2018-12-31

Como superar a dificuldade de se fixar num emprego - by Max Gehringer

Transcrição do comentário do Max Gehringer para a rádio CBN, do dia 31/12/2018, com uma ouvinte que tem dificuldade em se fixar num emprego.

Áudio original disponível no site da CBN. E se você quiser ler os comentários anteriores do Max Gehringer, publicados aqui, basta clicar neste link.

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Como superar a dificuldade de se fixar num emprego

dificuldade de se fixar em emprego carteira de trabalho

Uma ouvinte escreve: "Não consigo me fixar em um emprego. Tive cinco em menos de três anos. Estou em vias de partir para o sexto e não sei bem como explicar o que me acontece. Tenho a formação e o perfil que a vaga exige, e vou bem nas entrevistas. Mas depois de poucos meses, começo a ter aquele sentimento de que estou no lugar errado. Aí, peço a conta e o ciclo se reinicia, com uma nova expectativa que acabará em uma nova decepção. Pergunto: o que há de errado comigo?"

Vou considerar que você não sente esse tipo de desânimo prematuro em atividades ligadas somente à sua vida pessoal, porque se sentisse, isso já explicaria também o lado profissional. E iria requerer uma terapia para avaliação das causas.

Mas, sendo você uma pessoa bem-resolvida, só há uma razão para o desinteresse de curto prazo, que gera a sua mobilidade: ser empregada não é o que a satisfaz.

Ter tido uma experiência ruim em um emprego, ou duas, ou eventualmente três, pode ser algo atribuído a falta de sorte ou a escolhas mal-pensadas. Já cinco extrapola a normalidade. E você precisa considerar outras opções.

A mais lógica seria a de abrir o seu próprio negócio, porque nele você teria o que nenhum emprego irá lhe oferecer: a possibilidade de decidir seu rumo e de mudar o que você achar preciso na hora em que quiser, e sem ter que consultar a ninguém.

Não custa você fazer um curso de empreendedorismo e avaliar se esse caminho faz sentido para você. Eu acredito que fará.

Max Gehringer, para CBN.

2018-12-28

As ilustrações de fantasia, ficção científica e terror de François Baranger

François Baranger é um artista francês multifacetado, trabalhando como ilustrador, artista conceitual e escritor. Seus temas também são variados, explorando fantasia, ficção científica e terror.

François Baranger cria ilustrações de fantasia, ficção científica e terror para diversas mídias, indo de ilustrações de capas de livros e cartazes de bandas, a artes conceituais e ilustrações para games, passando por sombrias ilustrações para uma série de livros baseada na obra de H. P. Lovecraft e seu Chamado de Cthulhu.

Vejam as ilustrações de fantasia, ficção científica e terror de François Baranger:

François Baranger artstation arte ilustrações fantasia terror ficção científica artes conceituais games sombrio lovecraft cthulhu

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Imagens via perfil de François Baranger no ArtStation. Dica via Morbid Fantasy - Call of Cthulhu (Cthulhu pursuing the Alert) by François Baranger.

Etiqueta corporativa: gentilezas acabam quando o trabalho começa - by Max Gehringer

Transcrição do comentário do Max Gehringer para a rádio CBN, do dia 28/12/2018, com uma ouvinte que trabalha em uma empresa que elogia a quem sai, mas nunca os que estão trabalhando.

Áudio original disponível no site da CBN. E se você quiser ler os comentários anteriores do Max Gehringer, publicados aqui, basta clicar neste link.

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Etiqueta corporativa: gentilezas acabam quando o trabalho começa

elogios no trabalho

Uma ouvinte escreve: "Sou gestora de uma área, em uma empresa que emite circulares comunicando a saída de gestores, demitidos ou demissionários. Fico meio nauseada quando leio essas circulares, porque parece que os que vão embora são melhores do que os que ficam. Só há elogios ao trabalho feito e à importante contribuição que foi dada.

Como conhecemos muito bem os que saem, sabemos que só a minoria mudou para um emprego melhor. A maioria saiu mesmo por não aguentar o repuxo. Por que a empresa não usa o mesmo critério para elogiar aos que ficam e estão fazendo um bom trabalho?"


Bom, como a sua empresa tem circulares de saída, certamente ela tem também circulares de entrada, que anunciam os novos contratados. E basta uma leitura rápida para perceber que, não só os que saem parecem melhores do que os que ficam, como também os que entram parecem melhores do que os que já estão.

O nome desse malabarismo com palavras é etiqueta corporativa: uma maneira de amenizar uma saída e uma forma gentil de dar boas-vindas a quem chega. Mas como você bem sabe, as gentilezas acabam quando o trabalho começa.

Dito isso, você tem razão. Deveria haver mais elogios a quem os merece, e mais reconhecimento imediato. Mas essa falta de apreciação é bem antiga. Há 50 anos, o sambista Nelson Cavaquinho já reclamava dela quando cantava: "Depois que eu me chamar saudade, não preciso de vaidade."

Max Gehringer, para CBN.

