral da polícia e ocorre um milagre. Eles ficam fortes, agressivos, enérgicos e capazes de empurrar qualquer um ou qualquer coisa e passar por cima. É meio parecido com as histórias de mães idosas que conseguem levantar um caminhão quando o filho está preso embaixo. A força surge de algum lugar misterioso e, de certa forma, quando há sangue no chão, essas criaturas anoréxicas conseguem empurrar o que for. E sem dessarumar os cabelos.

Dexter, o salvador:

Ele estava com ela.

Pegou-a só para me proteger, disso sabia eu. Ele estava se aproximando cada vez mais de mim, entrando no meu apartamento, mandando pequenos recados através de suas vítimas, me provocando com pistas e sinais do que estava fazendo. E agora estava o mais perto que podia chegar de mim, sem estar no mesmo lugar que eu. Tinha pego Deb e estava esperando com ela. Esperando por mim.

Mas onde? E por quanto tempo ia esperar até se impacientar e começar a brincar sem mim?

Sem Dexter, eu sabia bem quem seria a parceira de jogo: Deborah. Ela tinha vindo para a minha casa com a roupa de prostituta, vestida de presente para ele. Ele deve ter achado que o Natal chegou. Ele estava com ela e naquela noite minha irmã seria sua amiga especial. Eu não queria pensar nela presa com fita adesiva, bem esticada numa mesa e vendo pedaços horrendos de seu corpo sumirem lentamente para sempre. Mas era assim que seria. Em outras circunstâncias, poderia ser uma ótima diversão noturna, mas não com Deborah. Eu tinha certeza de que não queria aquilo, não queria que ele fizesse nada definitivo e maravilhoso nessa noite, não. Mais tarde e com outras pessoas, podia ser. Quando nos conhecêssemos um pouco melhor. Mas não agora. Não com Deborah.

Pensando assim, claro que tudo melhorava. Era ótimo ter tudo acertado. Eu preferia minha irmã viva, em vez de em pequenos pedaços enxangues. Lindo, um sentimento quase humano da minha parte. Agora isso estava acertado; o que fazer a seguir? Eu podia ligar para Rita, talvez ver um filme ou andar no parque. Ou, vejamos... talvez, não sei... salvar Deborah? É, isso soava interessante. Mas...

Como fazer?

2010-07-28

O Massacre da Serra Elétrica... Rosa - por Jason Levesque

Jason Levesque é um ilustrador que vive nos Estados Unidos. Além de seu trabalho com ilustrações, ele se dedica a alguns trabalhos com fotografia que posta em seu FlickR.

Um de seus trabalhos que me chamou a atenção foi a série de fotos abaixo, baseada no estereótipo de filmes de terror envolvendo serras elétricas e muito sangue. Só que o estereótipo acaba sendo subvertido, ao usar uma bela modelo e um "sangue" rosa. Particularmente, achei muito bonito e instigante.

massacre serra elétrica rosa modelo
massacre serra elétrica rosa modelo
massacre serra elétrica rosa modelo
massacre serra elétrica rosa modelo
massacre serra elétrica rosa modelo
E me lembrou um pouco o trabalho que o Dexter faz em seu laboratório. Só que mais rosa e menos vermelho, claro.

Fotos em maior qualidade no FlickR de Jason Levesque.

2009-12-27

Dexter - Quarta Temporada - Season Finale

Uma das séries que eu acompanho e acho espetacular é Dexter. Recentemente terminou nos Estados Unidos a quarta temporada, e o final foi simplesmente de estourar a cabeça, de gritar "QUE FODA!" a plenos pulmões.

Ou como diz Debra, a irmã boca-suja do Dexter, foi um dos finais mais PUTA-QUE-PARIU-FUCKING-MOTHERFUCKING-WHATEVER EVER!.

O vilão dessa temporada foi o assassino serial que ficou conhecido como Trinity (interpretado pelo John Lithgow), que praticamente desde o primeiro episódio dá as caras.

