Por que algumas empresas não aceitam contratar ex-funcionários? - by Max Gehringer

Transcrição do comentário do Max Gehringer para a rádio CBN, do dia 24/10/2014, sobre porque algumas empresas não aceitam contratar ex-funcionários.

Áudio original disponível no site da CBN. E se você quiser ler os comentários anteriores do Max Gehringer, publicados aqui, basta clicar neste link.

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Por que algumas empresas não aceitam contratar ex-funcionários?

recontratando funcionários

Um ouvinte escreve: "Gostaria de saber por que algumas empresas não aceitam contratar ex-funcionários, mesmo aqueles que só foram elogiados durante o período em que prestaram serviço? Passei por essa situação quando minha antiga chefia recomendou a minha recontratação e o setor de recursos humanos não aprovou a minha volta. Do ponto de vista jurídico, isso é legal?"

Pelo que sei, não há qualquer dispositivo legal que impeça uma empresa de ter uma norma interna proibindo a recontratação de funcionários.

Mas vamos antes à sua primeira pergunta. Por que uma empresa não recontrataria alguém que foi dedicado, eficiente e produtivo? E que seria ainda melhor se fosse recontratado? Só existe um motivo: para impedir que bons funcionários peçam a conta assumindo que, se a mudança não der certo, terão as portas abertas para retornar.

É, de certa forma, uma maneira de a empresa dizer: "não queremos de jeito nenhum que você saia, mas você tem o direito de sair, assim como a empresa tem o direito de recusar que você volte".

De qualquer forma, se algum competente advogado trabalhista que estiver nos ouvindo, puder nos informar sobre a existência de alguma lei que enquadre essa particular situação como discriminação, eu terei prazer em repassar a informação aos nossos ouvintes. E, principalmente, aos gestores das empresas que adotam essa prática, e que não devem ser poucas.

Max Gehringer, para CBN.

A linda modelo Alexis Ren em um sensual ensaio fotográfico fashion de Lucas Passmore

Pra quem acompanha este blog, a modelo Alexis Ren é figura conhecida. Modelo americana, linda, sem dúvida está entre as mulheres mais belas que já vi. Desta vez trago fotos de um ensaio fotográfico que Alexis Ren fez com o fotógrafo parceiro de longa data, Lucas Passmore. São fotos do último ensaio publicado por Passmore com Alexis Ren. Como de costume, a modelo aparece linda. Mas neste ensaio, ela aparece particularmente sensual, especialmente quando posa de biquini à beira da piscina.

Vejam a linda modelo Alexis Ren em um sensual ensaio fotográfico fashion de Lucas Passmore:

Alexis Ren modelo linda sensual fotografia Lucas Passmore

Alexis Ren modelo linda sensual fotografia Lucas Passmore

Alexis Ren modelo linda sensual fotografia Lucas Passmore

Alexis Ren modelo linda sensual fotografia Lucas Passmore

Alexis Ren modelo linda sensual fotografia Lucas Passmore

Alexis Ren modelo linda sensual fotografia Lucas Passmore

Alexis Ren modelo linda sensual fotografia Lucas Passmore

Alexis Ren modelo linda sensual fotografia Lucas Passmore

Alexis Ren modelo linda sensual fotografia Lucas Passmore

Alexis Ren modelo linda sensual fotografia Lucas Passmore

Alexis Ren modelo linda sensual fotografia Lucas Passmore

Alexis Ren modelo linda sensual fotografia Lucas Passmore

Alexis Ren modelo linda sensual fotografia Lucas Passmore

Alexis Ren modelo linda sensual fotografia Lucas Passmore

Alexis Ren modelo linda sensual fotografia Lucas Passmore

Alexis Ren modelo linda sensual fotografia Lucas Passmore

Alexis Ren modelo linda sensual fotografia Lucas Passmore

Alexis Ren modelo linda sensual fotografia Lucas Passmore

Alexis Ren modelo linda sensual fotografia Lucas Passmore

Alexis Ren modelo linda sensual fotografia Lucas Passmore

Alexis Ren modelo linda sensual fotografia Lucas Passmore

Alexis Ren modelo linda sensual fotografia Lucas Passmore

Alexis Ren modelo linda sensual fotografia Lucas Passmore

Alexis Ren modelo linda sensual fotografia Lucas Passmore

Imagens via tumblr de Lucas Passmore.

'Consigo resultados positivos, mas meu superior se mostra reticente em me promover pois sou novo no emprego' - by Max Gehringer

Transcrição do comentário do Max Gehringer para a rádio CBN, do dia 23/10/2014, com um ouvinte que tem resultados positivos, mas ainda não conseguiu uma promoção.

