2016-07-05

As pinturas a óleo de mulheres tatuadas com um toque pin-up de Chris Guest

Chris Guest é um artista inglês que produz pinturas usando técnicas clássicas. Usando principalmente tinta a óleo, Chris Guest produz pinturas que misturam técnicas realistas tradicionais e fortes pinceladas com um toque impressionista. Entretanto, o que mais chama a atenção na arte de Guest são os seus retratados, ou melhor, suas mulheres retratadas.

O foco do trabalho de Chris Guest são os retratos de pessoas tatuadas, em especial, mulheres tatuadas. Retratando belas mulheres tatuadas com um toque de pin-ups modernas, o artista cria uma interessante dicotomia entre o estilo clássico de suas técnicas de pintura e o estilo despojado e contemporâneo que as suas mulheres tatuadas emanam.

De fato, as mulheres tatuadas com toques pin-up nas pinturas de Chris Guest são exemplos do zeitgeist que vivemos, com o empoderamento das mulheres, sem esquecer o feminino. Elas são femininas, belas e sensuais, além de serem fortes, complexas, independentes e livres.

Vejam as pinturas a óleo de mulheres tatuadas com um toque pin-up de Chris Guest:

Chris Guest pinturas retratos mulheres tatuadas pin-ups tatuagem sensuais fortes

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Chris Guest pinturas retratos mulheres tatuadas pin-ups tatuagem sensuais fortes

Imagens via perfil de Chris Guest no Facebook. Dica via SupersonicArt - Chris Guest Paintings.

'É justo que os líderes tenham benefícios melhores?' - by Max Gehringer

Transcrição do comentário do Max Gehringer para a rádio CBN, do dia 05/07/2016, com uma ouvinte que não acha justo os ocupantes de cargos mais altos terem melhores benefícios.

Áudio original disponível no site da CBN. E se você quiser ler os comentários anteriores do Max Gehringer, publicados aqui, basta clicar neste link.

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'É justo que os líderes tenham benefícios melhores?'

cargos de liderança

Uma ouvinte escreve: "Trabalho em uma empresa que oferece benefícios melhores aos ocupantes de cargos de liderança do que aos demais empregados. Isso não me parece justo. Como posso abordar esse assunto com o meu superior?"

Você poderia perguntar a ele, sem mencionar a sua insatisfação, qual seria a razão para tal diferença. Se o seu superior for uma pessoa compreensiva, imagino que ele lhe dirá mais ou menos o seguinte: os salários para os cargos de liderança também são mais altos em razão das exigências dessas funções, e a concessão de benefícios diferenciados segue a mesma lógica.

Ele lhe explicaria também que os felizardos que ocupam os mais altos escalões da empresa, como os diretores, têm direito a carros, escola para os filhos e outras benesses que o seu superior ainda não tem, mas espera ter algum dia, quando chegar lá em cima. Ele ponderará que não enxerga essas diferenças como uma injustiça, mas como um incentivo para que todos estejam cientes daquilo que podem conseguir.

Dito isso, você está muito certa em externar o seu desagrado, embora o alvo dele não seja somente a sua empresa, mas o mercado de trabalho como um todo. Precisamos que o Brasil chegue o mais breve possível ao nível dos países socialmente desenvolvidos, com diferenças salariais menos exageradas do que são por aqui e com os menores salários num patamar de decência, que hoje eles não têm.

Max Gehringer, para CBN.

2016-07-04

Anjos e demônios nas ilustrações de fantasia para games de Cheng Xu a.k.a. Crow God

Já falei sobre o trabalho do artista taiwanês Cheng Xu, mais conhecido como Crow God, anteriormente, quando mostrei algumas de suas incríveis ilustrações de fantasia para o card game Legend of the Cryptids. Entretanto, como o trabalho do artista é bem extenso, decidi mostrar mais um pouco de suas ilustrações, também para o game Legend of the Cryptids, mas com um tema mais específico: anjos e demônios.