Olha, eu tenho que admitir que estava achando o Trinity meio fraquinho, um vilão/antagonista meia-boca mesmo, especialmente se compararmos com o Ice Truck Killer da primeira temporada, ou mesmo o Sargento Doakes, na segunda, apesar de ser melhor que a história do Miguel Prado da terceira...


...


SPOILERS ABAIXO!


...


NÃO VEJA SE VOCÊ AINDA NÃO VIU E PRETENDE VER O EPISÓDIO


...


EU AVISEI!

O Trinity passou a temporada inteira sendo "apenas mais um" assassino serial, mesmo que bem sucedido no seu "trabalho". Quer dizer, mesmo quando o Dexter chega a travar um contato mais íntimo com o Arthur (nome real do Trinity), ainda assim o cara permanece meio apagado. Quero dizer, o cara está longe de ser marcante.

Bem, chegou o último episódio, e apesar dos empecilhos, e reviravoltas no enredo, é claro que o Dexter ia conseguir pegar a sua presa.

dexter season finale quarta temporada trinity amarrado (Como de costume, sai um assassino serial embalado pra viagem!)

dexter season finale quarta temporada trinity lembrancinha (Não podia faltar a lembrancinha.)

dexter season finale quarta temporada trinity justiça poética (Justiça poética. Com martelo feres, com martelo serás ferido. Ou esmigalhado. Ou massacrado. Ou morto.)

Até aqui, eu ainda achava o Trinity meio irrelevante. Só mais um carinha que de um pouco mais de trabalho pro Dexter...

Mas eis que o episódio, nos minutos finais, revela uma grande surpresa!

Ao chegar em casa, Dexter recebe uma mensagem, dizendo que Rita e o filho dele, Harrison, que eram pra estar viajando, tiveram um pequeno contratempo e tiveram que voltar pra casa pra pegar um documento esquecido. Ao tentar ligar pra Rita, uma surpresa:

dexter season finale quarta temporada trinity telefones celulares (Isso não pode ser boa coisa.)

Ouvindo o choro de um bebê, Dexter vai até o banheiro:

dexter season finale quarta temporada trinity bebê sangue
E encontra seu filho todo banhado em sangue, em uma situação muito parecida com a dele próprio:

dexter season finale quarta temporada trinity bebês sangue (Em cima, o pequeno Harry. Abaixo, o próprio Dexter, num flashback de sua própria experiência traumática.)

E Rita... Morta na banheira.

dexter season finale quarta temporada trinity rita morta
dexter season finale quarta temporada trinity rita morta (Parece que Julie Benz - a atriz que interpreta Rita - não vai aparecer nas próximas temporadas. Ou será que ela vai virar um "fantasma" como o pai de Dex?)

Pois é, no melhor estilo Se7en, Trinity fez uma visitinha à família do protagonista, antes de ser pego.

E agora, o que esperará o nosso serial killer favorito? Justo quando ele estava tentando diminuir a influência de seu passageiro sombrio...

dexter season finale quarta temporada trinity tal pai tal filho (E o que será do pequeno Harrison? Pai e filho, carregando pai e filho.)

Esperemos ansiosos a quinta temporada de Dexter então.

2009-07-26

Citações da primeira temporada de Dexter

Hoje eu vi o vídeo promocional da próxima temporada de Dexter e fiquei babando. Acho que será melhor que a terceira, que eu achei um pouco fraca, comparada com as duas primeiras. Confira:



Ah, nada como relembrar o serial killer favorito da galera, e pra isso, separei aqui uma lista com algumas citações de Dexter Morgan na primeira temporada. É interessante notar que a filosofia dele em vários momentos se parece com a de um certo médico... Será que o Dexter assiste House?

"I'm something new entirely, with my own set of rules. I'm dexter. Boo."

"Eu sou algo inteiramente novo, com meu próprio conjunto de regras. Eu sou Dexter. Buu."


