2016-11-08

O espaço e o universo aprisionados em pequenas bolas de vidro nas incríveis esculturas de Satoshi Tomizu

Satoshi Tomizu é um artista japonês cujo trabalho é uma mistura de joalheria, arte, ciência e artesanato. Suas criações são pequenas bolas de vidro transparente, em cujo interior Satoshi Tomizu cria cenários que nos remetem a imagens de longínquos e inexplorados universos espaciais. Em cada peça o artista coloca também uma alça, para ela ser usada como um pingente.

Do tamanho aproximado de um globo ocular, as esculturas de vidro de Satoshi Tomizu são criadas usando-se uma opala negra ou uma opala branca no centro, que geralmente representa um planeta ou uma estrela. Ao redor, o artista nos brinda com traços concêntricos formados por vidro colorido e ouro em pó, criando efeitos incrivelmente belos. O resultado final são peças que unem a beleza do espaço inexplorado, da ciência astronômica e da técnica apurada do artista.

Vejam o espaço e o universo aprisionados em pequenas bolas de vidro nas incríveis esculturas de Satoshi Tomizu:

Satoshi Tomizu arte vidro escultura joalheria universos espaço

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Satoshi Tomizu arte vidro escultura joalheria universos espaço

Imagens via site de Satoshi Tomizu, seu perfil no Facebook e este post em Colossal - Space Glass: Extraordinary Solar Systems and Flowers Encased in Glass by Satoshi Tomizu. Dica via Beautiful/Decay - Satoshi Tomizu Traps Space, Galaxies And Planets Into Tiny Glass Spheres.

'Fui demitido de uma empresa envolvida na Lava-jato e não me recoloco' - by Max Gehringer

Transcrição do comentário do Max Gehringer para a rádio CBN, do dia 08/11/2016, com um ouvinte que trabalhava numa empresa envolvida na Lava-jato e que agora não consegue emprego.

Áudio original disponível no site da CBN. E se você quiser ler os comentários anteriores do Max Gehringer, publicados aqui, basta clicar neste link.

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'Fui demitido de uma empresa envolvida na Lava-jato e não me recoloco'


Um ouvinte escreve: "Trabalhei em uma empresa que foi envolvida no famigerado caso do Lava-jato. Ocupei nela bons cargos de gestão, mas fui demitido quando os negócios pioraram devido às investigações. Isso já faz um ano e desde então, venho tentando me recolocar sem sucesso.

Participei de vários processos seletivos, cheguei à fase final em alguns deles, mas sempre acabei sendo preterido. Não me foi dito porquê, mas me parece que as empresas se sentem desconfortáveis em me contratar, embora meu nome nunca tenha sido mencionado em qualquer investigação e os meus antecedentes sejam os melhores possíveis. O que posso fazer? Processar a minha ex-empresa pelo fato de o nome sujo dela estar dificultando a minha recolocação?"


Eu não creio que isso seja factível, uma vez que você não tem nenhuma prova que esse seja mesmo o motivo para você não ser contratado. Na verdade, nem aparenta ser, já que você está participando de processos seletivos e não seria chamado a participar se houvesse qualquer restrição prévia a seu emprego anterior.

O mais provável é que a vaga que você procura esteja sendo disputada por muitos bons candidatos, neste momento em que o mercado está meio parado.

Só posso lhe sugerir que você não atribua importância excessiva ao que julga ser o grande obstáculo, e nem o mencione em entrevistas. Como muitos profissionais, você foi demitido porque os negócios pioraram e a recolocação só é lenta porque eles ainda não melhoraram.

Max Gehringer, para CBN.

2016-11-07

As ilustrações e artes conceituais de fantasia e ficção científica de Graey Erb

Graey Erb é um artista americano que produz ilustrações e artes conceituais com temas de fantasia e ficção científica. Geralmente usando um estilo mais caricato, mais cartunesco, Graey Erb desenvolve seus trabalhos para empresas de entretenimento, explorando fantasia e ficção científica em desde artes conceituais para games quanto ilustrações para livros.

Vejam as ilustrações e artes conceituais de fantasia e ficção científica de Graey Erb:

Graey Erb Earl-Graey deviantart ilustrações arte conceitual fantasia ficção

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Imagens via perfil de Graey Erb no DeviantArt. Dica via DiabloII.net.

Gostamos de ouvir opiniões que coincidam com as nossas - by Max Gehringer

Transcrição do comentário do Max Gehringer para a rádio CBN, do dia 07/11/2016, sobre o lado que os comentários do Max Gehringer toma.

