A Superinteressante desse mês trouxe o "pequeno dicionário super de filosofia".
No verbete sobre Deus, a seguinte definição:
Deus: platonismo com rosto.
Huahuahua, uma das melhores definições de Deus que eu já vi.
Só pra constar, no verbete sobre Platonismo:
"Pois é exatamente a visão de mundo de Platão que o judaísmo, o cristianismo e o islamismo se apropriaram. Séculos depois de Platão, suas idéias se misturaram com crenças judaicas, que deram ao mundo das idéias uma cara, uma forma de pessoa: Deus."
Ficou curioso? Quer saber exatamente o que é o platonismo? Vá comprar a revista na banca, ou então use o google.
Estou impressionado, alguém pediu parceria neste meu blog... Como eu realmente sou um sonhador/purista, e acho que esse negócio de "vou linkar pro cara me linkar tb" só detona a web, só coloco link pra blogs que eu goste e que eu realmente leio (não necessariamente indo no blog, já que hoje em dia, os feeds no Google Reader reinam!!!).
Então, quando alguém lá do Pérolas Políticas falou em troca-troca (ui!) de links, a primeira coisa que fiz foi olhar o site deles.
E achei o site bacana. Vou ser sincero, tem algumas tiradas que não são tão engraçadas assim (me fazem mais querer é chorar com os políticos que a gente tem), mas tem umas que são simplesmente geniais. Vou colocar dois exemplos aqui:
Bem, se o pessoal lá do Pérolas vai colocar um link pra cá? Não sei, e não faço questão. Se eles gostarem daqui, e acham que vale a pena, link. Senão, também não fico magoado. Como eu disse, pra mim, a natureza dos links não é "me linka, eu linko", mas "eu linko se acho legal".
Se alguém quiser ganhar um link por aqui, deixe um comentário, e se eu gostar do blog, faço um post comentando porque o blog é legal, supimpa, etc...
Hoje estava ouvindo o podcast do Max na CBN, e reconheci a história que ele contava. Lembrei da época em que ele escrevia pra Você SA, e dando uma googlada, encontrei o texto no site da revista.
Como a história é praticamente a mesma que ele conta no podcast, em vez da transcrição, vou colocar o texto da coluna aqui:
O que é... humildade
É descalçar os preconceitos e não ignorar os avisos de quem tem os pés no chão
Por Max Gehringer
Em 1990, eu viajava pelo mundo implantando sistemas de controle de produção. Um dia, eu e um colega de trabalho, um americano chamado Denis, fomos parar em Bangcoc, na Tailândia, onde nossa empresa havia acabado de adquirir uma fábrica de alimentos. Eficientes como éramos, resolvemos tomar um tuk-tuk -- folclórico táxi tailandês de três rodas -- e ir direto do aeroporto para a fábrica, para um inventário prévio das necessidades. Nenhum de nós dois tinha estado na Tailândia antes e até esperávamos deparar com situações pouco usuais, mas o que vimos superou nossas piores expectativas. Ao entrar na área de fabricação, notamos de imediato que os trabalhadores estavam de bermudas. E, o que era mais chocante, descalços!
Horrorizados com tamanha desconsideração dos ex-gestores, concordamos que a vistoria poderia ficar para depois. Primeiro, era nosso dever resolver o problema daquela gente humilde, trabalhando ali, certamente desmotivada, com os pés no chão. E os funcionários devem ter percebido nossa intenção, porque começaram a olhar insistentemente para nossos sapatos, como se fossem alguma maravilha tecnológica. Finalmente, naquela ânsia de tentar ser entendidos -- ninguém ali na produção falava nossas línguas, e, óbvio, nós não falávamos tailandês --, resolvemos estabelecer um diálogo por meio de gestos. Apontamos para nossos sapatos e para os pés nus dos funcionários, e fomos correspondidos: eles acenaram positivamente com a cabeça enquanto diziam algo em seu idioma -- provavelmente "Nós, os humildes, ficamos gratos por tanta consideração!"
Então, tudo resolvido: no dia seguinte, compraríamos dois pares de sapatos para cada funcionário. Com isso, tínhamos certeza, conquistaríamos a confiança daquela gente. Imaginamos fazer da entrega uma grande festa motivacional e, enquanto discutíamos os detalhes, aconteceu algo que vem ocorrendo em Bangcoc já faz alguns milênios: a maré subiu e uma lâmina de água de 15 centímetros cobriu o chão da fábrica. Tão rapidamente que nem tivemos tempo de correr. Nossos sapatos ficaram arruinados, e os tailandeses, descalços, continuaram a trabalhar. Uma parte de Bangcoc -- eu e o Denis não tivemos humildade para pesquisar -- é entrecortada por canais, cujo nível oscila com as marés. O que os trabalhadores estavam tentando nos dizer era: "Tirem os sapatos depressa, antes que a água suba!" Os deles, aliás, estavam bem protegidos, nos vestiários da fábrica.
