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2018-11-21

Posso escapar da festa de final de ano na empresa, fora do horário do expediente? - by Max Gehringer

Transcrição do comentário do Max Gehringer para a rádio CBN, do dia 21/11/2018, com um ouvinte que deseja não participar da festa de final de ano da sua empresa.

Áudio original disponível no site da CBN. E se você quiser ler os comentários anteriores do Max Gehringer, publicados aqui, basta clicar neste link.

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Posso escapar da festa de final de ano na empresa, fora do horário do expediente?

festa final de ano na empresa

Um ouvinte escreve: "O escritório em que trabalho vai promover uma festa de final de ano, fora do horário de expediente, das seis da tarde às oito da noite. O nosso salão de trabalho será decorado com enfeites e frases criativas, haverá comidas e bebidas, e nossos gestores da alta cúpula irão fazer discursos motivacionais.

Eu sei de tudo isso porque no ano passado, já foi assim. O problema é que não somos convidados a participar, somos meio que intimados.

Eu não gosto de festas e, sinceramente, não gosto de alguns colegas de trabalho. Mas o povo de recursos humanos acredita que essa seja uma excelente oportunidade para que todos possamos nos conhecer melhor, como está escrito na comunicação que recebemos. Pergunto se posso escapar?"


Sim, pode. Uma festa de empresa na própria empresa é um evento profissional. Os empregados teriam que receber horas extras para permanecer duas horas além do expediente. Se isso não vai ocorrer, você pode declinar o convite.

Só que fazer isso não seria muito sábio. A não ser que você tenha algum tipo de trabalho que o torne insubstituível, é melhor aparecer na festa do que ser rotulado como sendo "do contra".

Mas você não precisa ficar o tempo todo. Rode pelo salão, converse com os colegas que você aprecia e com o povo de RH, elogie a festa, beba pouco e saia depois de ter sido notado.

E por fim, vamos convir que nenhuma empresa que patrocina uma festa assim, está sendo mal-intencionada ou aproveitadora.

Max Gehringer, para CBN.

2017-11-27

Cuidado com os encontros entre colegas de trabalho envolvendo bebidas - by Max Gehringer

Transcrição do comentário do Max Gehringer para a rádio CBN, do dia 27/11/2017, com duas dicas para encontros com colegas de trabalho fora do expediente envolvendo bebidas.

Áudio original disponível no site da CBN. E se você quiser ler os comentários anteriores do Max Gehringer, publicados aqui, basta clicar neste link.

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Cuidado com os encontros entre colegas de trabalho envolvendo bebidas

happy hour bebida trabalho

Um ouvinte escreve: "Bebi um pouco demais em um encontro fora do expediente com colegas da empresa. E falei algumas coisas que não deveria ter falado. O problema é que meu chefe estava presente e estou preocupado com as consequências. O que devo fazer?"

Deve conversar com o seu chefe, dizer a ele que você exagerou nas duas doses, tanto a da bebida, quanto a das opiniões que expressou. E prometer que isso nunca mais voltará a acontecer. Esclareça que você não tem nenhum problema com álcool e apenas se deixou levar pela animação geral do momento.

Para os ouvintes em geral, duas dicas. Primeira: encontros do tipo happy hour, fora do expediente e longe da empresa, continuam sendo relações de trabalho. Não é uma ocasião para soltar o verbo ou fazer piadas com os colegas. Quem fizer isso, estará sendo avaliado como se estivesse no ambiente de trabalho.

Segunda: quem tem queixas da empresa corre o risco de deixar a sinceridade aflorar depois de algumas doses. A bebida tem esse efeito de fazer com que as pessoas fiquem mais parecidas com o que elas realmente são, e não com o que aparentam ser quando estão sóbrias. Uma hora de total franqueza etílica pode apagar meses de comportamento exemplar.

Por isso, em encontros casuais da empresa, a melhor opção é continuar sendo profissional e deixar a casualidade para quem está menos preocupado com a carreira.

Max Gehringer, para CBN.

2016-10-13

'Aceitar trabalho temporário ajuda um desempregado com curso superior?' - by Max Gehringer

Transcrição do comentário do Max Gehringer para a rádio CBN, do dia 13/10/2016, com uma ouvinte que está em dúvida se um trabalho temporário no fim do ano ajuda ou atrapalha um desempregado com curso superior.

