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2016-04-14

As surreais e sombrias pinturas com um toque renascentista de Mike Davis

Mike Davis é um artista americano que trabalha como pintor e tatuador. Como pintor, sua obra se concentra em pinturas surreais e sombrias, que usam um estilo visual renascentista. Explorando temas rurais, religiosos e filosóficos, o artista cria pinturas que lembram as obras de grandes mestres renascentistas que pintavam paisagens rurais e temas místicos, mas com uma reviravolta fantástica e surreal, ao estilo de mestres do surrealismo.

Tendo um conjunto de interesses multifacetado, Mike Davis é um pintor autodidata. Ele atribui seu interesse pela arte à sua mãe, que sempre se envolvia em projetos de artesanato quando ele era criança. Desde então, ele tem aumentado seus conhecimentos estudando história da arte, especialmente os pintores renascentistas do norte da Europa, cuja inspiração em seus trabalhos é notável. Atualmente ele tido bastante reconhecimento, tanto com seu trabalho como tatuador, quanto com seu trabalho como pintor.

As pinturas de Mike Davis nos levam a cenários oníricos de uma Europa saída do medieval, mas não para o renascentismo clássico, mas para um renascentismo surreal e fantástico. Suas pinturas retratam elementos rurais e místicos, com temas sobre a vida, morte, religião e arte.

Vejam as surreais e sombrias pinturas com um toque renascentista de Mike Davis:

Mike Davis pinturas surreais sombrias estilo renascentistas moderno morte rural renascentismo

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Imagens via site de Mike Davis. Dica via SupersonicArt - Mike Davis’s Modern Northern Renaissance Paintings.

2014-05-02

Se eu tivesse tido mais tempo faria tanta coisa - by Max Gehringer

Transcrição do comentário do Max Gehringer para a rádio CBN, do dia 02/05/2014, com uma reflexão sobre a vida e o tempo que temos.

Áudio original disponível no site da CBN. E se você quiser ler os comentários anteriores do Max Gehringer, publicados aqui, basta clicar neste link.

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Se eu tivesse tido mais tempo faria tanta coisa

ter mais tempo

Se eu tivesse tido mais tempo, certamente teria estudado mais. Sem dúvida, teria viajado mais. Muito mais. Com certeza, teria feito mais coisas que me dariam prazer em vez de fazer coisas somente para cumprir com tediosas obrigações.

Se eu tivesse tido mais tempo, certamente teria me dedicado a causas ecológicas. Sem dúvida, teria fundado uma ONG para auxiliar a quem necessitasse de auxílio. Com certeza, teria participado de grupos que tivessem uma visão social compatível com a minha.

Se eu tivesse tido mais tempo, certamente teria aprendido a tocar, pelo menos, um instrumento musical. Sem dúvida, teria composto, no mínimo, uma canção. Com certeza, teria aprendido a cozinhar, a pintar, a modelar.

Se eu tivesse tido mais tempo, certamente teria me preocupado menos em me comportar de acordo com as regras que estavam em desacordo com as minhas convicções. Sem dúvida, teria tido a coragem de desagradar a todos aqueles a quem agradei só para evitar críticas. Com certeza, teria evitado gastar dinheiro em coisas que eu só quis ter porque os outros também tinham.

Se eu tivesse tido mais tempo, certamente teria lido mais livros. Sem dúvida, teria escrito meus próprios livros. Com certeza, teria plantado uma floresta.

E agora, ao meditar sobre tudo isso, uma única questão me aborrece. Por que, em vez de aproveitar o tempo que ainda tenho, continuo me lamentando por tanta coisa que poderia ter feito, em vez de fazer alguma coisa que daqui a algum tempo vou me lamentar por não ter feito?

Max Gehringer, para CBN.

2014-03-25

'Trabalho consome todo o meu tempo' - by Max Gehringer

Transcrição do comentário do Max Gehringer para a rádio CBN, do dia 25/03/2014, com uma ouvinte que não tem tempo para nada pois o trabalho consome todo o seu tempo.

Áudio original disponível no site da CBN. E se você quiser ler os comentários anteriores do Max Gehringer, publicados aqui, basta clicar neste link.