Áudio original disponível no site da CBN. E se você quiser ler os comentários anteriores do Max Gehringer, publicados aqui, basta clicar neste link.

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Gostamos de ouvir opiniões que coincidam com as nossas

ouvindo opiniões

Um ouvinte escreve: "Na maioria dos seus comentários, você se coloca a favor das empresas, e não dos ouvintes. Seria porque os empregados não assumem suas responsabilidades ou seria porque você passou muito tempo em cargos de gestão?"

Boa pergunta. Por outro lado, não são poucos os gestores de empresas que me escrevem para reclamar que eu defendo demais os empregados.

Creio que isso se deve ao fato de que todos nós gostamos de ouvir opiniões que coincidam com as nossas. E acabamos registrando mais aquelas que não coincidem.

Em meus comentários eu parto do princípio de que cada um deve cumprir o que foi combinado. Muitas das mensagens mostram que nem a empresa deixou claro para um novo contratado aquilo que ele realmente iria encontrar, e nem os admitidos fizeram nas entrevistas todas as perguntas que poderiam ter feito. E as duas coisas provocam descontentamentos, que acabarão resultando em atritos.

Percebo também que muitas empresas não estão preparadas para lidar com uma geração que tem pressa em progredir e não hesita em mudar de emprego. E tento mostrar que tanto empregadores quanto empregados precisam ser mais pacientes e mais compreensivos com essa nova dinâmica do mercado.

Ter passado anos em cargos de gestão e outros tantos em funções de baixa hierarquia, só me ensinou que nenhum dos dois lados tem sempre razão.

Max Gehringer, para CBN.

2016-11-04

As ilustrações e artes conceituais de fantasia de Dongjun Lu

Dongjun Lu é um artista de Singapura que trabalha como artista conceitual para empresas de games e professor de ilustração. Dongjun Lu explora basicamente temas de fantasia, criando ilustrações cheias de detalhes e com uma mistura de estilo ocidental, mais realista e mais detalhado, com o estilo oriental de mangás/animes, que preza pela agilidade, ação e dinamismo nas ilustrações.

Essa influência oriental, além de relacionada a sua origem, é também resultado dos projetos em que Dongjun Lu trabalhou, que incluem vários games com ambientação oriental, como Nobunaga's Ambition 14, Romance of Three Kingdoms e Ninja Gaiden3, entre outros. Atualmente o artista tem disponibilizado tutoriais e aulas em seu Patreon, para quem estiver disposto a patrocinar sua arte.

Vejam as ilustrações e artes conceituais de fantasia de Dongjun Lu:

Dongjun Lu artstation ilustrações arte conceitual fantasia oriental games

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Imagens via perfil de Dongjun Lu no ArtStation. Dica via Reddit - ImaginaryMonsterGirls.

'Sou membro da CIPA e não muito considerado pela empresa' - by Max Gehringer

Transcrição do comentário do Max Gehringer para a rádio CBN, do dia 04/11/2016, com uma breve história das comissões internas de prevenção de acidentes no trabalho.

Áudio original disponível no site da CBN. E se você quiser ler os comentários anteriores do Max Gehringer, publicados aqui, basta clicar neste link.

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'Sou membro da Cipa e não muito considerado pela empresa'

cipa cipeiros

Um ouvinte escreve: "Fui eleito membro da CIPA e pergunto: como empresas enxergam o cipeiro? Porque, aqui na minha, não somos muito considerados."

Vamos lá. Tudo começou em 1942, quando o então ministro do trabalho Marcondes Filho lançou as bases de uma campanha que visava diminuir o alarmante número de acidentes com mortes no trabalho. Segundo o ministro, não seria apenas uma questão de boa vontade, mas de ouvir os maiores interessados, os próprios operários, que sabiam melhor que ninguém o que precisaria ser feito.

O resultado foi a criação, dois anos depois, da Comissão de Prevenção de Acidentes no Trabalho. Como toda novidade, essa também não deixou de assustar os patrões, devido ao grande número inicial de demandas que acarretavam elevados gastos para serem colocadas em prática, com consequente redução nos lucros.

Para evitar que os operários fossem pressionados a serem menos exigentes, foi decretada a estabilidade provisória deles. Atualmente ainda há empresas que veem nos cipeiros, empregados que se encostam nessa estabilidade, mas o resultado positivo foi a gradual redução no número de acidentes.

O Brasil, entretanto, ainda derrapa nas estatísticas mundiais. Com cerca de 5 milhões de acidentes de trabalho por ano e 3 mil fatalidades, ainda há muito a ser feito, com ou sem a simpatia dos gestores.

Max Gehringer, para CBN.