Nestas ilustrações de fantasia, Cheng Xu retrata anjos e demônios, de variadas formas: sejam sensuais anjas guerreiras, sejam mulheres feiticeiras demoníacas ou príncipes demônios cercados pelo seu secto de escravas luxuriosas. Seja envoltos com suas asas esvoaçantes ou cercadas por fogo infernal, os personagens ilustrados por Crow God são exemplos de como a fantasia vê o eterno embate entre o paraíso e as profundezas abissais.

Vejam os anjos e demônios nas ilustrações de fantasia para games de Cheng Xu a.k.a. Crow God:

Cheng Xu crow-god deviantart ilustrações fantasia games legend of cryptids anjos e demônios

Cheng Xu crow-god deviantart ilustrações fantasia games legend of cryptids anjos e demônios

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Cheng Xu crow-god deviantart ilustrações fantasia games legend of cryptids anjos e demônios

Vejam também:
- As incríveis ilustrações de fantasia para games de Cheng Xu a.k.a. Crow God

Imagens via perfil de Cheng Xu, a.k.a. Crow God, no DeviantArt.

'Atuei como gerente interino e não serei considerado como efetivo' - by Max Gehringer

Transcrição do comentário do Max Gehringer para a rádio CBN, do dia 04/07/2016, com um ouvinte que atuou como gerente interino por quatro meses, mas que agora será substituído por um gerente contratado de fora.

Áudio original disponível no site da CBN. E se você quiser ler os comentários anteriores do Max Gehringer, publicados aqui, basta clicar neste link.

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'Atuei como gerente interino e não serei considerado como efetivo'

gerente

Um ouvinte escreve: "Durante quatro meses atuei como gerente interino do meu setor. O gerente efetivo pediu demissão de repente e fui encarregado de suprir a ausência dele. Nesses quatro meses procurei orientar o trabalho de meus colegas, sem dar ordens e nem censurar ninguém, ou seja, sem deixar que a função temporária me subisse à cabeça. Agora recebi a informação de que a empresa iniciou o processo para contratar um novo gerente. Eu esperava ser considerado para uma promoção, mas não fui. E pergunto: por que não?"

Bom, possivelmente porque você demonstrou ser um bom interino, mas não necessariamente um bom gerente. A sua escolha certamente se deu porque você vinha mostrando mais potencial do que qualquer um dos seus colegas para assumir o setor. Sem dúvida, o seu desempenho foi visto e avaliado durante o período de interinidade.

Se, como você escreveu, o seu trabalho se limitou a manter o setor funcionando, o que talvez tenha lhe faltado foi demonstrar à direção que você possuía as qualificações necessárias a um cargo gerencial. Como, por exemplo, visão estratégica, implantação de algum programa de produtividade ou um estilo mais firme de liderança.

Posso lhe sugerir confirmar tudo isso com quem decidiu contratar o novo gerente. E aproveitar para manifestar o seu desejo de vir a merecer uma nova oportunidade no futuro.

E não se sinta frustrado, porque você não saiu prejudicado da experiência e continua à frente da fila.

Max Gehringer, para CBN.

2016-07-01

Fantasia e terror nas sombrias ilustrações para o game Magic: the Gathering de Vincent Proce

Vincent Proce é um artista americano que trabalha como ilustrador e artista conceitual. Apesar de também desenvolver ilustrações com temas de ficção científica, os principais temas de Vincent Proce são relacionados a fantasia com um toque de terror.

Além de desenvolver pinturas tradicionais, artes conceituais e ilustrações para capas de livros, Vincent Proce é particularmente conhecido por suas ilustrações para o famoso card game Magic: the Gathering, em que ele explora o desenvolvimento de cenários de fantasia, assim como personagens e criaturas fantásticas, tudo com um clima meio sombrio e com toques de terror.

Vejam a fantasia e terror nas sombrias ilustrações para o game Magic: the Gathering de Vincent Proce:

Vincent Proce ilustrações fantasia sombrio terror card game magic the gathering

Vincent Proce ilustrações fantasia sombrio terror card game magic the gathering

Vincent Proce ilustrações fantasia sombrio terror card game magic the gathering

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Vincent Proce ilustrações fantasia sombrio terror card game magic the gathering

Vincent Proce ilustrações fantasia sombrio terror card game magic the gathering

Vincent Proce ilustrações fantasia sombrio terror card game magic the gathering

Imagens via site de Vincent Proce. Dica via The Design Inspiration - Havengul Skaab Magic the Gathering.