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'Trabalho consome todo o meu tempo'

sem tempo

Uma ouvinte escreve: "Tenho 27 anos e ganho um bom salário. Mas minha maior preocupação no momento é melhorar a minha qualidade de vida, porque o meu trabalho consome todo o meu tempo e não me permite fazer mais nada."

Bom, de fato, a qualidade de vida é essencial para a sanidade física e mental. Para desfrutar dela em sua plenitude, você precisaria ter um emprego que não lhe tomasse muito tempo no trajeto de casa ao trabalho e vice-versa, não lhe exigisse horas adicionais de expediente, não fosse estressante e pagasse um bom salário. Você conhece alguém com menos de 30 anos que conseguiu tudo isso? Eu não conheço.

Na iniciativa privada, a construção de uma carreira que lhe proporcione recursos financeiros suficientes para você ter o que deseja, vai no sentido oposto. Ela demanda tempo e dedicação integral. A qualidade de vida, nesse caso, está mais ligada a como você utiliza as poucas horas que sobram, para caminhar, meditar, exercitar-se, ler, escrever, viajar ou dedicar-se a algum hobby que lhe dê satisfação.

Evidentemente, se o dinheiro não for importante, você pode ter uma atividade que lhe proporcione paz de espírito. Mas aí, teria que se acostumar a viver sem muita coisa que os jovens apreciam ou enxergam como indispensáveis, e que custam caro.

Se você está disposta a deixar a carreira em segundo plano e viver uma existência mais frugal e mais idílica, vá em frente. Caso contrário, mantenha o foco na carreira e acumule recursos enquanto é jovem, para depois poder desfrutá-los a seu gosto.

Max Gehringer, para CBN.

2014-03-04

As surreais esculturas "invisíveis" ou "rasgadas" de Bruno Catalano

Bruno Catalano é um artista francês que começou sua carreira como escultor em 1990. Desde então, ele vem produzindo peças com um estilo particular, procurando sempre capturar a atenção do espectador. Trabalhando basicamente com bronze, as esculturas de Catalano retratam pessoas, quase sempre viajantes, com grandes pedaços faltando, como se partes de seus corpos estivessem invisíveis, rasgadas ou com buracos. A impressão, à primeira vista, é que a parte superior das esculturas parecem estar flutuando.

bruno catalano esculturas invisíveis corpo rasgado buraco transparente arte viagem

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Tendo passado boa parte de sua infância no Marrocos (e saído de lá aos 12), Bruno Catalano passou grande parte da sua juventude viajando, inclusive tendo sido marinheiro. Junto com as constantes partidas e mudanças, o artista começou também a sentir aquela sensação ou sentimento de sempre deixar algo para trás, algo que nunca poderia ser recuperado. (Como a velha frase, "você nunca consegue retornar ao lar". Isso porque quando você retorna, mesmo que o lugar não tenha mudado, com certeza você mudou). Na visão metafórica de Catalano, esses pedaços que perdemos, que deixamos para trás e que não recuperaremos, são os buracos e partes invisíveis de suas esculturas. Para o artista, suas esculturas com homens e mulheres com grandes pedaços do corpo faltando representam cidadãos globais.

Todos passamos por diversas experiências. Algumas boas, outras ruins. E mesmo que não viajemos no sentido concreto do termo, todos temos nossa viagem pela vida, metaforicamente ou não. E todos, uma hora ou outra, perdemos partes pelo caminho. Mas, como nas esculturas de Catalano, o importante é continuarmos na nossa jornada.

Além de ter como inspiração a viagem em si, Bruno Catalano parece ser um grande admirador de Van Gogh, já que em diversas esculturas, ele retrata o artista do impressionismo, sempre com sua bolsa de viagem e andando (Van Gogh sempre foi fã, se podemos dizer assim, de longas caminhadas). Neste post, além de imagens somente das esculturas, reuni também imagens de uma exposição que o artista realizou ao ar livre em Marselha (França). O efeito das esculturas com pedaços faltando em ambientes abertos, deixando livre a visão da paisagem através das esculturas, é espetacular e impressionante.

Vejam as surreais esculturas "invisíveis" ou "rasgadas" de Bruno Catalano:

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Imagens via site de Bruno Catalano. Dica via Beautiful/Decay - Bruce Catalano’s Figurative Sculptures That Vanish In Space.