A humildade é uma dessas virtudes que as pessoas, na medida em que avançam na carreira, acabam abandonando pelo caminho. E essa foi a nossa lição daquele dia: não se deve ignorar os avisos de quem tem os pés descalços (ou de quem não veste grife, ou de quem não tem um cartão de visita cintilante). No latim, o radical hum significa "da terra". Dele, viria a palavra "humano", já que, como ensina a Bíblia, Adão foi criado do barro. Do hum derivariam ainda "humilhar" -- que, numa luta, era "atirar o oponente ao solo" -- e também a "humildade", que é uma simples atitude: a de manter sempre os pés no chão. Depois de descalçar os preconceitos.
Infelizmente não é por aqui, no Brasil, mas nos EUA.
O site NotchUp, ainda em beta, promete pagar você para ser entrevistado. Como é que é? É isso mesmo, você se cadastra no site, as empresas olham, e se você for atraente para elas, elas pagam para te entrevistar. Custo para você, profissional: zero. Lucro: além do pagamento pela entrevista, quem sabe você não acaba arrumando um empreguinho melhor?
"O serviço prevê que os candidatos possam cadastrar seu perfil e calcular o valor de suas entrevistas (geralmente entre 300 e 600 dólares) com base em sua experiência e habilidades. Os potenciais empregadores podem pesquisar os perfis e fazer ofertas aos candidatos. Se um deles aceita e vai a entrevista, o site faz a cobrança e transfere o valor.
O site permite aos usuários importar o perfil já existente no LinkedIn, por exemplo, mantendo em sigilo seus nomes e dados para contato até que um potencial empregador concorde em agendar uma entrevista. O sigilo se estende também ao atual empregador do profissional, que é permanentemente impedido de ver seus perfis.
De acordo com a NotchUp, o método de recrutamento tradicional costuma custar cerca de 20% do primeiro ano de salário do candidato. O site, por outro lado, cobra em média 500 dólares por entrevista. Por este valor, uma companhia pode entrevistar dez candidatos a uma vaga de 100 mil dólares anuais a um custo 75% menor do que utilizando um recrutador tradicional.
Para garantir o retorno às empresas clientes, o site prevê que o dinheiro será devolvido se o candidato não comparecer ou chegar atrasado à entrevista, não a realizar seriamente ou mentir em seu perfil."
Mas não vá apressadinho no site. Por enquanto, só estadosunidenses podem se cadastrar. Além disso, atualmente, você só entra se for convidado por alguém já cadastrado, ou depois de uma análise do seu currículo. Oh yes, tem seleção pra se cadastrar lá. Se o pessoal não achar que você vá interessar os empregadores, nada feito.
De qualquer maneira, se você quiser, o site disponibiliza abertamente uma 'calculadora', pra você estimar o quanto a sua entrevista valeria no mercado. Aqui no NotchUp Calculator, você informa área de atuação, tempo de experiência, salário atual, etc., e o site calcula um preço estimado que as companhias pagariam pelo seu glorioso tempo numa entrevista =D.
Eu fiz, e vi que uma entrevista comigo valeria uns 200 dólares. Menos que a média, segundo a matéria ¬¬... De qualquer maneira, as perguntas estão em inglês, e você também deve fornecer o seu salário anual em dolares, pra calculadora funcionar.
Se for fazer, deixe aí nos comentários quanto a sua entrevista valeria. =P
Vira e mexe, no córrego que passa do lado do Shopping Iguatemi de Florianópolis, no bairro Santa Mônica, aparecem alguns jacarés. Especialmente em dias de sol, quando eles ficam ali parados pegando um bronzeado.
(Shopping Iguatemi Florianópolis)
Pois bem, hoje na hora do almoço, estava andando por ali, e saindo do Shopping, vejo um deles paradão, aproveitando o sol. Como estava com a câmera, já dei um clique:
(Jacaré do Santa Mônica - se é banguela, eu não sei)
(Vista de cima, de onde a foto do jacaré foi tirada)
Acho que eu já disse aqui, mas eu não sou um apreciador da cultura pop musical, e nem estou por dentro do que anda rolando em termos de música por aí. Raramente ouço rádio. Então, a maior parte das músicas que eu escuto, e que por tabela acabo gostando, vem de animes mesmo.
Essa música já é meio antiga, foi o terceiro encerramento de Bleach. Aliás, Bleach tem umas músicas muito legais de abertura e encerramento, inclusive já postei a sexta abertura, quando falei do ASIAN KUNG-FU GENERATION.