Medoooo o.O

dexter citações
"Everyone hides who they are."

"Todos escondem quem eles são."


"There are no secrets in life, just hidden truths that lie beneath the surface."

"Não existem segredos na vida, apenas verdades escondidas que repousam embaixo da superfície."


O House já dizia... everybody lies.

dexter citações
"I can kill a man, dismember his body, and be home in time for Letterman. But knowing what to say when my girlfriend's feeling insecure...I'm totally lost."

Eu posso matar um homem, desmembrar seu corpo e chegar em casa a tempo de ver o Letterman. Mas quanto a saber o que dizer quando a minha namorada está se sentindo segura... Eu estou totalmente perdido."


Bem-vindo ao clube.

dexter citações
"All you can do is play along at life and hope that sometimes you get it right."

"Tudo que você pode fazer é ir levando a vida e esperar que algumas vezes você acerte."


"Killing must serve a purpose. Otherwise, it's just plain murder."

"Matar deve servir a um propósito. Senão, é só simples assassinato."


"Human bonds always lead to messy complications."

"Laços humanos sempre levam a bagunçadas complicações."


É, somos todos mesmo fucked ups.

dexter citações
"Normal people are so hostile."

"Pessoas normais são tão hostis."


"Somehow it's reassuring knowing I'm not the only one pretending to be normal."

"De alguma maneira, é tranquilizador saber que eu não sou o único fingindo ser normal."


Eu já desisti de fingir.

"The problem with acting normal is that normal people get into stupid situations."

"O problema de fingir ser normal é que pessoas normais se metem em situações estúpidas."


House again: Normal's overrated.

dexter citações pézinho
"Eventually most serial killers get caught. There's really not much of a retirement plan."

"Eventualmente a maioria dos serial killers são presos. Não existe bem um plano de aposentadoria."


O negócio é morrer jovem então.

"It's not what I want. But what I want doesn't matter. This is the only way I know how to survive."

"Não é o que eu quero. Mas o que eu quero não importa. Essa é a única maneira que eu sei como sobreviver."

2008-10-31

Sobre Psicopatas

Falando no teste do Dexter, lembrei de uma matéria que saiu na revista Superinteressante, sobre psicopatas, há alguns anos.

Com o título Seu amigo psicopata, a matéria é bem interessante, especialmente para os fãs do Dexter. Segue o começo da reportagem:

capa revista superinteressante psicopata
Tinha alguma coisa errada com o Guilherme. Desde quando era pequeno, 4 anos de idade, a mãe, Norma*, achava que ele não era uma criança normal. O guri não tinha apego a nada, era frio, não obedecia a ninguém. O problema ficou claro aos 9 anos. Guilherme, nome fictício de um rapaz do Guarujá, litoral de São Paulo, que hoje tem 28 anos, roubava os colegas da escola, os vizinhos e dinheiro em casa. Também passou a expressar uma enorme capacidade de fazer os outros acreditar no que inventava. Aos 18, o garoto conseguiu enganar uma construtora e comprar um apartamento fiado. "Quando um primo da mesma idade morreu de repente, ele só disse ‘que pena’ e continuou o que estava fazendo", conta a mãe. Tinha alguma coisa errada com o Guilherme.

Em busca de uma solução, Norma passou 15 anos rodando com o filho entre psicólogos, psiquiatras, pediatras e até benzedeiros. Para todos, ele não passava de um garoto normal, com vontades e birras comuns. "Diziam que era mimo demais, que não soubemos impor limites." Uma pista para o problema do filho só apareceu em 2004. A mãe leu uma entrevista sobre psicopatia e resolveu procurar psiquiatras especializados no assunto. Então descobriu que o filho sofre da mesma doença de alguns assassinos em série e também de certos políticos, líderes religiosos e executivos. "Apenas confirmei o que já sabia sobre ele", diz Norma. "Dói saber que meu filho é um psicopata, mas pelo menos agora eu entendo que problema ele tem."