Áudio original disponível no site da CBN. E se você quiser ler os comentários anteriores do Max Gehringer, publicados aqui, basta clicar neste link.

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'Consigo resultados positivos, mas meu superior se mostra reticente em me promover pois sou novo no emprego'

caixa de banco

Um ouvinte escreve: "Promoções devem ser concedidas por mérito ou por tempo de casa? Pergunto porque trabalho há um ano em um banco privado e tenho conquistado resultados muito positivos. Mesmo assim, sinto que o meu superior se mostra um tanto quanto reticente em me promover, devido ao fato de que ainda sou novo de casa. O que devo fazer?"

Bom, a resposta é fácil: esperar mais um pouco e continuar mostrando resultados.

Grandes bancos, até pela natureza do negócio, são conservadores. Neles, o período em que um funcionário precisa demonstrar habilidades para receber uma promoção, costuma ser um pouco mais longo do que em empresas, por exemplo, de tecnologia, que operam com uma visão de mais curto prazo.

Bancos apreciam empregados estáveis. E o banco em que você trabalha pode estar, e não estou afirmando que esteja, preocupado que funcionários com muito pouco tempo de casa usem uma promoção prematura como catapulta para tentar outro emprego. Tudo isso quer dizer que o seu superior não tem nada contra você. Ele está apenas seguindo uma linha adotada para casos iguais ao seu.

Agora, se colegas seus, com pouco tempo de casa, foram promovidos recentemente, aí a coisa muda de figura. Nesse caso, você precisa conversar com o seu superior e perguntar a ele o que mais você precisa mostrar para merecer uma promoção, já que há outros fatores a serem considerados, além dos resultados e do tempo de casa. Dois deles são liderança e relacionamento.

Max Gehringer, para CBN.

As surreais esculturas com animais híbridos de porcelana de Debra Broz

Debra Broz é uma artista americana que trabalha com cerâmica. Mais especificamente, ela utiliza bonecos de animais de cerâmica e porcelana, daqueles que chamaríamos de kitsch, meio vintage, tanto comprados quanto achados. O objetivo da artista é, usando pedaços de um e de outro, criar novas figuras híbridas. O resultado são bonecos de cerâmica e porcelana surreais, misturando animais e criando criaturas mistas.

Não entrando na discussão do que seria arte e o que seria kitsch (apesar de certamente sua matéria-prima ser classificada como tal), Debra Broz cria esculturas que conservam as características fofas de seus bonecos originais, mas que podem se mostrar um tanto sombrios, deturpadores da natureza, como se pegássemos filhotinhos (quem não os acha fofos?) e fizéssemos bizarras experiências genéticas com eles, apresentando como resultado final animais que não são intrinsecamente grotescos, mas que causam uma sensação de estranheza.

Vejam as surreais esculturas com animais híbridos de porcelana de Debra Broz:

Debra Broz esculturas porcelanas cerâmica surreais kitsch animais modificados vintage

Debra Broz esculturas porcelanas cerâmica surreais kitsch animais modificados vintage

Debra Broz esculturas porcelanas cerâmica surreais kitsch animais modificados vintage

Debra Broz esculturas porcelanas cerâmica surreais kitsch animais modificados vintage

Debra Broz esculturas porcelanas cerâmica surreais kitsch animais modificados vintage

Debra Broz esculturas porcelanas cerâmica surreais kitsch animais modificados vintage

Debra Broz esculturas porcelanas cerâmica surreais kitsch animais modificados vintage

Debra Broz esculturas porcelanas cerâmica surreais kitsch animais modificados vintage

Debra Broz esculturas porcelanas cerâmica surreais kitsch animais modificados vintage

Debra Broz esculturas porcelanas cerâmica surreais kitsch animais modificados vintage

Debra Broz esculturas porcelanas cerâmica surreais kitsch animais modificados vintage

Debra Broz esculturas porcelanas cerâmica surreais kitsch animais modificados vintage

Debra Broz esculturas porcelanas cerâmica surreais kitsch animais modificados vintage

Debra Broz esculturas porcelanas cerâmica surreais kitsch animais modificados vintage

Debra Broz esculturas porcelanas cerâmica surreais kitsch animais modificados vintage

Debra Broz esculturas porcelanas cerâmica surreais kitsch animais modificados vintage

Debra Broz esculturas porcelanas cerâmica surreais kitsch animais modificados vintage

Debra Broz esculturas porcelanas cerâmica surreais kitsch animais modificados vintage

Debra Broz esculturas porcelanas cerâmica surreais kitsch animais modificados vintage

Debra Broz esculturas porcelanas cerâmica surreais kitsch animais modificados vintage

Imagens via site de Debra Broz. Dica via Beautiful/Decay - Kitschy Ceramic Animals Grafted Into Cuddly, Creepy Frankenfurries.