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'Aceitar trabalho temporário ajuda um desempregado com curso superior?'

trabalho temporário fim de ano contratando

Uma ouvinte escreve: "Neste final de ano, aceitar um trabalho temporário ajuda ou atrapalha a quem tem curso superior e está sem emprego?"

Só ajuda. Primeiro, porque vai lhe proporcionar uma renda, por menor que seja. E segundo, porque algo próximo a 10% dos temporários são efetivados ao término do contrato.

Muitas empresas usam esse período para avaliar, na prática, o desempenho dos temporários. E os que se sobressaem acabam substituindo empregados efetivos que não demonstram a mesma disposição e o mesmo interesse pelo trabalho.

A questão, e creio que esse seja o motivo da sua pergunta, é que a maioria das vagas temporárias são oferecidas por lojas, em função da extensão do tempo em que elas permanecem abertas no final do ano. Outra fatia menor, porém não desprezível, é oferecida por indústrias que historicamente vendem bem nas festas e que, por isso, precisam aumentar o quadro de empregados.

Esses trabalhos em lojas e indústrias talvez estejam abaixo do que a nossa ouvinte considera como aceitável à sua formação. Mas, mesmo assim, uma breve passagem por um setor diferente irá proporcionar a ela uma nova experiência profissional.

Minha sugestão é que a ouvinte procure uma agência de temporários. Talvez haja uma vaga em uma empresa de porte em que ela, se for efetivada, poderá em breve tempo ganhar uma função mais compatível com a sua instrução.

Max Gehringer, para CBN.

2015-12-31

Ano Novo pode ser o primeiro passo para uma virada na vida e na carreira - by Max Gehringer

Transcrição do comentário do Max Gehringer para a rádio CBN, do dia 31/12/2015, sobre como a virada de ano pode ser um bom momento para refletir sobre a vida e a carreira.

Áudio original disponível no site da CBN. E se você quiser ler os comentários anteriores do Max Gehringer, publicados aqui, basta clicar neste link.

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Ano Novo pode ser o primeiro passo para uma virada na vida e na carreira

virada de ano

Se o ano de 2015 pudesse ser condensado num filme de uma hora, o enredo iria parecer obra de um roteirista que deveria estar internado em algum sanatório. Porque o ano começou como comédia romântica, logo se transformou em drama, ganhou cenas de novela policial e acabou como filme de terror.

Não foi algo bom de se assistir, mas o pior é que já foi anunciada uma sequência, com cenas ainda mais pesadas e mais chocantes. O novo filme prestes a estrear tanto poderia ser chamado de 2016, quanto de 2015 parte 2.

É para momentos como esse que existe a virada do ano. É preciso que exista um momento que possamos respirar, festejar e, principalmente, celebrar o fato de que ainda estamos aqui e pretendemos continuar aqui por muito tempo ainda, só que com mais alegrias e menos sustos.

No caso do mercado de trabalho, este é um momento propício a reflexão. O ano novo não promete mais empregos, nem melhores salários para todos. E o mercado de trabalho já vem encolhendo há tempos. Por isso, quem procura um emprego ou está empregado poderia aproveitar para parar e pensar:

O que eu sei fazer? O que eu faço bem? Pelo que eu sou elogiado? Posso aproveitar essas qualidades e habilidades para criar meu próprio caminho, em vez de trilhar a estrada determinada pelo sistema?

A virada do ano tanto pode ser outra página virada do calendário ou o primeiro passo para uma virada na vida e na carreira. Que as suas festas sejam boas e que as suas decisões sejam lúcidas e ótimas.

Max Gehringer, para CBN.

2015-12-25

Papai Noel existe e é turco - by Max Gehringer

Transcrição do comentário do Max Gehringer para a rádio CBN, do dia 25/12/2015, com um comentário requentado de 2007, sobre as origens do Papai Noel.

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Papai Noel existe e é turco

papai noel coca cola

"Papai Noel existe?", quer saber uma ouvinte.

Sim, existe e é turco.

São Nicolau foi um bispo católico que passou por este mundo há quase 1700 anos. O local onde ele viveu e presumivelmente nasceu, a cidade de Mira, ficava na Grécia, e hoje faz parte do território da Turquia. São Nicolau costumava dar presentes para famílias e crianças necessitadas, e ficou conhecido por essa generosidade.