Voltando ao tópico, a música de hoje é Houki Boshi, que em português significa cometa ou estrela cadente. Ela é cantada pela sul coreana Younha, ou Yunna, se considerarmos a grafia do japonês.
Sim, é isso mesmo, a mulher é coreana e canta em japonês. Além de cantar bem, creio que fala japonês muito bem também. Na verdade, antes de ver na wikipedia, eu achava que ela era japonesa mesmo. Quero um dia falar japonês desse jeito. Na verdade ela não é a primeira, por exemplo temos a BoA, que também fez algum sucesso no Japão, mesmo sendo coreana.
Younha nasceu em Seul, em 1988, e começou a tocar piano quando tinha 4 anos, provavelmente influência dos pais, amantes de música. Através de J-Dramas, que são tipo novelinhas ou mini-séries japonesas, ela desenvolveu o interesse pela língua japonesa, vejam só =P. Daí, seu interesse só evoluiu, até o sonho de estrear no cenário musical pop japonês, o que ela conseguiu (senão, eu não estaria fazendo um post aqui =D).
Voltando à música, Houki Boshi é uma daquelas músicas que de vez em quando eu escuto, e acabo me emocionando. Uma combinação entre música e letra, assim como SUNDAY, que eu também já postei aqui.
Chega de delongas, vamos para os clipes, e abaixo, a letra com a tradução, se você quiser acompanhar:
Clipe original Houki Boshi:
Younha - Houki Boshi - Estrela cadente/cometa
yozora wo miage hitori houki boshi wo mita no isshun de hajikete wa kiete shimatta kedo anata no koto omou to mune ga itaku naru no ima sugu aitai yo dakedo sora wa tobenai kara
Você olhou sozinho pro céu e viu uma estrela cadente Instantaneamente você uma chama brilante mas Seu coração e seu peito torna-se extremamente dolorido Você quer conhecer agora mas não pode voar pelo céu
moshi atashi ga houki boshi ni nareta naraba sora kakenuke tondeiku donna ashita ga kite mo kono omoi wa tsuyoi dakara houki boshi zutto kowarenai yo
Se talvez eu pudesse me tornar uma estrela cadente Eu poderia voar pelo céu Que tipo de amanhã virá, com desejos profundos? Mas a estrela cadente nunca para
ame ga futte iyada to boyaiteita toki ni anata ga itta koto ima demo oboeteru ame no ato no yozora wa kirei ni hoshi ga deru sore wo kangaeru to ame mo suki ni nareru yone to
A chuva vem repentinamente esta hora ao anoitecer Você é assim mas lembre-se Após a chuva, o céu fica lindo com as estrelas Pense nisso que você vai começar a gostar da chuva também
moshi atashi ga houki boshi ni nareta naraba afureru hikari furasu yo itsumo kanashii toki yozora miru anata ga egao ni naru youni motto kagayakitai
Se talvez eu pudesse me tornar uma estrela cadente Eu poderia inundar sempre a chuva com luz A triste hora, você olha para o céu anoite Sua face sorridente ficaria mais radiante
anata wa itsumo hitori nanika to tatakatteiru? soba ni iru koto shika atashi ni wa dekinai kedo
Você está sempre sozinha e lutando Eu não posso estar do seu lado mas
moshi atashi ga houki boshi ni nareta naraba sora kakenuke tondeiku kitto kanarazu todoku kono isshun no hikari de anata no ima terashi sora wo megurou atashi ga houki boshi ni nareta naraba kitto soba ni ite ageru donna toki mo
Se eu pudesse me tornar uma estrela cadente Eu sei que eu poderia atravessar o céu e voar Com certeza chegaria a você com este raio de luz e iluminaria você e pelo céu da noite Se eu pudesse me tornar uma estrela cadente, Eu ficaria do seu lado pra sempre.
Letra retirada do site animeblade, todos os créditos e reclamações vão pra eles.
Na verdade, para cada esquadrão, Bleach teve um terceiro encerramento diferente. Vou colocar o encerramento com do 11o esquadrão, com o capitão mais foda de todos, huhuhuh (se você não faz idéia do que estou falando, experimente assistir o anime, ou então leia o mangá, que está saindo aqui no Brasil):
Se você gostou da Younha, no youtube tem vários clipes dela, inclusive alguns em coreano, só dar uma procurada lá.
No post ele coloca um vídeo, um curta-metragem francês que até ao Oscar concorreu, cujo título original é "J'attendrai le suivant...", e o título internacional é "I'll Wait for the Next One", ou em português, "Vou esperar pelo próximo...". O filme tem cerca de 4 minutos, e vale a pena ser visto, até porque ele é curtinho e não vai ser uma grande perda de tempo, se você não gostar. Antes de continuar, assista ele aqui embaixo:
Agora que você já deve ter visto o filme (já viu, não viu?), uns pequenos comentários...