Trabalhar no período noturno faz ou não mal a saúde? - by Max Gehringer

Transcrição do comentário do Max Gehringer para a rádio CBN, do dia 22/10/2014, sobre trabalhar à noite.

Áudio original disponível no site da CBN. E se você quiser ler os comentários anteriores do Max Gehringer, publicados aqui, basta clicar neste link.

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Trabalhar no período noturno faz ou não mal a saúde?

trabalhar à noite

Uma ouvinte escreve: "Recebi uma proposta de trabalho interessante em termos salariais, mas seria para o turno da noite. Já ouvi e li que trabalhar somente à noite prejudica a saúde. Mas conversei com pessoas que trabalham à noite há vários anos e a maioria delas me disse que não trocaria a noite pelo dia, porque além do adicional noturno de 20%, o expediente no turno da noite oferece mais tranquilidade em todos os sentidos. E agora? Em quem eu devo acreditar?"

Sem dúvida, nos médicos. Eles são praticamente unânimes em afirmar que trabalhar somente à noite por um longo período de tempo causa danos irreparáveis à saúde. E eu não tenho credenciais que me permitam duvidar do que médicos e psicólogos afirmam.

Por outro lado, eu trabalhei em empresas que precisavam operar no terceiro turno. E me deparei com muitos funcionários que preferiam trabalhar à noite. Quando oferecíamos a eles a transferência para o turno do dia, eles agradeciam e recusavam. Alguns já levavam essa vida noctívaga há anos, sem demonstrar qualquer sinal evidente de cansaço, irritação ou problemas alimentares.

Já os médicos das empresas em que trabalhei, confirmavam que o trabalho noturno contrariava o regime normal do metabolismo humano. Mas também afirmavam que algumas pessoas conseguiam se adaptar mais facilmente do que outras.

Se o salário for tão importante assim para você, faça o teste e depois decida. E saiba que você não estará sozinha. No Brasil, perto de dez milhões de pessoas trabalham à noite.

Max Gehringer, para CBN.

Asilos e hospitais psiquiátricos abandonados na fotografia de Jeremy Harris

Jeremy Harris é um fotógrafo americano. Reconhecido tanto por suas fotos artísticas quanto seu material comercial, Harris é bem conhecido por suas fotos de músicos, tendo retratado vários cantores/bandas famosos (como Ozzy Osbourne, Jack Black e Dave Grohl, Slayer, Fallout Boys). Entretanto, destaco aqui outro de seus projetos, intitulado American Asylums.

Desde 2006, Jeremy Harris tem trabalhado neste projeto pessoal. Percorrendo asilos, hospitais psiquiátricos e outras instituições mentais há muito tempo abandonadas, na costa leste e sudeste americano, o fotógrafo registra os velhos locais onde aglomerados de pacientes (muitos loucos, outros sãos) eram "tratados". O aspecto decadente das ruínas dos velhos prédios abandonados em conjunto com a história desses locais pode passar uma sensação de arrepio, de terror. Entretanto, ao apenas vermos o que sobrou da arquitetura dos locais, já sendo retomada pela natureza, o sentimento mais forte parece ser o da solidão e tristeza.

Nas fotografias de American Asylums, Jeremy Harris usa um campo de profundidade grande, o que nos proporciona um olhar amplo pelas paredes desgastadas pintadas com um verde já com tons de marrom desbotado pelo tempo, mostrando longos corredores cercados por portas intimidadoras, como uma prisão. Com isso, apesar da amplitude do local, a sensação é de claustrofobia.

De certa maneira, esses espaços assombrados, vistas pela lente habilidosa do fotógrafo, exibem uma triste beleza singular, banhadas pela luz natural. Os traços das vidas que ali permaneceram, como arquivos mortos, mensagens rabiscadas na parede e colchões usados, contam histórias incompletas, cheias de lacunas, mas não menos importantes. As pessoas que uma vez moraram ali, removidas da sociedade e silenciadas pela mesma, de certa forma ainda conseguem falar através das ruínas dos prédios que um dia as contiveram, como se dissessem "isto aconteceu, nós estivemos aqui". Um grito mudo no meio da solidão.

Vejam os asilos e hospitais psiquiátricos abandonados na fotografia de Jeremy Harris:

Jeremy Harris fotografia asilos hospitais psiquiátricos abandonados da america solidão claustrofobia tristeza

Jeremy Harris fotografia asilos hospitais psiquiátricos abandonados da america solidão claustrofobia tristeza

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Imagens via site de Jeremy Harris. Dica via Beautiful/Decay - Haunting and Beautiful Photographs of Long Abandoned Mental Institutions.

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