'Sou recém-formado e recebi responsabilidades que não estudei' - by Max Gehringer

Transcrição do comentário do Max Gehringer para a rádio CBN, do dia 01/07/2016, com um recém-formado que entrou em uma pequena empresa e está recebendo várias responsabilidades diferentes.

Áudio original disponível no site da CBN. E se você quiser ler os comentários anteriores do Max Gehringer, publicados aqui, basta clicar neste link.

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'Sou recém-formado e recebi responsabilidades que não estudei'

novo trabalhador

Escreve um ouvinte: "Sou recém-formado e fui admitido por uma pequena empresa. Meu chefe me passou responsabilidades que envolvem vários setores com os quais nunca tive contato e nem estudei a respeito. E ele vem me cobrando resultados. Estou perdido e confuso, não sei como me organizar para dar conta de tudo isso. O que faço?"

Bom, primeiro agradeça por estar tendo essa oportunidade. Depois que você passar por ela, não importa se bem ou mal, tudo irá lhe parecer menos complicado.

Minha experiência com empresas pequenas me ensinou duas coisas: a primeira é que a hierarquia é bem clara, isto é, o dono manda e o resto obedece. E a segunda é que as prioridades são definidas pela urgência de momento e não por um planejamento prévio.

Creio que você tenha a impressão de que a empresa é desordenada, mas isso não é verdade. As cobranças diárias irão lhe mostrar o que, na cabeça do seu chefe, tem mais importância. Muitas vezes você terá que interromper um trabalho que vinha fazendo para se dedicar a outro que surgiu de repente, mas isso faz parte do aprendizado.

O que posso lhe sugerir é não gastar o seu tempo, pelo menos por enquanto, tentando pensar no que pode ser feito para consertar a situação. Você estará sendo avaliado mais pela rapidez com que reage a fatos novos. Dentro de uns três meses, você já estará adaptado e grato, por estar vivendo, na prática, o que nenhuma escola ensina em teoria.

Max Gehringer, para CBN.

'Minha filha tem mestrado e intercâmbios, mas nunca teve emprego fixo' - by Max Gehringer

Transcrição do comentário do Max Gehringer para a rádio CBN, do dia 30/06/2016, com uma ouvinte cuja filha tem uma vasta experiência acadêmica e nenhuma profissional, e por isso está com dificuldade em encontrar um emprego.

Áudio original disponível no site da CBN. E se você quiser ler os comentários anteriores do Max Gehringer, publicados aqui, basta clicar neste link.

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'Minha filha tem mestrado e intercâmbios, mas nunca teve emprego fixo'

mulher estudiosa

Uma mãe ouvinte escreve: "Minha filha tem duas graduações, uma pós, um mestrado e dois intercâmbios. Sempre fiquei muito orgulhosa pelos progressos dela nos estudos e sempre a apoiei. Porém, agora, ela está chegando aos 30 anos sem nenhum registro em carteira. Como nunca teve um emprego fixo, quando ela se candidata a uma vaga, dificilmente é chamada. Nas poucas vezes em que é, não passa da primeira fase do processo. Pergunto: o que há de errado com as empresas?"

Bom, ao que eu saiba, muita coisa. Mas nenhuma que se aplique ao caso da sua filha. Empresas contratam profissionais adequados a uma vaga oferecida. Quando se trata do primeiro emprego, como é o caso da sua filha, o salário é baixo e as exigências acadêmicas não são muitas, apenas uma graduação já seria suficiente.

De modo geral, empresas relutam em admitir profissionais com muita bagagem acadêmica e sem nenhuma experiência prática, porque usualmente eles não irão se sentir bem, fazendo durante um ou dois anos, um tipo de trabalho que pode ser executado por alguém com muito menos estudo.

O que posso sugerir à sua filha é tentar um concurso público, que elimina a fase da entrevista e seleciona os que se dão melhor em testes escritos. Com o conhecimento que adquiriu, sua filha poderá se sair muito bem. Mas sugiro que ela já comece fazendo um teste, em vez de dedicar mais alguns anos a se preparar para concursos.