Mas o Papai Noel dos anúncios natalinos não tem o rosto de São Nicolau, tem a cara do desenhista Haddom Sundblom, que em 1931 foi contratado pela Coca-cola para criar uma propaganda com o bom velhinho e se inspirou olhando no espelho. Além disso, ele coloriu a roupa do Papai Noel com a cor da Coca-cola, o vermelho. Até então, a figura que presenteava crianças no Natal tinha muitas caras e muitas cores. Se a Pepsi tivesse tido a ideia, hoje o Papai Noel se vestiria de azul.

o nome "Papai Noel" nós importamos diretamente da França, há mais de 100 anos. Em francês, "Noel" é Natal, e "Père Noel", o "Papai Natal" de lá, que virou o "Papai Noel" daqui.

Portanto, Papai Noel existe, mas é uma salada de globalização: origem cristã, nome francês e marketing americano.

Já a expressão "Fulano ainda acredita em Papai Noel" tem tudo a ver com o mundo corporativo. Empresas não concedem aumentos ou promoções por pura generosidade. Na vida profissional, quem quer um presente acredita em Papai Noel e quem quer um futuro acredita em si mesmo.

Max Gehringer, para CBN.

2015-01-01

Felicidade na carreira em 2015 não vai ser retumbante - by Max Gehringer

Transcrição do comentário do Max Gehringer para a rádio CBN, do dia 01/01/2015, sobre como 2015 não deverá ser um ano em que as carreiras de todos serão ótimas.

Áudio original disponível no site da CBN. E se você quiser ler os comentários anteriores do Max Gehringer, publicados aqui, basta clicar neste link.

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Felicidade na carreira em 2015 não vai ser retumbante

2015

Como hoje é dia de desejar "feliz ano novo", desejo, de coração, que esse seja o melhor ano da vida de cada um. Mas muitos perguntariam: "Existem boas perspectivas de que este ano possa ser realmente feliz no tocante à carreira profissional? Haverá mais ofertas de empregos do que no ano que passou? Ou corremos o risco de as empresas terem que reduzir despesas, evitar aumentos salariais, adiar contratações e sobrecarregar ainda mais de trabalho, os que já estão entulhados de serviço?"

Bom, considerando-se o que os indicadores econômicos vêm mostrando, de fato, a felicidade não será retumbante e nem deverá contemplar a todos igualmente. Essa é a má notícia. Mas tem a boa. Neste momento, não dá para afirmar, com certeza, quem receberá doses maiores de felicidade e quem passará um ano patinando na carreira ou buscando um emprego que não irá se materializar.

O efeito da virada do calendário, como bem sabemos, é apenas emocional. Porém, felicidade é uma medida comparativa e não absoluta. Alguém que pouco tenha poderá terminar este ano feliz por ter conseguido mais, enquanto alguém que tenha bastante poderá se sentir infeliz por ter perdido parte do que tinha, embora continue tendo muito mais.

Termos feito o melhor possível poe nossa carreira durante o ano para terminarmos melhor do que começamos, talvez não resulte em resplandecente felicidade ao final dele. Mas pelo menos resultará em um sensação de que não deixamos em mãos alheias o que é responsabilidade apenas nossa.

Max Gehringer, para CBN.

2014-12-25

Nunca será tarde demais - by Max Gehringer

Transcrição do comentário do Max Gehringer para a rádio CBN, do dia 25/12/2014, com uma mensagem natalina sobre Jesus, carreira e o tempo, que nunca é tarde demais.

Áudio original disponível no site da CBN. E se você quiser ler os comentários anteriores do Max Gehringer, publicados aqui, basta clicar neste link.

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Nunca será tarde demais

jesus profissional

Jesus de Nazaré, cujo aniversário de nascimento celebramos simbolicamente no dia de hoje, também teve uma carreira profissional. Seu pai, José, era um pequeno empresário, um artesão autônomo do ramo da carpintaria. Jesus começou como menor aprendiz e auxiliou o pai durante duas longas décadas, antes de dar início à sua missão pública de redimir os pecados da humanidade.

Se vivesse nos dias atuais e fosse avaliado por um consultor de carreiras, provavelmente Jesus ouviria que a sua trajetória poderia ter sido muito mais efetiva se ele fizesse o contrário, isto é, se tivesse dedicado a maior parte do seu tempo e de sua vida à atividade que lhe proporcionaria muito mais visibilidade, maior reconhecimento e melhores resultados práticos imediatos.