2018-12-27

Mais fotografias fashion e artísticas com belas modelos de Natasha Wilson (De Anastacia)

Já mostrei parte do trabalho da fotógrafa americana Natasha Wilson, mais conhecida como De Anastacia, anteriormente, quando mostrei algumas de suas fotografias fashion e artísticas com belas modelos. Volto aqui a mostrar mais fotografias da artista, já que seu portfólio é variado e cheio de lindas imagens.

Com um viés fashion, essas fotografias de Natasha "De Anastacia" Wilson exibem belas modelos em imagens que exploram de maneira sublime cores e composição de luzes, em ensaios fotográficos com várias influências, indo do vintage ao surreal.

Vejam mais fotografias fashion e artísticas com belas modelos de Natasha Wilson (De Anastacia):

Natasha Wilson (De Anastacia) fotografia artística fashion lifestyle mulheres modelos luz cores surreal vintage

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Vejam também:
- A fotografia fashion e artística com belas modelos de Natasha Wilson (De Anastacia)

Imagens via site de Natasha "De Anastacia" Wilson e seu perfil no Instagram.

Saltos constantes de emprego tendem a reduzir a progressão da carreira - by Max Gehringer

Transcrição do comentário do Max Gehringer para a rádio CBN, do dia 27/12/2018, com um ouvinte que está procurando a sua empresa ideal.

Áudio original disponível no site da CBN. E se você quiser ler os comentários anteriores do Max Gehringer, publicados aqui, basta clicar neste link.

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Saltos constantes de emprego tendem a reduzir a progressão da carreira

pulando de emprego

Um ouvinte escreve: "Procuro dar o máximo de mim no trabalho e fazer sempre o melhor, mas ainda não consegui encontrar uma empresa que me proporcione o retorno adequado às minhas aspirações. Em 7 anos, tive 4 empregos, e já estou em dúvida se vou conseguir encontrar um, que possa me dar a contrapartida ao que posso oferecer."

Muito bem. Após esse introito, o ouvinte lista as empresas pelas quais passou e as funções que teve. E que, sem dúvida, foram boas plataformas de lançamento para uma carreira bem-sucedida.

Eu poderia fazer uma lista de 20 fatores que atendem às expectativas de funcionários recém-contratados. Mas vou me limitar aos 5 fatores principais, que são:

- pacote de remuneração adequado;
- ambiente de trabalho respeitoso;
- reconhecimento instantâneo de mérito;
- delegação e confiança da chefia para criar, ou modificar, procedimentos; e
- oportunidades de progressão em curto prazo.

Há empresas, e não são poucas, que oferecem cada uma dessas possibilidades. Mas nunca conheci nenhuma que oferecesse todas elas ao mesmo tempo, já em funções iniciais.

Boas empresas operam em uma escala crescente de avaliação. É preciso superar uma etapa para ser alçado à seguinte. E esse ritmo é ditado pela empresa, e não imposto a ela.

Por isso, ao contrário do que diz a física, saltos constantes de empregos tendem a reduzir a progressão da carreira, em vez de acelerá-la.

Max Gehringer, para CBN.

Minha empresa vive de uma crítica atrás da outra aos funcionários - by Max Gehringer

Transcrição do comentário do Max Gehringer para a rádio CBN, do dia 26/12/2018, com uma ouvinte que trabalha em uma empresa que só faz críticas aos funcionários.

Áudio original disponível no site da CBN. E se você quiser ler os comentários anteriores do Max Gehringer, publicados aqui, basta clicar neste link.

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Minha empresa vive de uma crítica atrás da outra aos funcionários

críticas no trabalho

Uma ouvinte escreve: "Trabalho em uma empresa que passou sem traumas pela crise, aumentando, a cada ano, o faturamento e o lucro. Mas nós somos tratados como se estivéssemos no fundo do poço, como se tudo o que fazemos não está bom. É uma crítica atrás da outra, sem trégua e sem piedade. E não é só o meu gestor, são todos eles. Nem me lembro da última vez em que ouvi um elogio. Isso não vai contra tudo o que se fala sobre gestão de pessoas?"

Certamente vai, mas vamos ponderar. Existem duas coisas que são nocivas em empresas. Uma é o excesso de críticas. E a outra é a ausência de críticas. O excesso aumenta a pressão e reduz a motivação, enquanto a ausência causa acomodação e falta de interesse em melhorar.

Porém, entre dois malefícios, nunca ser criticado ainda é pior do que ser criticado constantemente. É claro que o ideal seria o meio-termo, mas o que você está passando irá fazer muito bem para a sua carreira.

Quem trabalha por dois ou três anos em um ambiente como o seu, não terá medo de mais nada quando for contratado por outra empresa. Já quem trabalha em uma empresa em que tudo caminha por inércia, ficará paranoico quando tiver que enfrentar gestores mais exigentes.

Por isso, enquanto estiver aí, considere que você está passando por uma escola, que ensina, na prática, tudo o que as faculdades não têm como ensinar na teoria. E procure tentar ouvir as críticas pelo que elas pretendem ser: incentivos, e não depreciações.

Max Gehringer, para CBN.

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