Adoro essa foto:
Simples assim.
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2010-07-06
2010-07-04
Não é fácil conviver com a grandeza
Mais um screenshot do filme Tudo Pode Dar Certo. Uma das razões pelas quais eu não atraio muita gente ao meu redor:
Entendo o Boris totalmente, hahaha.
Sou uma alma profunda e sensível com um conhecimento enorme da condição humana.
Era inevitável que você finalmente se cansasse de ser tão grosseiramente sobrepujada.
Não é fácil conviver com a grandeza, até para alguém de inteligência normal.
Entendo o Boris totalmente, hahaha.
2010-06-20
Selo e links
Quem conhece este espaço há um tempo maior, sabe que não curtimos muito esse negócio de "selinhos" e "prêmios" que andavam como uma praga por entre blogs. Hoje parece que o pessoal se tocou e não aparece um selinho novo a cada dia. Bem, geralmente agradecemos o selo (se tiver um link pra cá, queremos é liiinks!! hahaha), mas não continuamos com a corrente.
Dito isso, a Marcia "Albuq" do blog Relacionamentos, Vida & Cotidiano nos indicou com um selo. Obrigado. Desta vez abrirei uma exceção e continuarei com a corrente, pra mandar uns links pra quem comenta bastante por aqui (apesar de desse selo ser muito florido e rosinha, pro meu gosto).
Como toda corrente, tem as suas regrinhas. Então:
1) Explique o motivo de ter começado o blog e se esperava tornar-se popular.
Comecei o blog por tédio, e não dei muita atenção a esse infeliz até ficar mais entediado ainda. Teve uma época que no trampo, não tinha absolutamente nada pra fazer e tempo de sobra. Eu tinha que arranjar uma coisa pra fazer ou morrer de tédio. Depois, o motor pegou no tranco e continuamos, mesmo não tendo mais tempo pra nada.
E claro que eu esperava que o blog se tornasse popular. Esperava que me rendesse trilhões no Adsense e me faria parceiro de Deus na conquista mundial. Ainda estamos esperando pelo resultado.
2) Diga a data exata do início do seu blog.
23 de abril de 2006.
3) Indique 5 seguidores fiéis do seu blog.
Não são bem seguidores fiéis, mas são os que mais comentaram por aqui nos últimos tempos, que eu me lembre. Afinal, como você vai saber quem é um seguidor fiel, se não comenta, não é?
Sentimental do Sentimentos em Letras, que é figurinha recorrente aqui.
Gerundino do Não, Nada Não, que vem falar besteira aqui direto.
Cintia, do PUSH!, minha irmã que vem dar um oi de vez em quando.
Ana P., do Coletivo de Idéias, que costumava comentar bastante por aqui, depois sumiu, depois voltou, depois sumiu de novo...
Perdido, do Confudido, que é igual a Ana P.
/=====================================================================
P.S. Não sei se você notou, mas de vez em quando no texto eu me refiro a mim mesmo no plural. Não é erro gramatical não, são as minhas múltiplas personalidades falando.
Dito isso, a Marcia "Albuq" do blog Relacionamentos, Vida & Cotidiano nos indicou com um selo. Obrigado. Desta vez abrirei uma exceção e continuarei com a corrente, pra mandar uns links pra quem comenta bastante por aqui (apesar de desse selo ser muito florido e rosinha, pro meu gosto).
Como toda corrente, tem as suas regrinhas. Então:
1) Explique o motivo de ter começado o blog e se esperava tornar-se popular.
Comecei o blog por tédio, e não dei muita atenção a esse infeliz até ficar mais entediado ainda. Teve uma época que no trampo, não tinha absolutamente nada pra fazer e tempo de sobra. Eu tinha que arranjar uma coisa pra fazer ou morrer de tédio. Depois, o motor pegou no tranco e continuamos, mesmo não tendo mais tempo pra nada.
E claro que eu esperava que o blog se tornasse popular. Esperava que me rendesse trilhões no Adsense e me faria parceiro de Deus na conquista mundial. Ainda estamos esperando pelo resultado.
2) Diga a data exata do início do seu blog.
23 de abril de 2006.
3) Indique 5 seguidores fiéis do seu blog.
Não são bem seguidores fiéis, mas são os que mais comentaram por aqui nos últimos tempos, que eu me lembre. Afinal, como você vai saber quem é um seguidor fiel, se não comenta, não é?
Sentimental do Sentimentos em Letras, que é figurinha recorrente aqui.
Gerundino do Não, Nada Não, que vem falar besteira aqui direto.
Cintia, do PUSH!, minha irmã que vem dar um oi de vez em quando.
Ana P., do Coletivo de Idéias, que costumava comentar bastante por aqui, depois sumiu, depois voltou, depois sumiu de novo...
Perdido, do Confudido, que é igual a Ana P.
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P.S. Não sei se você notou, mas de vez em quando no texto eu me refiro a mim mesmo no plural. Não é erro gramatical não, são as minhas múltiplas personalidades falando.
2010-06-13
Animação vencedora do Oscar 2009 - A casa de cubinhos
O curta de animação vencedora do Oscar 2009, vinda do Japão, é Tsumiki no Ie, ou numa tradução livre, "A Casa de Cubinhos" (ou ainda conhecida pelo título internacional em francês, La maison en petits cubes).
É a história de um idoso que vive numa cidade tomada pela água. Todos que ali moram, vivem em verdadeiras "torres", construídas de forma que a última parte fique acima do nível do mar. Mas, o mar continua a subir, e portanto, as casas também, de forma que são construídas casas em cima das casas, ou os cubos do título. Ao construir e se mudar para o novo cubo de cima, o idoso perde seu charuto nas águas, e isso desencadeia uma pequena jornada pela vida e passado dele.
As pessoas que vivem a vida inteira numa mesma cidade, talvez não consigam visualizar de forma tão profunda, o que é revisitar os lugares que fazem parte do seu passado. Eu já morei em alguns lugares, por isso, sei como é voltar a um lugar depois de muito tempo e me deparar com velhas imagens saídas das lembranças.