Afinal, por que alguém com habilidades tão extraordinárias como as dele, além do dom da oratória e do singular espírito de liderança, não se lançou na vida pública aos dezoito anos e não produziu o primeiro milagre aos dezenove, se reunia todas as condições para fazer isso?

Não há, nas escrituras, nenhuma explicação para a decisão que Jesus tomou. Talvez ele ainda não se achasse pronto para o mundo que iria enfrentar, ou talvez julgasse que o mundo é que ainda não estava preparado para ouvir o que ele tinha a ensinar.

De qualquer forma, o desfecho de sua passagem pela Terra continua atual, tanto no terreno espiritual, quanto no profissional. Para quem tem um objetivo e acredita nele, e principalmente acredita em si mesmo, nunca será tarde demais.

Max Gehringer, para CBN.

2014-11-26

As sombrias e surreais ilustrações de terror de Brian Luong

Brian Luong é um artista americano. Produzindo ilustrações sombrias e cheias de detalhes, o artista acaba criando composições por vezes surreais. Além de seus trabalhos rotineiros, que incluem ilustrações para capas de livros e CDs, todo ano em outubro, na época do Halloween, Brian Luong realiza uma maratona de desenhos, chamada de Drawlloween (draw = desenho). Nessa maratona, o artista cria desenhos em preto e branco, com temas relacionados ao Halloween, como terror, fantasmas, bruxas e demônios. Neste post trago uma seleção dessas ilustrações de terror, bem como de outros trabalhos do artista, todos com um clima sombrio e fantástico, beirando o surreal.

Vejam as sombrias e surreais ilustrações de terror de Brian Luong:

Brian Luong ilustrações surreais sombrias fantasia terror halloween

Brian Luong ilustrações surreais sombrias fantasia terror halloween

Brian Luong ilustrações surreais sombrias fantasia terror halloween

Brian Luong ilustrações surreais sombrias fantasia terror halloween

Brian Luong ilustrações surreais sombrias fantasia terror halloween

Brian Luong ilustrações surreais sombrias fantasia terror halloween

Brian Luong ilustrações surreais sombrias fantasia terror halloween

Brian Luong ilustrações surreais sombrias fantasia terror halloween

Brian Luong ilustrações surreais sombrias fantasia terror halloween

Brian Luong ilustrações surreais sombrias fantasia terror halloween

Brian Luong ilustrações surreais sombrias fantasia terror halloween

Brian Luong ilustrações surreais sombrias fantasia terror halloween

Brian Luong ilustrações surreais sombrias fantasia terror halloween

Brian Luong ilustrações surreais sombrias fantasia terror halloween

Brian Luong ilustrações surreais sombrias fantasia terror halloween

Brian Luong ilustrações surreais sombrias fantasia terror halloween

Brian Luong ilustrações surreais sombrias fantasia terror halloween

Brian Luong ilustrações surreais sombrias fantasia terror halloween

Brian Luong ilustrações surreais sombrias fantasia terror halloween

Brian Luong ilustrações surreais sombrias fantasia terror halloween

Imagens via site de Brian Luong. Dica via I Heart my Art - Brian Luong, selections from his series, Drawlloween 2014.

2014-09-02

'Experiência como voluntário na Copa não está me servindo para nada' - by Max Gehringer

Transcrição do comentário do Max Gehringer para a rádio CBN, do dia 02/09/2014, com um ouvinte que trabalhou como voluntário na Copa e se sente mal porque essa sua experiência não o está ajudando a conseguir boas oportunidades na carreira.

Áudio original disponível no site da CBN. E se você quiser ler os comentários anteriores do Max Gehringer, publicados aqui, basta clicar neste link.

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'Experiência como voluntário na Copa não está me servindo para nada'

voluntários copa mundo

Um ouvinte escreve: "Acreditei que a realização da Copa do Mundo no Brasil criaria grandes oportunidades profissionais. Trabalhei como voluntário, aprendi muitas coisas novas e me diverti. Mas agora, passada a Copa, estou sem emprego e minha experiência como voluntário não está me servindo para nada. Acho que fui ingênuo ao pensar que teria alguma vantagem nos processos de contratação pós-Copa. Alguns entrevistadores até fazem piadas quando menciono o meu voluntariado."