2013-10-10

'Em termos numéricos, o que é ganhar bem?' - by Max Gehringer

Transcrição do comentário do Max Gehringer para a rádio CBN, do dia 09/10/2013, sobre o quanto, em termos numéricos, é ganhar bem, e o que é realmente ser bem sucedido profissionalmente.

Áudio original disponível no site da CBN. E se você quiser ler os comentários anteriores do Max Gehringer, publicados aqui, basta clicar neste link.

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'Em termos numéricos, o que é ganhar bem?'

ganhar bem salário dinheiro

Escreve uma jovem ouvinte que está ingressando no mercado de trabalho: "Eu sei", ela diz, "que a gente deve buscar satisfação no emprego, qualidade de vida e equilíbrio espiritual. Mas considero que isso são abstrações. E pergunto: em termos numéricos, o que é ganhar bem?"

Vamos lá, direto ao ponto. Quem ganha mais de 25 salários mínimos por mês já ingressa em uma faixa privilegiada nas estatísticas salariais. Nem 5% dos profissionais brasileiros têm o salário superior a esse. Quem ganha mais de 50 salários mínimos atinge o chamado topo da pirâmide: acima disso, só os faraós.

Mas leve em conta que as coisas não acontecem rapidamente. Na verdade, nos dois ou três primeiros anos de carreira, parece que nada vai acontecer. Você começará ganhando entre dois e três salários mínimos.

No quarto ano de carreira seu salário seja talvez o dobro do que era quando você começou. Mas isso só acontece porque o salário inicial era muito baixo.

Muita gente acredita que nesses primeiros anos a solução é ficar trocando de emprego. Não é, porque a faixa salarial para uma mesma função não varia muito de empresa para empresa.

Só lá pelo sétimo ano é que os saltos salariais começam, de fato, a pipocar. Não para todo mundo, mas para quem soube se diferenciar nos anos anteriores, através de resultados e relacionamentos.

É isso, mas não é só isso. Uma pessoa somente pode se considerar realmente bem sucedida profissionalmente quando a preocupação prioritária com o salário é substituída por abstrações, como qualidade de vida e equilíbrio espiritual.

Max Gehringer, para CBN.

2013-04-20

Dinheiro é tudo o que importa [comics]

Mais uma tirinha do Malvados, sobre o que move o mundo: dinheiro.

malvados comics

- Ninguém pensa nas necessidades do coração. O dinheiro é a única coisa que importa. Não é um mundo terrível?
- É, mas você não tem dinheiro para comprar outro.

Vejo esses quadrinhos via Quadrin.

2013-04-13

Esse é um mundo louco [comics]

Os quadrinhos dos Malvados sempre são demais:


Fiz amigos, curti e compartilhei.
É um castelinho de mentiras? Sim
Mas é preciso ser muito louco para viver na realidade.

Acompanho sempre as tirinhas da folha no Quadrin.

2013-03-15

Entrevistas de emprego: Reprovação não é o fim, mas um novo começo - by Max Gehringer

Transcrição do comentário do Max Gehringer para a rádio CBN, do dia 15/03/2013, sobre como as reprovações em entrevistas de emprego e na vida.

Áudio original disponível no site da CBN (link aqui). E se você quiser ler os comentários anteriores do Max Gehringer, publicados aqui, basta clicar neste link.

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Reprovação não é o fim, mas um novo começo

reprovado

Uma palavrinha que já me incomodou muito e que ainda incomoda muita gente é "reprovação". Aliás, não só incomoda, como causa danos enormes ao ego. Porque, nessa vida, em média, todos nós somos mais reprovados do que aprovados. E cada reprovação faz com que aquela confiança que temos em nós mesmos, encolha mais um pouquinho. Ser reprovado na escola é uma vergonha, ser reprovado num exame de motorista é uma humilhação e ser reprovado numa entrevista de seleção é uma frustração sem tamanho.

Para minha sorte, eu fui reprovado logo na minha primeira entrevista de emprego. Eu tinha 16 anos e me apresentei junto com outros vinte e tantos candidatos para uma vaga numa fábrica de sapatos. Ensaiei direitinho tudo o que eu tinha para falar, mas nem cheguei a ser entrevistado, porque fui reprovado antes, no teste numérico. Graças a meu nervosismo, demorei demais para completar quatro continhas de multiplicação e fui expurgado do processo.