Vídeo via Ueba.
É a história de um idoso que vive numa cidade tomada pela água. Todos que ali moram, vivem em verdadeiras "torres", construídas de forma que a última parte fique acima do nível do mar. Mas, o mar continua a subir, e portanto, as casas também, de forma que são construídas casas em cima das casas, ou os cubos do título. Ao construir e se mudar para o novo cubo de cima, o idoso perde seu charuto nas águas, e isso desencadeia uma pequena jornada pela vida e passado dele.
La Maison en Petits Cubes on Vimeo.
Absolutamente lindo.As pessoas que vivem a vida inteira numa mesma cidade, talvez não consigam visualizar de forma tão profunda, o que é revisitar os lugares que fazem parte do seu passado. Eu já morei em alguns lugares, por isso, sei como é voltar a um lugar depois de muito tempo e me deparar com velhas imagens saídas das lembranças.
Vídeo via Ueba.
2010-06-08
Eu sou assim
Aproveitando todas essas imagens de Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças, pra vocês que não me conhecem, eu sou mais ou menos assim (tirando a aparência):
A única coisa que eu acrescentaria é: eu tenho um blog.
- Você é meio calado, não é?´
- É só que... sabe, minha vida não é tão interessante. Vou pro trabalho, volto pra casa. Não sei o que dizer.
A única coisa que eu acrescentaria é: eu tenho um blog.
2010-06-04
Novo blog
De vez em quando, eu crio uns blogs a torto e a direito, mas todos acabam abandonados. Esse foi a única exceção.
Mas eu sinto que esse espaço aqui ficou estranho pra eu postar algumas coisas de cunho muito pessoal, mais texto e nenhuma imagem. Por isso, acabei criando outro blog, que deve ser um egotrip só, sem coisas engraçadinhas e tal (a não ser o meu genial texto, claro),só falando sobre mim e eu mesmo.
Se alguém se interessar, aqui vai o link: Eu, eu mesmo, mas sem Irene
Agora, voltamos a programação normal.
Mas eu sinto que esse espaço aqui ficou estranho pra eu postar algumas coisas de cunho muito pessoal, mais texto e nenhuma imagem. Por isso, acabei criando outro blog, que deve ser um egotrip só, sem coisas engraçadinhas e tal (a não ser o meu genial texto, claro),só falando sobre mim e eu mesmo.
Se alguém se interessar, aqui vai o link: Eu, eu mesmo, mas sem Irene
Agora, voltamos a programação normal.
2010-05-24
Boa noite
Cansei. Acabei de ver o último episódio de Lost, e estou cansado. Excelente, sem dúvida, o melhor encerramento de série que eu já vi. Mas tanta emoção também cansa, por isso, farei como os amigos abaixo:
2010-04-25
Sábado de chuva
Hoje, sábado, foi um daqueles dias com o clima que as pessoas chamam de "tempo feio". Nublado, chovendo leve, mas constantemente, e com um friozinho pra arrebatar. Tirando o inconveniente de ficar levando o meu guarda-chuva pra dentro do cinema (e ter o shopping lotado, porque todo mundo vai pra lá nos fins de semana chuvosos), eu adoro esse tempo.

Gosto muito de frio, e de poder usar calça e não bermuda, sem passar calor. De poder colocar uma blusa e sentir o braço quente, mas a mão fria, até que eu a coloque no bolso. De sentir o vento batendo no rosto ou bagunçando o cabelo.
Também gosto quando chove, mas não tão forte que a gente fique encharcado mesmo carregando um guarda-chuva, nem tão fraco que pareça apenas névoa caindo. Gosto quando a chuva cai fraca, mas formando sons, a água batendo no chão ou na janela.
Eu gosto de dias assim, quando o tempo está feio. Dá uma melancolia, uma certa tristeza, em observar lá fora, a chuva caindo e o vento frio soprando. E essa melancolia pra mim é tão familiar, que eu gosto dela.
E sempre que estou em casa nesses dias, quando me sinto assim, eu lembro desse desenho, o segundo encerramento do anime Card Captor Sakura. Um misto de tristeza, melancolia e familiaridade (o que é bom), me tomam, sempre que eu vejo esse vídeo:
Letra e tradução:
Honey (versão simplificada, do anime)
madobe ni hitori hoodzuetsuite
yamanai ame wo jitto mite'ru
kyou wa zutto hitori
Sozinho, eu me inclino na janela,
Vendo a chuva que não para
Eu estive sozinho o dia todo.
Ah fushigi da ne
omoidasu dake de
yasashiku nareru
Ah Não é estranho?
Só de lembrar
Já me faz sentir afeiçoado
atatakai MIRUKU ni
amaku hirogaru HACHIMITSU mitai da ne
kokoro tokasu yo
sono hohoemi wa sou totteoki no Honey
Assim como mel
Se espalhando gentilmente no leite morno
Meu coração se dissolve
Seu sorriso é o melhor mel.
/===============================================================================
Traduzi a partir da tradução em inglês, por isso, pode não estar totalmente fiel. A letra completa está aqui no animelyrics, e se quiser ouvir a música completa, pode clicar aqui neste link do youtube.

Gosto muito de frio, e de poder usar calça e não bermuda, sem passar calor. De poder colocar uma blusa e sentir o braço quente, mas a mão fria, até que eu a coloque no bolso. De sentir o vento batendo no rosto ou bagunçando o cabelo.
Também gosto quando chove, mas não tão forte que a gente fique encharcado mesmo carregando um guarda-chuva, nem tão fraco que pareça apenas névoa caindo. Gosto quando a chuva cai fraca, mas formando sons, a água batendo no chão ou na janela.
Eu gosto de dias assim, quando o tempo está feio. Dá uma melancolia, uma certa tristeza, em observar lá fora, a chuva caindo e o vento frio soprando. E essa melancolia pra mim é tão familiar, que eu gosto dela.