Muito bem. É bom lembrar disso daqui a dois anos, porque esse argumento de carreira será novamente usado para atrair voluntários para os Jogos Olímpicos do Rio.

Mas vamos começar pelo lado bom da sua experiência, que é o que você mesmo relatou: aprendizado, diversão e a possibilidade de fazer algo muito diferente uma vez na vida. Todos os voluntários que se ofereceram apenas pelo prazer do voluntariado ficaram muito felizes por ter aproveitado essa chance única.

Porém, quem esperava por algo depois, como você, deve ter se decepcionado. Nenhum evento de curtíssima duração cria raízes profundas em currículos e nem gera empregos por si só.

Se você avaliar esse período pelo que ele realmente foi, uma festa com responsabilidades para os voluntários, chegará à conclusão de que ele valeu a pena. Mas um período de sessenta dias como terceirizado, no fim do ano, traz bem mais resultados práticos para a carreira.

Max Gehringer, para CBN.

2014-01-01

No passado, ano novo começava em março - by Max Gehringer

Transcrição do comentário do Max Gehringer para a rádio CBN, do dia 01/01/2014, sobre o ano novo e os calendários.

Áudio original disponível no site da CBN. E se você quiser ler os comentários anteriores do Max Gehringer, publicados aqui, basta clicar neste link.

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No passado, ano novo começava em março

ano novo

Embora o resto do universo ignore tal fato, no minúsculo planeta Terra celebra-se hoje o início de mais um ano. Não no planeta inteiro, mas apenas nos países que adotam o calendário gregoriano.

Por milênios a fio, ninguém no mundo sabia em que dia um ano terminava e outro começava. E ninguém estava lá muito preocupado com isso.

Os romanos, entretanto, decidiram que o ano deveria começar em janeiro. Não havia um bom motivo para justificar essa mudança, já que até então o ano começava em março e ninguém estava reclamando. Supõe-se que o fato tenha ocorrido ali pelo ano 150 antes de Cristo, mas ninguém sabe ao certo.

No ano 46 da era cristã, o imperador Júlio César resolveu adotar um novo calendário. E a partir daí, o primeiro de janeiro ficou institucionalizado. Exceto nos países britânicos, que sempre foram meio teimosos e só concordariam com a mudança mais de 1700 anos depois.

Júlio César era tão importante que o senado romano decretou que o mês Quintilho passaria a ter o nome de Julho. E seu sucessor, o imperador Augusto, ficou com inveja e mudou o nome do mês seguinte, Sextilho, para Agosto. Mas como seu mês tinha um dia a menos, Augusto transferiu um dia de fevereiro para agosto, igualando a conta.

Portanto, o que hoje se celebra é apenas uma convenção, feita de poder, vontades e vaidades, como no mundo corporativo.

Qualquer dia pode ser o início de um novo e iluminoso ciclo, para quem decida que assim será, para sua própria existência ou para sua carreira profissional. Poderia até ser hoje. Mas, como estamos no Brasil e hoje é feriado, é melhor deixar para pensar nisso amanhã.

Max Gehringer, para CBN.

2013-08-26

As hiper-realistas pinturas com pessoas tímidas de Jeff Ramirez

Jeff Ramirez é um artista americano que produz pinturas hiper-realistas retratando pessoas. Ou melhor, escondendo pessoas, uma vez que as pessoas nas pinturas do artista geralmente escondem o rosto, como se fossem tímidas ou quisessem esconder a identidade. Juntando o clima festivo e, sobretudo, noturno das pinturas, a impressão é que as imagens poderiam muito bem ser uma coleção de fotografias de pessoas saindo a noite e que não querem aparecer (muito), ou fugindo de um inconveniente paparazzi flagrando inconvenientes em festas noturnas.