Eu disse que essa tinha sido a minha sorte? Disse, porque quando eu já ia saindo, cabisbaixo e achando que eu nunca mais iria conseguir um emprego na vida, o recrutador veio conversar comigo e me explicou que reprovação não era bem o que eu pensava que era.

"A palavra reprovação", ele me falou, "não significava eliminação. Significava, em bom latim, 'provar novamente'". E, aí, ele me disse uma frase que me acompanhou pelo resto da minha carreira: "Uma reprovação não é um fim, é um novo começo".

"Hoje", ele me disse, "você não provou que é ruim. E ainda terá muitas chances para provar que é bom, desde que nunca desista de tentar".

Max Gehringer, para CBN.

2012-10-16

As incríveis ilustrações digitais ilustrando histórias pós-apocalípticas e jornadas zen, de Nick Pedersen

O artista americano Nick Pedersen mistura desenhos e fotografias para criar suas ilustrações multimídia. O jovem artista tem geralmente como temas, assuntos das atuais preocupações dos jovens, como o meio ambiente (e suas políticas e consequências) ou a jornada para um auto-conhecimento. Além disso, se as ilustrações de Pedersen já são incrivelmente belas individualmente, elas ainda contém uma narrativa, uma história a ser descoberta se forem agrupadas.

Neste post, trago algumas das ilustrações de duas séries do artista, Sumeru e Ultima. Vejam as incríveis ilustrações digitais ilustrando histórias pós-apocalípticas e jornadas zen, de Nick Pedersen:

Sumeru - em belas ilustrações em preto e branco, em um clima que lembra antigos filmes de samurais ronins solitários, Nick Pedersen ilustra metaforicamente a jornada mental que a prática e o treinamento zen budista trazem. Nas palavras do autor: "Na literatura, a palavra 'terra' é comumente usada como um símbolo para a 'mente', e através de uma série de imagens montadas com fotografias, eu transformei em imagens a exploração das profundezas deste mundo-mente metafórico. A narrativa segue uma aventura espiritual, enquanto a linha da história simbolicamente vagueia por vários estados de consciência e percepção".


nick pedersen ilustrações mundo zen monge budista

Trilha de lama e água gotejamento

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Vinhas emaranhadas

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Capturando o tigre

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Flores no céu

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Montanhas e águas

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Seguindo o vento

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Névoa flutuante

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A montanha da escuridão

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Silêncio trovejante

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Uma lâmina de morte

Ultima - nesta série de ilustrações, o artista junta diversas referências fotográficas para criar um mundo pós-apocalíptico em que a natureza começa a reclamar de volta os espaços urbanos, transformando a selva de pedra em apenas selva novamente. Nas palavras de Pedersen: "Esse trabalho é profundamente fundamentado no ambientalismo, mostrando minha preocupação com o futuro, mostrando os modos como as criações do homem têm impacto no planeta. É primariamente sobre o conflito moderno entre o mundo feito pelo homem e o mundo natural, e entre a cultura moderna e a primitiva. (...) Eu retrato isso como uma luta épica e em meus trabalhos essas forças se confrontam em campos de batalha teatrais pós-apocalípticos. Meu objetivo com esse projeto é criar justaposições impressionantes entre as ruínas de civilizações modernas e uma utopia ecológica futurista. A progressão da narrativa mostra uma redescoberta das reminiscências pertencentes a um passado esquecido."


nick pedersen ilustrações mundo pós-apocalíptico natureza ambientalismo

O caminho dos Antigos

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Besta com pele de metal

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Vila esquecida

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Ponte para as ruínas

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A boca da caverna

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Cemitério

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O limite da água

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O velho mundo

Para ver todas as imagens de Sumeru, que contém uma narrativa mais detalhada da jornada do monge zen, clique neste link do perfil de Nick Pedersen no Behance. Para ver todas as imagens de Ultima, bem como fotos que foram usadas para compor a ilustração final, clique neste outro link no Behance. Dica via Empty Kingdom - Nick Pedersen.
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