E sempre que estou em casa nesses dias, quando me sinto assim, eu lembro desse desenho, o segundo encerramento do anime Card Captor Sakura. Um misto de tristeza, melancolia e familiaridade (o que é bom), me tomam, sempre que eu vejo esse vídeo:
Letra e tradução:
Honey (versão simplificada, do anime)
madobe ni hitori hoodzuetsuite
yamanai ame wo jitto mite'ru
kyou wa zutto hitori
Sozinho, eu me inclino na janela,
Vendo a chuva que não para
Eu estive sozinho o dia todo.
Ah fushigi da ne
omoidasu dake de
yasashiku nareru
Ah Não é estranho?
Só de lembrar
Já me faz sentir afeiçoado
atatakai MIRUKU ni
amaku hirogaru HACHIMITSU mitai da ne
kokoro tokasu yo
sono hohoemi wa sou totteoki no Honey
Assim como mel
Se espalhando gentilmente no leite morno
Meu coração se dissolve
Seu sorriso é o melhor mel.
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Traduzi a partir da tradução em inglês, por isso, pode não estar totalmente fiel. A letra completa está aqui no animelyrics, e se quiser ouvir a música completa, pode clicar aqui neste link do youtube.
2010-04-04
Sonho estranho com fundo musical
Meu sonhos normalmente não envolvem música. Ou seja, nos sonhos eu raramente ouço alguma música tocando, exceto naquelas vezes em que tem uma música tocando aqui "na realidade", e isso acaba influenciando o sonho, que nem é tão sonho assim, é mais aquele estado intermediário entre o dormindo e o acordado.
Pois bem, na sexta-feira acordei de um sonho muito estranho, que tinha até uma música de fundo, uma trilha sonora. Parecia mesmo um filme.

Sei que isso não interessa a ninguém, mas o blog é meu e eu escrevo o que quiser, então, vou contar o sonho.
Neste sonho eu era casado (!) e tinha três filhas (!!). Não sei como eu sabia que tinha três filhas, porque elas não aparecem no sonho (acho que só uma aparece), mas é como se eu fosse um ator interpretando um personagem pré-concebido. Mas voltando, todos nós morávamos em duas kitnets (!!!) num prédio, uma em cada andar. Eu dividia uma kitnet com uma das minhas filhas, enquanto a outra, no andar de cima, era ocupada pela minha mulher (!) e pelas outras duas filhas (!!).
Então, neste sonho, eu chego em casa e encontro a minha kitnet sem ninguém. Achei estranho, porque deveria ter alguém lá, então subo pro outro andar pra bater na porta da outra kitnet, mas ninguém responde. Tento arrombar a porta, usando clipe ou algo parecido, estilo filme hollywoodiano, mas desisto quando vejo que tem gente passando por lá, e poderiam testemunhar.
Corta para uma festa. Lá estava eu, e não sei por que diabos, mas estava rodeado de alunas gatinhas de arquitetura. Fazendo maior sucesso, estilão filme mesmo, abraçado e dando risada alta. Coisa impensável na realidade, aliás. Aí alguém me puxa, e eu acho que era uma das minhas filhas. E ela fala que a minha mulher estava indo embora, (provavelmente junto com as minhas filhas), por isso as kitnets estavam sem ninguém. E naquela hora, senti até alegria/alívio, já que ia ter mais espaço sobrando.

Corta de novo, agora para dentro da kitnet. Várias caixas coloridas. Apesar de serem caixas pequenas, sei que é a mudança. Comigo está uma moça, que imagino que seja a minha filha, aquela da festa, etiquetando e mexendo nas caixas. Eu também estou encaixotando algumas coisas, e sei que é a mudança da família, mudança que eu não participaria. E é nessa hora que começa a tocar a música da Yael Naïm, não como uma música que está tocando ali, mas como uma música de trilha sonora. E, apesar de ter ficando contente anteriormente, me dá uma certa tristeza, não por mim, mas pela situação. Não por mim dentro do sonho, mas pelo personagem, como se eu estivesse ali interpretando num filme.
E aí, eu acordo com a música na cabeça. Sonhos são estranhos mesmo.
Pois bem, na sexta-feira acordei de um sonho muito estranho, que tinha até uma música de fundo, uma trilha sonora. Parecia mesmo um filme.

Sei que isso não interessa a ninguém, mas o blog é meu e eu escrevo o que quiser, então, vou contar o sonho.
Neste sonho eu era casado (!) e tinha três filhas (!!). Não sei como eu sabia que tinha três filhas, porque elas não aparecem no sonho (acho que só uma aparece), mas é como se eu fosse um ator interpretando um personagem pré-concebido. Mas voltando, todos nós morávamos em duas kitnets (!!!) num prédio, uma em cada andar. Eu dividia uma kitnet com uma das minhas filhas, enquanto a outra, no andar de cima, era ocupada pela minha mulher (!) e pelas outras duas filhas (!!).
Então, neste sonho, eu chego em casa e encontro a minha kitnet sem ninguém. Achei estranho, porque deveria ter alguém lá, então subo pro outro andar pra bater na porta da outra kitnet, mas ninguém responde. Tento arrombar a porta, usando clipe ou algo parecido, estilo filme hollywoodiano, mas desisto quando vejo que tem gente passando por lá, e poderiam testemunhar.
Corta para uma festa. Lá estava eu, e não sei por que diabos, mas estava rodeado de alunas gatinhas de arquitetura. Fazendo maior sucesso, estilão filme mesmo, abraçado e dando risada alta. Coisa impensável na realidade, aliás. Aí alguém me puxa, e eu acho que era uma das minhas filhas. E ela fala que a minha mulher estava indo embora, (provavelmente junto com as minhas filhas), por isso as kitnets estavam sem ninguém. E naquela hora, senti até alegria/alívio, já que ia ter mais espaço sobrando.