Vejam as hiper-realistas pinturas com pessoas tímidas de Jeff Ramirez:


Jeff Ramirez pinturas hiper-realistas pessoas tímidas escondendo rosto fotos paparazzi

Jeff Ramirez pinturas hiper-realistas pessoas tímidas escondendo rosto fotos paparazzi

Mulheres escondendo o rosto do "flash" da "câmera"

Jeff Ramirez pinturas hiper-realistas pessoas tímidas escondendo rosto fotos paparazzi

De relance

Jeff Ramirez pinturas hiper-realistas pessoas tímidas escondendo rosto fotos paparazzi

Jeff Ramirez pinturas hiper-realistas pessoas tímidas escondendo rosto fotos paparazzi

Sem fotos, por favor

Jeff Ramirez pinturas hiper-realistas pessoas tímidas escondendo rosto fotos paparazzi

Testemunha

Jeff Ramirez pinturas hiper-realistas pessoas tímidas escondendo rosto fotos paparazzi

Jeff Ramirez pinturas hiper-realistas pessoas tímidas escondendo rosto fotos paparazzi

Agitada

Jeff Ramirez pinturas hiper-realistas pessoas tímidas escondendo rosto fotos paparazzi

Jeff Ramirez pinturas hiper-realistas pessoas tímidas escondendo rosto fotos paparazzi

Lençóis de óculos escuros

Jeff Ramirez pinturas hiper-realistas pessoas tímidas escondendo rosto fotos paparazzi

Cidade ao fundo

Jeff Ramirez pinturas hiper-realistas pessoas tímidas escondendo rosto fotos paparazzi

Pílula

Jeff Ramirez pinturas hiper-realistas pessoas tímidas escondendo rosto fotos paparazzi

Bebidas

Jeff Ramirez pinturas hiper-realistas pessoas tímidas escondendo rosto fotos paparazzi

Maldita luz

Jeff Ramirez pinturas hiper-realistas pessoas tímidas escondendo rosto fotos paparazzi

Atrás da árvore

Jeff Ramirez pinturas hiper-realistas pessoas tímidas escondendo rosto fotos paparazzi

Vendo você

Imagens via site de Jeff Ramirez. Dica via Supersonic Eletronic - Jeff Ramirez.

2013-06-25

'Sou obrigada a participar de festas da empresa' - by Max Gehringer

Transcrição do comentário do Max Gehringer para a rádio CBN, do dia 25/06/2013, com uma ouvinte que não quer mais participar de tantas festinhas da empresa cujo ambiente de trabalho e relacionamento entre os funcionários não é bom.

Áudio original disponível no site da CBN. E se você quiser ler os comentários anteriores do Max Gehringer, publicados aqui, basta clicar neste link.

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'Sou obrigada a participar de festas da empresa'

festas em empresas

Uma ouvinte escreve: "Tenho uma dúvida quanto a comemorações. No meu setor temos todo mês uma festa dos aniversariantes. A cada 15 dias temos um encontro de happy hour. No fim do ano temos a festa do amigo secreto. Tudo isso é fora do expediente e com as despesas sendo rateadas entre os funcionários. E a presença é compulsória. Quem falta vira assunto no dia seguinte e é chamado a se explicar com o chefe, que vive dizendo que a integração faz o ambiente de trabalho. Acontece que o relacionamento entre os colegas nunca foi bom. A maioria de nós preferiria não participar dessas festinhas, mas quem reclama é tachado de desagregador. Você poderia fazer um comentário sobre essa situação?"

Sim, vamos lá. Quando o ambiente de trabalho é bom, festas são bem vindas. Quando o relacionamento entre os colegas não é bom, festas só ajudam a piorá-lo. Como esse parece ser o caso do setor da nossa ouvinte, o que provavelmente acontece nestas festas obrigatórias é a formação de grupinhos, que ficam falando mal dos outros grupinhos.

Mas, mesmo no primeiro caso, o da empresa com bom ambiente que promove celebrações, sempre existem pessoas que não gostam de festas e não deveriam ser coagidas a participar delas. É um caso elementar de respeito a individualidade.

O que a nossa ouvinte pode fazer? Ser a primeira a dizer que não participará mais. Se a maioria dos colegas for mesmo contra as festas, a atitude da nossa ouvinte receberá apoio imediato. Se não receber, ela ficará isolada.

Nossa ouvinte precisa então decidir o que será pior para o futuro dela no setor: o isolamento voluntário ou a falsa integração. Em casos assim, como a própria ouvinte escreveu, a maioria tende a optar pela segunda hipótese, que oferece menos riscos.

Max Gehringer, para CBN.

2013-01-01

'O que podemos esperar de 2013' - by Max Gehringer

Transcrição do comentário do Max Gehringer para a rádio CBN, do dia 01/01/2013, sobre o que realmente podemos antecipar sobre o novo ano que se inicia, 2013, que dependerá principalmente do nosso tirocínio.