Guilherme não é um assassino como o Maníaco do Parque ou o Chico Picadinho. Mas todos eles sofrem do mesmo problema: uma total ausência de compaixão, nenhuma culpa pelo que fazem ou medo de serem pegos, além de inteligência acima da média e habilidade para manipular quem está em volta. A gente costuma chamar pessoas assim de monstros, gênios malignos ou coisa que o valha. Mas para a Organização Mundial da Saúde (OMS), eles têm uma doença, ou melhor, deficiência. O nome mais conhecido é psicopatia, mas também se usam os termos sociopatia e transtorno de personalidade anti-social.


Para ler o resto da reportagem (já que a Super abriu o seu acervo para não assinantes, uhuuuu!), clique neste link.

E abaixo, algumas das características de psicopatas, segundo a reportagem:

Charme
Tem facilidade em lidar com as palavras e convencer pessoas vulneráveis. Por isso, torna-se líder com freqüência. Seja na cadeia, seja em multinacionais.

Inteligência
O QI costuma ser maior que o da média: alguns conseguem se passar por médico ou advogado sem nunca ter acabado o colegial.

Ausência de culpa
Não se arrepende nem têm dor na consciência. É mestre em botar a culpa nos outros por qualquer coisa. Tem certeza de que nunca erra.

Espírito sonhador
Vive com a cabeça nas nuvens. Mesmo se a situação do sujeito estiver miserável, ele só fala sobre as glórias que o futuro lhe reserva.

Habilidade para mentir
Não vê diferença entre sinceridade e falsidade. É capaz de contar qualquer lorota como se fosse a verdade mais cristalina.

Egoísmo
Faz suas próprias leis. Não entende o que significa "bem comum". Se estiver tudo ok para ele, não interessa como está o resto do mundo.

Frieza
Não reage ao ver alguém chorando e termina relacionamentos sem dar explicação. Sabe o cara que "foi comprar cigarro e nunca mais voltou?" Então.

Parasitismo
Quando consegue a confiança de alguém, suga até a medula. O mais comum é pedir dinheiro emprestado e deixar para pagar no dia 31 de fevereiro.

2008-10-29

Teste do Dexter - Você também é um psicopata?

Uma das séries que eu acompanho, mas que acabei nunca falando por aqui, é Dexter. Favor não confundir com o desenho do Laboratório de Dexter, pois o Dexter de que eu falo é muito mais sombrio e definitivamente não é pra crianças.

série dexter psicopata
O plot básico da série é a vida de Morgan Dexter, um psicopata, que trabalha na polícia como investigador forense, e que mata apenas psicopatas. Acreditem, é muuuuito divertido!

Pra promover a segunda temporada que está começando a passar aqui no Brasil (nos EUA já está na terceira, que eu acompanho via torrents!), o canal FX montou um site viral, com um "pequeno teste", com situações que podem ou não, provocar emoções (empatia ou não, por exemplo) e questionamentos morais, que, no caso de psicopatas de verdade, não causam efeito (o cérebro deles não reagem "bem" a certos estímulos). Em suma, um teste pra avaliar o seu lado sádico e psicopata! =)

Faça o teste, e veja se Você Aguenta?

Eu fiz, e na minha primeira tentativa deu 75!

série dexter teste psicopata
"Você é cruel. Você adora sangue. Você não se importa em ver os outros sofrendo. Hei, você e o Dexter são praticamente a mesma pessoa. Se você já assiste à série, acaba de descobrir o porquê."

Huahuahua!

Depois eu fiz o teste de novo, sendo o mais cruel possível propositalmente. E deu apenas 80 pontos!

série dexter teste psicopata
Se o máximo for mesmo 80, então eu cheguei quase lá.

Sangue, eu quero ver muito sangueeeee...

O teste foi dica da B., no A Vida Secreta.

UPDATE: o link do teste mudou, mas já atualizei o post. Se quiser, clique aqui e faça o teste.
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