Max Gehringer, para CBN.

'Fui preterido na transferência para a matriz por um colega mediano' - by Max Gehringer

Transcrição do comentário do Max Gehringer para a rádio CBN, do dia 29/06/2016, com um ouvinte que trabalha numa filial e foi preterido numa indicação para trabalhar na matriz da empresa.

Áudio original disponível no site da CBN. E se você quiser ler os comentários anteriores do Max Gehringer, publicados aqui, basta clicar neste link.

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'Fui preterido na transferência para a matriz por um colega mediano'

viajar a trabalho

Um ouvinte escreve: "Trabalho na filial de uma grande empresa. Meu objetivo é ser transferido para a matriz dela e essa oportunidade existe. A cada ano, alguns profissionais de filiais são selecionados a partir de indicações dos seus gerentes. Sempre tive um bom desempenho em meu trabalho e nunca recebi críticas, mas não fui um dos selecionados este ano. Meu gerente optou por um funcionário mediano, que faria menos falta do que eu. O que devo fazer? Deixar de ser bom para ser mediano?"

Vamos lá. Nas empresas em que trabalhei e que tinham processos de transferências semelhantes ao que você descreveu, eu nunca vi um caso igual ao que você relatou. Pelo contrário, os superiores sempre indicavam os melhores subordinados, porque essa indicação conta pontos também na avaliação do superior e indicar alguém apenas mediano seria um risco.

Possivelmente há outros motivos, além do seu bom desempenho, para você não ter sido indicado. O que talvez tenha falhado no seu caso foi a falta de uma explicação do seu gerente para você ter sido preterido.

Sugiro que você fale com ele, manifeste novamente o seu desejo de ir para a matriz e pergunte o que lhe falta mostrar para conseguir essa indicação, mas sem criticar o seu colega que foi escolhido dessa vez e nem fazer qualquer alusão aos métodos do gerente.

Quando você tiver todos os requisitos desejados pela matriz, não tenha dúvidas de que você conseguirá a transferência.

Max Gehringer, para CBN.

'Perdi meu emprego para proteger um colega gatuno' - by Max Gehringer

Transcrição do comentário do Max Gehringer para a rádio CBN, do dia 28/06/2016, com um ouvinte que não denunciou um colega ladrão e foi demitido junto com todo o seu setor por causa disso.

Áudio original disponível no site da CBN. E se você quiser ler os comentários anteriores do Max Gehringer, publicados aqui, basta clicar neste link.

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'Perdi meu emprego para proteger um colega gatuno'

trabalhador gatuno

Escreve um ouvinte: "Passei por uma situação muito constrangedora no meu trabalho. Um equipamento, de certo valor, desapareceu. E o gerente disse que demitiria todos nós se o culpado não se acusasse. Nós não acreditamos nele porque somos cinco funcionários no setor e duvidamos que ele tomasse essa medida maluca.

Tentamos argumentar que a peça poderia ter sido levada por alguém de outra área, mas a verdade é que sabíamos quem tinha sido e era mesmo um dos nossos colegas. O culpado não se acusou e o gerente cumpriu a ameaça: fomos todos demitidos. Perdi meu emprego para proteger um colega gatuno, mas ao mesmo tempo, eu não me sentiria bem se fosse o primeiro a apontar o dedo. E agora, o que posso dizer em entrevistas?"


Bom, se você contar essa história, certamente não conseguirá um emprego. Porque na cabeça de um entrevistador, você é um dos presumíveis culpados pelo furto. Seria melhor você afirmar que houve uma redução de quadro, algo bastante comum no mercado nestes tempos ruins.

Mas em seu lugar eu tentaria conseguir o emprego anterior de volta, ligando para o gerente, dizendo que ele estava certo e que você não deveria ter acobertado um colega que não merecia essa deferência. Se você era um bom funcionário, há chances de o gerente querer o seu retorno.

Quanto a você ter se calado, tudo bem, ninguém gosta de ser dedo-duro. Mas no futuro considere que há ocasiões melhores para você se manter de boca fechada.

Max Gehringer, para CBN.