Corta de novo, agora para dentro da kitnet. Várias caixas coloridas. Apesar de serem caixas pequenas, sei que é a mudança. Comigo está uma moça, que imagino que seja a minha filha, aquela da festa, etiquetando e mexendo nas caixas. Eu também estou encaixotando algumas coisas, e sei que é a mudança da família, mudança que eu não participaria. E é nessa hora que começa a tocar a música da Yael Naïm, não como uma música que está tocando ali, mas como uma música de trilha sonora. E, apesar de ter ficando contente anteriormente, me dá uma certa tristeza, não por mim, mas pela situação. Não por mim dentro do sonho, mas pelo personagem, como se eu estivesse ali interpretando num filme.
E aí, eu acordo com a música na cabeça. Sonhos são estranhos mesmo.
2010-02-02
Aviso - Ausência
Estou com um começo de tendinite, por isso, vou deixar de postar aqui no blog por algum (indefinido) tempo. Também deixarei de comentar nos blogs amigos, mas continuarei acompanhando eles.
Até mais.
Até mais.
2009-12-26
O Retorno do Rei das Duas Torres da Sociedade do Anel
Ontem foi Natal, a festa cristã, e o comércio todo fechado, inclusive os lugares que eu frequento geralmente pra comer. Então, resolvi ficar em casa o dia inteiro mesmo. Mas aí, surge a questão: fazer o que pra passar o tempo?
Televisão? Tô fora, se geralmente eu assisto pouco, programação de Natal então... Bom, então resolvi ouvir o último Nerdcast sobre Senhor dos Anéis - O Retorno do Rei, e me bateu aquela vontade de rever os filmes. Como eu estava com as versões extendidas dos três filmes aqui, resolvi fazer uma maratona.
Mais de 11 horas de filmes. Cada filme tem entre 3:40 e 4:00 horas de duração. Mais ou menos uma hora a mais de cenas, do que foi exibido nos cinemas, pra cada filme. E que valem muito a pena.
Uma das coisas que sempre me incomodou nos filmes do Senhor dos Anéis foi a passagem do tempo. Tá certo que nos filmes, a saga toda dura só alguns meses, enquanto no livro são anos. Mas a edição dos filmes era sempre corrida. Por exemplo, quando os Hobbits estão deixando o Condado, no filme é pá-pum, parece que foi um dia ou dois, enquanto na verdade foram alguns dias de caminhada.
As versões extendidas corrigem perfeitamente isso. Incrível como a adição de algumas poucas cenas mostram a real grandiosidade de cada etapa da jornada, como ela deveria ser.
Até entendo porque no cinema essas cenas foram limadas, afinal, pouca gente aguentaria umas quatro horas de filme. Mas, no conforto de casa, não tem problema, você dá um pause, vai no banheiro, estoura mais pipoca, etc...
Enfim, fica a dica para um dia nerd, uma jornada a Terra-Média. Tem que ser forte, mas vale a pena. Se bem que no final, depois de quase 12 horas, você fica meio zonzo... Detalhe.
Televisão? Tô fora, se geralmente eu assisto pouco, programação de Natal então... Bom, então resolvi ouvir o último Nerdcast sobre Senhor dos Anéis - O Retorno do Rei, e me bateu aquela vontade de rever os filmes. Como eu estava com as versões extendidas dos três filmes aqui, resolvi fazer uma maratona.
Mais de 11 horas de filmes. Cada filme tem entre 3:40 e 4:00 horas de duração. Mais ou menos uma hora a mais de cenas, do que foi exibido nos cinemas, pra cada filme. E que valem muito a pena.
Uma das coisas que sempre me incomodou nos filmes do Senhor dos Anéis foi a passagem do tempo. Tá certo que nos filmes, a saga toda dura só alguns meses, enquanto no livro são anos. Mas a edição dos filmes era sempre corrida. Por exemplo, quando os Hobbits estão deixando o Condado, no filme é pá-pum, parece que foi um dia ou dois, enquanto na verdade foram alguns dias de caminhada.
As versões extendidas corrigem perfeitamente isso. Incrível como a adição de algumas poucas cenas mostram a real grandiosidade de cada etapa da jornada, como ela deveria ser.
Até entendo porque no cinema essas cenas foram limadas, afinal, pouca gente aguentaria umas quatro horas de filme. Mas, no conforto de casa, não tem problema, você dá um pause, vai no banheiro, estoura mais pipoca, etc...
Enfim, fica a dica para um dia nerd, uma jornada a Terra-Média. Tem que ser forte, mas vale a pena. Se bem que no final, depois de quase 12 horas, você fica meio zonzo... Detalhe.
2009-11-09
Férias e Stress
Estou entrando de férias essa semana, e só volto no fim do mês/começo de dezembro. Por isso, o ritmo das postagens por aqui deve diminuir, talvez eu dê até uma parada. Mas vou tentar manter pelo menos alguns comentários do Max mais interessantes.
E como "despedida", eu deixo esse gráfico, originalmente feito pelo Jorge Cham do PHD Comics, sobre férias e stress.

Se quiser ver em tamanho maior, clique aqui.
Até mais!
E como "despedida", eu deixo esse gráfico, originalmente feito pelo Jorge Cham do PHD Comics, sobre férias e stress.
Se quiser ver em tamanho maior, clique aqui.
Até mais!
2009-10-27
Poemas - Dilema
Baseado em fatos reais e imaginários, e que reflete bem este meu momento.
/==================================================================================
Dilema
Como sinto saudades de apenas estar ao teu lado,
Mesmo sabendo que nunca terei mais do que isso.
Mas ao mesmo tempo, estar por perto é um fardo,
Pois não é, e nunca será, comigo, o teu compromisso.
Despedaça meu coração ficar longe da tua presença,
Mas me machuca ainda mais ficar assim por perto.
Acovardado, a distância será então minha sentença,
Entre nós: o gelo, o vazio, a terra e o deserto.
Desculpe-me se fico longe, resguardando meu coração,
Já tentei ser apenas teu amigo, mas foi em vão.
Tenho que ficar longe de ti; é assim que as coisas são.
