2017-11-17

Experiência como autônomo não compromete o currículo - by Max Gehringer

Transcrição do comentário do Max Gehringer para a rádio CBN, do dia 17/11/2017, com um ouvinte que estava desempregado, conseguiu um trabalho como autônomo e quer saber se isso irá prejudicá-lo futuramente na carreira.

Áudio original disponível no site da CBN. E se você quiser ler os comentários anteriores do Max Gehringer, publicados aqui, basta clicar neste link.

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Experiência como autônomo não compromete o currículo

autônomo

Um ouvinte escreve: "Após meses procurando um novo emprego depois de ser demitido, consegui ser contratado por uma empresa, mas como autônomo. Para tanto, tive que criar uma empresa pessoal para fornecer notas fiscais de serviço a meu novo empregador. Pergunto se essa situação poderá vir a me prejudicar em futuras oportunidades de emprego, já que antes eu sempre havia sido um empregado CLT."

Não, não irá prejudicar. Essa é uma forma de emprego que já deixou de ser novidade e que tende a aumentar com as novas leis trabalhistas, que permitem a negociação direta entre empregado e empregador.

Caso você decida continuar procurando uma função melhor do que essa que conseguiu, e se candidate a vagas em empresas que irão preferir manter seus contratados em regime de CLT, quem for entrevistá-lo não irá se preocupar com o fato de você ser um prestador de serviço autônomo. O que importa é o trabalho que você executa e que não terá diferença somente em razão da modalidade do emprego.

Mas você precisará aprender a fazer contas que antes não fazia. Um autônomo, usualmente, tem um salário maior que um celetista, para compensar a falta de décimo-terceiro, fundo de garantia e assistência médica. Em outras palavras, se um autônomo aceitar uma remuneração igual à que tinha como CLT, ele estará ganhando cerca de 20% menos do que ganhava.

Max Gehringer, para CBN.


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