Adorei esse filme. O jeito que a personagem da mulher é desenvolvido nesses poucos minutos, revelando boa parte de suas características, e se deixando encantar pelo homem fazendo a encenação, foi muito bom.
Admito que me deixei levar pela "realidade fantástica", e até acreditava, como a mulher, naquilo que o cara estava falando. Claro que acreditei porque era um filme... Imagine isso na vida real... Pra começar, o cara disse que era um "cientista da computação"... Hahaha. Como formado em Ciência da Computação, eu SEI que nenhum infeliz que tenha terminado esse curso faria algo assim. Não por ser meio bobo, mas porque não teríamos coragem mesmo.
Somos loucos, mas de um tipo diferente de loucura. Nunca vi um computeiro de verdade fazer alguma "loucura de amor", se jogar de um penhasco, essas coisas. No máximo, se o cara estiver muito deprê, ele monta um blog =P
OK, admito que a idéia pra essas tiras nasceu de um episódio de Família Dinossauros, inclusive a primeira tira é praticamente uma piada do Roy e do Dino.
Mas enfim, dizem que ness mundo nada se cria, tudo se copia, huahauhauhau.
Duas fotos que eu tire, por isso mesmo ficaram ruins, huhuhu.
Voltando pra casa, depois de um árduo dia de trabalho. OK, árduo não, mas chato.
Essa é em frente de casa, toda manhã e toda tarde, os pássaros ficam ali, nos fios, bolando planos para vencer os humanos e conquistar o mundo. Mas é só chegar um pouco perto, que eles saem em revoada, pra não deixarem a gente escutar =P
Saiu na folha online uma matéria sobre uns cientistas que conseguiram criar espermatozóides a partir de células-tronco da medula de uma mulher.
Isso significa que, num futuro não tão distante assim, caso essa técnica avance (e provavelmente vai avançar), casais lésbicos poderão ter filhos que serão biologicamente fruto das duas moças. Pronto. Esse é o último prego que faltava no caixão dos homens...
Ainda na mesma matéria, é citado um estudo envolvendo o processo sexualmente oposto, ou seja, criar óvulos a partir de células-tronco masculinas, neste caso ainda de ratos. Mesmo que isso no futuro, possa deixar casais homossexuais masculinos felizes com seus pimpolhos 100% geneticamente de fábrica, isso ainda não elimina a mulher do processo, já que o embrião seria colocado numa mulher, barriga de aluguel.
(A não ser, é claro, que fosse o Schwarzenegger num filme ruim...)
A pesquisa comparou a conduta de pessoas apaixonadas ou querendo se dar bem, com a conduta de pessoas que não estavam nem aí. "Segundo a pesquisa, as mulheres em plano de conquista gastam 95 quilocalorias por minuto para se vestir, contra 79 dos homens."
Isso pra mim não é nenhuma novidade. Mulheres SEMPRE se arrumam mais dos que os homens. Nós, homens, tomamos um banho rápido e estamos 90% prontos, basta colocar um perfume e uma roupa pros 100%. Agora, as mulheres... o ritual delas demora mais, envolve um banho mais elaborado, cuidados máximos com os cabelos, maquiagem e sei lá mais o quê. Fora a escolha do vestuário...
Em seguida, diz a matéria: "Além disso, elas gastam 11 quilocalorias no contato visual, contra apenas três dos homens. No entanto, no momento de convidar para sair, os homens gastam 95 quilocalorias, contra 37 das mulheres."
Tem toda a lógica do mundo. Enquanto nós, machos trogloditas, temos que ser mais diretos, chegar chegando na mina, sermos charmosos e eticetra, para as mulheres o jogo é diferente, mais baseado no jogo de olhar. Deve ser por isso que elas gastam mais energia no contato visual.
(Hummm, quem resiste a um olhar desses? Foto tirada desse post do Minhas Lindas, um blog de e para mulheres, mas que eu também leio =D )
E a última notícia do dia deve agradar a todas as mulheres (e marmanjos também): Empresa japonesa cria fusão de morango com chocolate. O "morangolate" ou "chocorango" (n_n) mantém por fora a aparência de um morango normal, mas quando mordido, libera o sabor de chocolate branco.
A técnica, originalmente usada em indústrias na fabricação de coisas como chassis de trem-bala (!), consiste em retirar a água do morango, e injetar chocolate branco no lugar. Segundo a matéria, fica delicioso.
(E eu que nem gosto muito de morango... Eu queria mesmo é estar na pele desse morango aí da foto)