Ficar ao teu lado é minha vontade e meu problema,
Essa dor que sinto longe e perto, meu dilema,
Que seria fácil de resolver se fosse apenas um poema.
/==================================================================================
Ontem respondi o email mais difícil da minha vida. Demorei mais de uma hora e meia pra escrever algumas poucas linhas. Suei, fiquei tenso, e no final, depois de clicar no "Send", estava exausto.
E não sei se respondi certo. Certo no sentido de ser o que eu realmente deveria fazer ou o que eu realmente quero. Mas quem sabe?
/==================================================================================Dilema
Como sinto saudades de apenas estar ao teu lado,
Mesmo sabendo que nunca terei mais do que isso.
Mas ao mesmo tempo, estar por perto é um fardo,
Pois não é, e nunca será, comigo, o teu compromisso.
Despedaça meu coração ficar longe da tua presença,
Mas me machuca ainda mais ficar assim por perto.
Acovardado, a distância será então minha sentença,
Entre nós: o gelo, o vazio, a terra e o deserto.
Desculpe-me se fico longe, resguardando meu coração,
Já tentei ser apenas teu amigo, mas foi em vão.
Tenho que ficar longe de ti; é assim que as coisas são.
Ficar ao teu lado é minha vontade e meu problema,
Essa dor que sinto longe e perto, meu dilema,
Que seria fácil de resolver se fosse apenas um poema.
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Ontem respondi o email mais difícil da minha vida. Demorei mais de uma hora e meia pra escrever algumas poucas linhas. Suei, fiquei tenso, e no final, depois de clicar no "Send", estava exausto.
E não sei se respondi certo. Certo no sentido de ser o que eu realmente deveria fazer ou o que eu realmente quero. Mas quem sabe?
2009-10-26
2009-10-18
Horário de verão
Pois é, apesar de estarmos ainda na primavera, mais uma vez começou o horário de verão. Mais uma vez, vamos adiantar os relógios em uma hora este ano. Começou na meia-noite de sábado, então se você tinha alguma coisa marcada pra meia-noite e meia, perdeu-se no limbo.
Pra não deixar a gente esquecer, a TV fica repetindo direto que mudou o horário. Infelizmente, faz um bom tempo que eu quase não vejo TV. E então hoje, neste domingo de tempo relativamente bom, o que me aconteceu? Esqueci totalmente do infeliz, e estava com todos os relógios atrasados em uma hora.
Estava a fim de dar uma saída, entrei na internetz e fui ver a programação nos cinemas. Opa, filme interessante às duas horas, saí de casa correndo pra pegar a sessão.
Cheguei lá, olhei pro relógio, vinte minutos pras duas. Beleza, dá pra comprar o ingresso sem stress, pensei. Na bilheteria, nos painéis, olhei a hora e epa! Que negócio é esse?
Oh shit, aí eu percebi que havia esquecido completamente o horário de verão, e o filme tinha começado há 40 minutos. Esperar uma hora e meia pra próxima sessão, não me pareceu muito interessante, especialmente porque no shopping (onde é o cinema), as únicas coisas que eu faço é: 1 - cinema; 2 - comer (e não ia ficar uma hora e meia comendo).

Bom, que tal ver outro filme? Humm... dos do próximo horário, nenhum eu estava a fim de ver ou rever. Aí que eu acabei vendo que Bastardos Inglórios tinha acabado de começar, as duas e meia (já no horário de verão).
Putz, vou perder parte da maravilhosa cena de entrada do Hans Landa, mas que se dane! E lá fui ver Quentin Tarantino de novo.
Bah, ver a Shosanna de novo valeu a pena. Só pra ficar repetindo mentalmente o nome, hahahah. (Se você ainda não viu o filme, não sabe que a pronúncia é "xoxana". Seria o nome mais foda de todos os filmes do Tarantino, se não tivesse o primeiro H do nome, huhuhuhu.)
Bem, amanhã voltamos à programação normal. =P
Pra não deixar a gente esquecer, a TV fica repetindo direto que mudou o horário. Infelizmente, faz um bom tempo que eu quase não vejo TV. E então hoje, neste domingo de tempo relativamente bom, o que me aconteceu? Esqueci totalmente do infeliz, e estava com todos os relógios atrasados em uma hora.
Estava a fim de dar uma saída, entrei na internetz e fui ver a programação nos cinemas. Opa, filme interessante às duas horas, saí de casa correndo pra pegar a sessão.
Cheguei lá, olhei pro relógio, vinte minutos pras duas. Beleza, dá pra comprar o ingresso sem stress, pensei. Na bilheteria, nos painéis, olhei a hora e epa! Que negócio é esse?
Oh shit, aí eu percebi que havia esquecido completamente o horário de verão, e o filme tinha começado há 40 minutos. Esperar uma hora e meia pra próxima sessão, não me pareceu muito interessante, especialmente porque no shopping (onde é o cinema), as únicas coisas que eu faço é: 1 - cinema; 2 - comer (e não ia ficar uma hora e meia comendo).

Bom, que tal ver outro filme? Humm... dos do próximo horário, nenhum eu estava a fim de ver ou rever. Aí que eu acabei vendo que Bastardos Inglórios tinha acabado de começar, as duas e meia (já no horário de verão).
Putz, vou perder parte da maravilhosa cena de entrada do Hans Landa, mas que se dane! E lá fui ver Quentin Tarantino de novo.
Bah, ver a Shosanna de novo valeu a pena. Só pra ficar repetindo mentalmente o nome, hahahah. (Se você ainda não viu o filme, não sabe que a pronúncia é "xoxana". Seria o nome mais foda de todos os filmes do Tarantino, se não tivesse o primeiro H do nome, huhuhuhu.)
Bem, amanhã voltamos à programação normal. =P
2009-10-14
Torta de mousse de limão
Poemas - Confissões
Mais um da série não terminados. E que não estou com vontade de terminar.

Confissões
Enquanto a maioria das pessoas, às vezes se iludindo, às vezes não,
Se considera decente, bondosa e outros adjetivos desta mesma variação,
Eu confesso, aqui e agora, para todos e para qualquer um que leia,
Que sou vil, sou sujo, que por trás da máscara, há apenas a carne feia.