Áudio original disponível no site da CBN (link aqui). E se você quiser ler os comentários anteriores do Max Gehringer, publicados aqui, basta clicar neste link.

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'O que podemos esperar de 2013'

2013 fogos de artifício

"O que podemos esperar de 2013?", uma ouvinte pergunta. Como essa é uma questão bastante abrangente, vamos separá-la em duas partes distintas. A primeira parte é aquela em que indagamos o que vai acontecer com o Brasil, em termos de economia, política, ecologia e outros temas de pertinente interesse.

Já a segunda parte é aquela que realmente interessa a cada um de nós. Ou seja, o que vai acontecer conosco? Mais especificamente, como este é um comentário sobre carreira e emprego, presumo que a pergunta seria: "O que eu posso esperar da minha vida profissional em 2013?"

Então, boas notícias. Ao contrário da primeira parte, em que diariamente lemos e ouvimos notícias desagradáveis, ficamos indignados e lamentamos que o povo brasileiro não tome uma atitude, algo chamado delegação coletiva de responsabilidade patriótica, a segunda parte é bem mais simples, porque só depende do nosso próprio esforço e tirocínio.

Segundo pesquisas, 89% dos brasileiros imaginam que tirocínio seja algo ligado a armas de fogo ou algum tipo de comida ou remédio ou sei lá. Mas tirocínio está ligado a aprendizado, prática, experiência e capacidade de decidir. Essa simples definição já mudaria a pergunta original de nossa ouvinte para: "O que devo fazer por minha carreira em 2013?" Porque, se na semana passada o trabalho dela não era lá essas coisas, e o chefe dela menos ainda, a única coisa que irá mudar será o algarismo da unidade no numeral do ano.

Resumindo, o que podemos antecipar, com certeza, sobre 2013, é a mesma coisa de todos os anos: agir implica em correr riscos. Esperar dá menos trabalho. E cada um é dono do seu próprio tirocínio.

Max Gehringer, para CBN.

2012-11-28

As belas e elegantes mulheres em vestidos nas pinturas hiper-realistas de Rob Hefferan

Rob Hefferan é um artista inglês que cria belas pinturas usando uma técnica hiper-realista. Trabalhando basicamente com tinta a óleo e acrílica, Hefferan trabalha muito bem em suas pinceladas as luzes e sombras, bem como o uso de cores, vibrantes (para ambiente iluminados) ou mais pastéis (quando os quadros se passam em ambientes mais escuros, intimistas).

A maior parte do trabalho do artista é de retratos de pessoas, com uma predominância maior de mulheres. De fato, Hefferan oferece seu trabalho como pintor a pessoas que queiram ter seus retratos imortalizados em uma pintura, além de ser especializado em retratar noivas/noivos (o que constitui um presente de casamento interessante e original que os nubentes podem dar a si, na minha opinião).

Neste post separei algumas das pinturas do artista que se encaixam na categoria (definida por ele mesmo) de "elegância". São pinturas hiper-realistas com lindas mulheres em elegantes vestidos de gala ou de noite, sozinhas ou acompanhadas, em imagens que um espectador menos atento pode facilmente confundir com fotos de casamento ou de peças publicitárias. Aliás, gostei tanto do trabalho de Hefferan, que excedi o máximo de imagens (20) que geralmente coloco por post (não consegui me decidir) e apresento abaixo 26 pinturas do artista.

Vejam as belas e elegantes mulheres em seus longos e belos vestidos nas pinturas hiper-realistas de Rob Hefferan:


rob hefferan pinturas hiper realistas mulheres noivas casamento beleza vestidos festa gala

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Longos vestidos de festa

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Sozinha no bar de vestido preto

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Mulher de vestido preto de encontro no sol da manhã na varanda

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Longo vestido na escadaria

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Casal apaixonado

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Bela em seu longo vestido branco

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Púrpura

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Elegância e garbo

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Longos vestidos podem ser ruins para sentar

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Noiva procurando noivo

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Paixão juntos

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Longos vestidos ao chão

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Romance, paixão e luxúria

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No piano

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Singela flor

Veja também:
- As hiper-realistas pinturas de bailarinas e seus tutus por Rob Hefferan
- Desejo, paixão e luxúria nas pinturas hiper-realistas de Rob Hefferan

Imagens via site de Rob Hefferan. Dica via Art for Adults - More paintings from Rob Hefferan.
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