Enquanto meus ditos "pecados" são muitos, abundantes, e dos mais diversos,
(Não importa agora quais, que sejam dos mais simples aos mais perversos),
Nunca dei grande importância a eles, pois se prejudicava alguém, era a mim,
Até que me surpreendi pensando em algo, desejando algo, muito ruim.
Não sou santo, nem nunca o fui, já desejei alguns pescoços quebrados,
Dor alheia, mortes horríveis, esse tipo de coisa a alguns idiotas ao meu lado.
Mas nunca desejei ver morta, uma pessoa que eu considerasse não merecer,
E pior ainda, uma pessoa que um dia, já considerei por ela, até morrer.
Cada vez que leio uma notícia de um acidente ou roubo seguido de morte,
Me pergunto se não foi ela quem teve, de ser a vítima, a infeliz sorte.
E ao mesmo tempo que me preocupo, me dá uma sádica sensação,
Imaginando que nunca mais a verei, no máximo no seu funeral então.

Confissões
Enquanto a maioria das pessoas, às vezes se iludindo, às vezes não,
Se considera decente, bondosa e outros adjetivos desta mesma variação,
Eu confesso, aqui e agora, para todos e para qualquer um que leia,
Que sou vil, sou sujo, que por trás da máscara, há apenas a carne feia.
Enquanto meus ditos "pecados" são muitos, abundantes, e dos mais diversos,
(Não importa agora quais, que sejam dos mais simples aos mais perversos),
Nunca dei grande importância a eles, pois se prejudicava alguém, era a mim,
Até que me surpreendi pensando em algo, desejando algo, muito ruim.
Não sou santo, nem nunca o fui, já desejei alguns pescoços quebrados,
Dor alheia, mortes horríveis, esse tipo de coisa a alguns idiotas ao meu lado.
Mas nunca desejei ver morta, uma pessoa que eu considerasse não merecer,
E pior ainda, uma pessoa que um dia, já considerei por ela, até morrer.
Cada vez que leio uma notícia de um acidente ou roubo seguido de morte,
Me pergunto se não foi ela quem teve, de ser a vítima, a infeliz sorte.
E ao mesmo tempo que me preocupo, me dá uma sádica sensação,
Imaginando que nunca mais a verei, no máximo no seu funeral então.
2009-09-16
Velhos hábitos morrem com pessoas velhas
Que todos os hábitos de uma pessoa morrem com ela, isso é mais do que óbvio. Mas me refiro a pessoas que continuam vivas, mas que têm certos hábitos que acabam morrendo.
De certo que alguns hábitos já arraigados podem ser mudados, apesar de que o esforço empreendido para tal, costume ser imenso. Mas venho falar de outros velhos hábitos, que parecem existir desde sempre, e que de uma hora para outra, se vão. Assim como as pessoas.
Quando eu estudava em Maringá, morava num pequeno prédio muito bem localizado, de frente pra um supermercado (Condor, que saudades da marmita de lá!) e que tinha na esquina, uma banca de jornal. Essa banca não era grande, mas também não era pequena. Era do tamanho certo para caber nela, tudo o que eu regularmente comprava: aos domingos, às vezes, o jornal da cidade, além de semanalmente ir ver quais revistas (gibis e mangás inclusos), do meu gosto, tinham chegado.
(Imagem meramente ilustrativa)
Eu sempre ia nesta banca. Com o tempo, quase que diariamente eu passava por ela. Tanto pela localização, quanto pelo jornaleiro, um senhor já de idade, cabelos brancos, bem como o bigode crescido e branquinho, muito simpático. Conforme o tempo passou, já sabia de todas as revistas que eu comprava, e sempre que eu passava por lá, me dizia se o exemplar havia chegado ou não.
Era uma banca até bem movimentada. Havia um banco de madeira na frente da banca, e como era embaixo de uma árvore, o clima era sempre muito agradável. Geralmente havia por ali alguns funcionários do supermercado no momento de folga, ou então alguns outros velhinhos, amigos do jornaleiro, batendo um papo. E de vez em quando, quando não havia outras pessoas pela banca, eu também conversava com o senhor jornaleiro. Nada profundo, nada demais, conversinhas corriqueiras, banalidades.
Se tornou um hábito passar pela banca, quase todo dia, já que era praticamente caminho pra chegar em casa.
E um determinado dia, dia de semana, a banca estava fechada. Não dei muita bola, já a havia encontrado fechada antes, devido a uma viagem ou doença do jornaleiro. No dia seguinte, também estava fechada, mas desta vez, havia um papel colado na porta metálica. No papel, apenas a informação que a banca estava fechada por motivo de luto.
Sim, o velho jornaleiro, o senhorzinho simpático e bigodudo havia morrido. Fiquei sabendo disso alguns dias depois, quando a banca reabriu e um jovem, filho ou sobrinho (não lembro bem) do antigo proprietário, estava ali atendendo.
Depois disso, nunca mais frequentei a banca como antes. Sem dúvida passava por lá, mas aquele velho hábito de quase todo dia dar uma olhada nas novidades, se foi. Junto com o velho jornaleiro, cujo nome não lembro (e nem lembro se algum dia eu soube), mas cuja imagem, de vez em quando, me volta como se fosse ontem.
E por que raios eu fui lembrar disso justo hoje? Porque este mês se comemora o dia do jornaleiro (próximo dia 30), e lendo um post sobre isso, me lembrei do velho jornaleiro bigodudo (tenho certas suspeitas de que ele devia ser avô do Mário e do Luigi). =P
De certo que alguns hábitos já arraigados podem ser mudados, apesar de que o esforço empreendido para tal, costume ser imenso. Mas venho falar de outros velhos hábitos, que parecem existir desde sempre, e que de uma hora para outra, se vão. Assim como as pessoas.
Quando eu estudava em Maringá, morava num pequeno prédio muito bem localizado, de frente pra um supermercado (Condor, que saudades da marmita de lá!) e que tinha na esquina, uma banca de jornal. Essa banca não era grande, mas também não era pequena. Era do tamanho certo para caber nela, tudo o que eu regularmente comprava: aos domingos, às vezes, o jornal da cidade, além de semanalmente ir ver quais revistas (gibis e mangás inclusos), do meu gosto, tinham chegado.
(Imagem meramente ilustrativa)Eu sempre ia nesta banca. Com o tempo, quase que diariamente eu passava por ela. Tanto pela localização, quanto pelo jornaleiro, um senhor já de idade, cabelos brancos, bem como o bigode crescido e branquinho, muito simpático. Conforme o tempo passou, já sabia de todas as revistas que eu comprava, e sempre que eu passava por lá, me dizia se o exemplar havia chegado ou não.
Era uma banca até bem movimentada. Havia um banco de madeira na frente da banca, e como era embaixo de uma árvore, o clima era sempre muito agradável. Geralmente havia por ali alguns funcionários do supermercado no momento de folga, ou então alguns outros velhinhos, amigos do jornaleiro, batendo um papo. E de vez em quando, quando não havia outras pessoas pela banca, eu também conversava com o senhor jornaleiro. Nada profundo, nada demais, conversinhas corriqueiras, banalidades.
Se tornou um hábito passar pela banca, quase todo dia, já que era praticamente caminho pra chegar em casa.
E um determinado dia, dia de semana, a banca estava fechada. Não dei muita bola, já a havia encontrado fechada antes, devido a uma viagem ou doença do jornaleiro. No dia seguinte, também estava fechada, mas desta vez, havia um papel colado na porta metálica. No papel, apenas a informação que a banca estava fechada por motivo de luto.
Sim, o velho jornaleiro, o senhorzinho simpático e bigodudo havia morrido. Fiquei sabendo disso alguns dias depois, quando a banca reabriu e um jovem, filho ou sobrinho (não lembro bem) do antigo proprietário, estava ali atendendo.
Depois disso, nunca mais frequentei a banca como antes. Sem dúvida passava por lá, mas aquele velho hábito de quase todo dia dar uma olhada nas novidades, se foi. Junto com o velho jornaleiro, cujo nome não lembro (e nem lembro se algum dia eu soube), mas cuja imagem, de vez em quando, me volta como se fosse ontem.
E por que raios eu fui lembrar disso justo hoje? Porque este mês se comemora o dia do jornaleiro (próximo dia 30), e lendo um post sobre isso, me lembrei do velho jornaleiro bigodudo (tenho certas suspeitas de que ele devia ser avô do Mário e do Luigi). =P
2009-09-05
Da série: cartas que eu nunca enviei
Oi, Lu,
Escrevo esta carta, já sabendo que provavelmente você nunca irá lê-la. Porque provavelmente nunca a enviarei diretamente a você, assim como muitas outras coisas que escrevi e você nunca leu. Apesar disso, deixo todas essas mensagens em um lugar público, esperando, talvez, que por um milagre, algum dia você venha a conhecê-las. Assim, não sei exatamente se quero que você as leia ou não. Uma parte de mim anseia desesperadamente que você as leia, enquanto outra parte, acha melhor que não. Então, as deixo assim, expostas, públicas, mas com a certeza de que você nunca as irá achar.
Você deve ter notado que ando frio e distante contigo. Isso não é acidental. Desculpe, eu sei que um dia eu já disse que poderíamos ser amigos. Eu tentei, mas não sou tão forte assim. Porque é preciso ser muito forte pra estar do teu lado e não te amar imensamente. E esse amor, que nunca vai se concretizar, como você mesma já demonstrou, só me machuca, só me corrói o resto de alma.
Por isso, apesar de não poder evitar a tua presença, evito a todo custo qualquer contato. Especialmente visual. Porque quando te olho, tudo o que eu procuro esquecer, volta com mais força. E não são poucas coisas que eu quero esquecer: o jeito como você sorri ou como você ri, a sua dicção por vezes falha, até mesmo as rugas e manchas de sol na pele, que, longe de serem defeitos, são características que te fazem única. E que considero imensamente adoráveis.
Tem dias que eu consigo e acabo não pensando em você. Esses são os dias que eu considero os "dias bons", apesar deles serem absolutamente vazios. Outros dias, aqueles em que por acaso nossos olhos se cruzam, ou que vejo algo que acaba me lembrando de você... Ah!, como esses dias são sofridos pra mim. E é tão doloroso, que prefiro a dor do vazio a essa dor, de pensar em você, sem esperanças de jamais tê-la.
E contraditoriamente, apesar disso tudo, esses dias eu senti saudades. De coisas simples, de estar do seu lado, mesmo sem te tocar. De te ouvir falar com entusiasmo sobre algo que você fez. De conversar sobre filmes, livros, ou qualquer outra coisa.
E mesmo agora, me controlo pras lágrimas não cairem. Porque ao mesmo tempo que vem essa saudade toda, vem aquela dor de saber que eu nunca seria nada mais do que um colega.
Fiquei pensando em como terminar esta carta. Mas a relendo, concluo que não sei exatamente o que queria dizer. E portanto, não sei como terminá-la de maneira apropriada. Então, vou terminá-la com aquele cumprimento que já se tornou por muitas vezes banal, mas que expressa o que eu mais queria fazer, ao mesmo tempo em que é o que eu mais gostaria de não querer.
Beijos!
Escrevo esta carta, já sabendo que provavelmente você nunca irá lê-la. Porque provavelmente nunca a enviarei diretamente a você, assim como muitas outras coisas que escrevi e você nunca leu. Apesar disso, deixo todas essas mensagens em um lugar público, esperando, talvez, que por um milagre, algum dia você venha a conhecê-las. Assim, não sei exatamente se quero que você as leia ou não. Uma parte de mim anseia desesperadamente que você as leia, enquanto outra parte, acha melhor que não. Então, as deixo assim, expostas, públicas, mas com a certeza de que você nunca as irá achar.
Você deve ter notado que ando frio e distante contigo. Isso não é acidental. Desculpe, eu sei que um dia eu já disse que poderíamos ser amigos. Eu tentei, mas não sou tão forte assim. Porque é preciso ser muito forte pra estar do teu lado e não te amar imensamente. E esse amor, que nunca vai se concretizar, como você mesma já demonstrou, só me machuca, só me corrói o resto de alma.
Por isso, apesar de não poder evitar a tua presença, evito a todo custo qualquer contato. Especialmente visual. Porque quando te olho, tudo o que eu procuro esquecer, volta com mais força. E não são poucas coisas que eu quero esquecer: o jeito como você sorri ou como você ri, a sua dicção por vezes falha, até mesmo as rugas e manchas de sol na pele, que, longe de serem defeitos, são características que te fazem única. E que considero imensamente adoráveis.
Tem dias que eu consigo e acabo não pensando em você. Esses são os dias que eu considero os "dias bons", apesar deles serem absolutamente vazios. Outros dias, aqueles em que por acaso nossos olhos se cruzam, ou que vejo algo que acaba me lembrando de você... Ah!, como esses dias são sofridos pra mim. E é tão doloroso, que prefiro a dor do vazio a essa dor, de pensar em você, sem esperanças de jamais tê-la.
E contraditoriamente, apesar disso tudo, esses dias eu senti saudades. De coisas simples, de estar do seu lado, mesmo sem te tocar. De te ouvir falar com entusiasmo sobre algo que você fez. De conversar sobre filmes, livros, ou qualquer outra coisa.
E mesmo agora, me controlo pras lágrimas não cairem. Porque ao mesmo tempo que vem essa saudade toda, vem aquela dor de saber que eu nunca seria nada mais do que um colega.
Fiquei pensando em como terminar esta carta. Mas a relendo, concluo que não sei exatamente o que queria dizer. E portanto, não sei como terminá-la de maneira apropriada. Então, vou terminá-la com aquele cumprimento que já se tornou por muitas vezes banal, mas que expressa o que eu mais queria fazer, ao mesmo tempo em que é o que eu mais gostaria de não querer.
Beijos!
2009-08-28
Eu detesto dias quentes e ensolarados
Olho pela janela e vejo lá fora, o dia ensolarado e quente. A paisagem é até bonita, o verde do Morro da Lagoa ao fundo, o céu azul, uns poucos resquícios da neblina que mais cedo cobriu a cidade.
Vejo tudo isso e me dou conta de que, hoje, detesto dias assim. Em que o sol esquenta e ilumina, em que ele vence a neblina inicial do dia. Isso prova que astrologia é uma grande bobagem, afinal, logo eu que sou de leão e tenho ascendente em leão, deveria me sentir de outra maneira, afinal, o astro-rei é o que rege o signo.
Mas detesto dias de sol e de altas temperaturas. Detesto esses dias principalmente quando eles são sexta-feiras. E quando a previsão pro fim de semana é de que sejam dias iguais a esse.
Detesto quando me dizem que esse é um dia lindo. Porque não é. É um dia miserável como qualquer outro. Se ele te faz feliz, ótimo pra você. Só não tente me "infectar" com a sua felicidade, porque isso não funciona, só me faz pior. E me faz sentir raiva de você. Talvez mais do que eu já sinta.
Odeio quando numa sexta-feira assim, além de me dizerem que é um dia lindo, de sol, de praia e mar, me perguntam o que eu vou fazer no fim de semana. Se vou caminhar, se vou à praia. Não, não vou. Eu nunca vou.
Mas pior ainda é quando essa pergunta é só um mero pretexto pra me dizerem o que eles vão fazer nestes maravilhosos dias ensolarados e quentes. Não, eu não estou interessado. Você vai à praia? Ótimo, aproveite pra entrar no mar e morrer afogado.
Eu detesto dias quentes e ensolarados porque distoa do clima aqui dentro. Que é sempre frio e nublado. E porque eu detesto quando vejo as pessoas a minha volta, todas sorridentes bobas e idiotas, simplesmente porque o dia está "lindo". E porque hoje, eu quero mais é que todos eles morram!

Outra tirinha do Adão Iturrusgarai.
Vejo tudo isso e me dou conta de que, hoje, detesto dias assim. Em que o sol esquenta e ilumina, em que ele vence a neblina inicial do dia. Isso prova que astrologia é uma grande bobagem, afinal, logo eu que sou de leão e tenho ascendente em leão, deveria me sentir de outra maneira, afinal, o astro-rei é o que rege o signo.
Mas detesto dias de sol e de altas temperaturas. Detesto esses dias principalmente quando eles são sexta-feiras. E quando a previsão pro fim de semana é de que sejam dias iguais a esse.
Detesto quando me dizem que esse é um dia lindo. Porque não é. É um dia miserável como qualquer outro. Se ele te faz feliz, ótimo pra você. Só não tente me "infectar" com a sua felicidade, porque isso não funciona, só me faz pior. E me faz sentir raiva de você. Talvez mais do que eu já sinta.
Odeio quando numa sexta-feira assim, além de me dizerem que é um dia lindo, de sol, de praia e mar, me perguntam o que eu vou fazer no fim de semana. Se vou caminhar, se vou à praia. Não, não vou. Eu nunca vou.
Mas pior ainda é quando essa pergunta é só um mero pretexto pra me dizerem o que eles vão fazer nestes maravilhosos dias ensolarados e quentes. Não, eu não estou interessado. Você vai à praia? Ótimo, aproveite pra entrar no mar e morrer afogado.
Eu detesto dias quentes e ensolarados porque distoa do clima aqui dentro. Que é sempre frio e nublado. E porque eu detesto quando vejo as pessoas a minha volta, todas sorridentes bobas e idiotas, simplesmente porque o dia está "lindo". E porque hoje, eu quero mais é que todos eles morram!
Outra tirinha do Adão Iturrusgarai.
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