2009-05-17

Filme: Anjos e Demônios - ou uma igreja acéfala

E o blockbuster da semana é a estréia da segunda aventura do prof. Langdon nos cinemas (e a primeira nos livros), o filme Anjos e Demônios (no original, Angels & Demons).

anjos e demônios poster
Ao contrário da aventura anterior, O Código Da Vinci, desta vez eu não li o livro antes de ver o filme.

O filme não é ruim, se você gosta apenas e tão somente de ação. É uma correria desenfreada, enquanto o prof. Langdon (mais uma vez, Tom Hanks, que já viveu dias melhores) busca pelas ruas de Roma e do Vaticano, o caminho dos Iluminatti, para impedir que uma bomba destrua toda a cidade e mais um pouco.

Como já era de se esperar, o filme todo é um absurdo só. Antimatéria num tubinho? Segurado por eletroimãs? Movidas a bateria (de celular, pelo tamanho...) Ok, não dá pra esperar muito de filmes de ação mesmo. E nem a especialidade de Langdon, a simbologia, é explorada neste filme. Enquanto no Código Da Vinci o cara era uma verborragia só (o que é legal no livro, mas fica meio maçante na tela), em Anjos e Demônios é como se todo mundo já soubesse do que tudo se trata. Claro, todo mundo já conhece toda simbologia envolvida (porque devem ter lido o livro antes, huauhau).

anjos e demônios tom hanks
Já me disseram que o livro é melhor. E eu acredito.

A única coisa que eu gostei mesmo foi de uma parte da tradução no filme. Em uma determinada cena, é dito que a igreja estava sem liderança. E na legenda, foi escrito que a igreja estava acéfala (ou seja, sem a cabeça, no sentido de sem um líder, sem um papa).

Mas fico me perguntando: será que a santa igreja católica apostólica romana, foi algum dia, não acéfala?

Trailer:

2009-05-16

Uma consulta sobre erros - by Max Gehringer

Transcrição do comentário do Max Gehringer para a rádio CBN, do dia 15/05/2009, sobre os caçadores de erros (dos outros), um tipo asqueroso que se você ainda não conhece, cuidado, pois provavelmente conhece e não sabe. E veja como não se deixar incomodar com eles.

Áudio original disponível no site da CBN (link aqui).

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Uma consulta sobre erros

caçador mal humorado
Uma consulta sobre erros. Escreve uma ouvinte: "Temos um colega que vive falando dos erros dos demais colegas. Sem ter um cargo que lhe permita agir assim, ele se comporta como se fosse uma espécie de auditor das nossas pequenas deficiências. Ele diz que faz isso só para colaborar, sem querer prejudicar ninguém. Mas nós temos dúvidas quanto às reais intenções dele."

Bom, em primeiro lugar, não tenham dúvidas: as intenções dele não são boas. Vocês estão diante do caçador de erros alheios. Toda empresa tem um, no mínimo. Como erros fazem parte da vida profissional, o caçador tem sempre um campo fértil para explorar.

Às vezes, o caçador é um diplomata disfarçado. Ele parece estar elogiando um colega, mas no meio do elogio, dá um jeitinho de incluir uma referência a um erro que esse colega cometeu. E o que fica gravado depois da conversa, é sempre o erro, porque é da nossa natureza dar mais atenção às exceções do que às regras. Mas existem também os caçadores descarados, aqueles que simplesmente ignoram os 99% de acertos e concentram as suas baterias no 1% de erros.

Por que existe gente assim?

Porque há duas maneiras de alguém conseguir se destacar. A primeira, é mostrar que é bom. E a segunda, é mostrar que os outros não são. Evidentemente, a primeira é bem mais difícil do que a segunda. Fazer um trabalho bem feito requer tempo, conhecimento, concentração e talento. Dizer que os outros são ruins só requer uma frase.

O caçador de erros alheios é um profissional inseguro. Ele compensa a falta de confiança, para competir de igual para igual, ressaltando os aspectos negativos de seus competidores. Sabendo que também está sujeito a erros, ele se previne mostrando que os outros também erram e amplificando os erros alheios, para que seus próprios erros pareçam menores.

Como muitos tipos, com os quais ninguém gosta de conviver, o caçador de erros alheios faz parte da paisagem das empresas. Mas há um jeito de neutralizá-lo. Os profissionais bem sucedidos, com os quais eu convivi, tinham a habilidade de reconhecer e anunciar os seus erros, antes que alguém o fizesse. E de imediatamente dizer o que fariam para não errar novamente. Esses profissionais nunca foram incomodados pelos caçadores de erros, porque já não havia mais nada para caçar.

Max Gehringer, para CBN.

Erro de cálculo

Gravidez indesejada...

erro de cálculo cuzinho
O Adão Iturrusgarai é foda! Como ele diz, o buraco é mais em cima (ou embaixo, dependendo da posição), huahuahua.

2009-05-15

Zoe Saldana, a nova Uhura - Uhuuuuuura

Se você não é nerd, nem designer, nem aficcionado por naves espaciais, ainda assim tem um bom motivo para se deliciar visualmente com o novo filme Star Trek. A razão disso é a nova tenente Uhura, interpretada pela belíssima Zoe Saldana.

zoe saldana uhura
Você acredita que essa beleza tem 30 aninhos? Veja algumas outras fotos dela abaixo:

zoe saldana uhura
zoe saldana uhura
zoe saldana uhura
zoe saldana uhura
zoe saldana uhura
zoe saldana uhura
zoe saldana uhura
zoe saldana uhura
E Star Trek não foi o primeiro contato dela com o universo trekker. Em 2004, ela viveu uma oficial de aeroporto que era (adivinhem só) trekker, no filme The Terminal, com Tom Hanks. Será que foi um presságio?

zoe saldana the terminal
zoe saldana the terminal
zoe saldana the terminal
zoe saldana tom hanks the terminal
Confira a participação 'trekker' dela neste vídeo:

2009-05-14

Quando a vida te der limões...

Espreme na cara de alguém e sai correndo.

Porque a vida é uma merda, e a Joaninha é quem tem razão:

joaninha bichinhos de jardim porcaria
Quando tudo parece uma porcaria, ou você se ilude ou se dá conta de que tudo é uma porcaria.

Ou não...

Tirinha dos sempre geniais Bichinos de Jardim. Obrigatório.

2009-05-12

Teste vocacional x orientação vocacional - by Max Gehringer

Transcrição do comentário do Max Gehringer para a rádio CBN, do dia 12/05/2009, sobre testes vocacionais, orientação vocacional, e o jovem indeciso, no meio de grandes decisões.

Áudio original disponível no site da CBN (link aqui).

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Teste vocacional x orientação vocacional

jovem indeciso
Uma consulta sobre vocações. Escreve um pai ouvinte: "Tenho um filho que está totalmente indeciso quanto a escolha da profissão. E gostaria de saber se um teste vocacional seria uma solução."

Testes vocacionais mais simples, do tipo "escolha a opção A ou B, numa lista de 50 perguntas", existem aos montes na Internet. A partir de características individuais, como o tipo de leitura preferida, esses testes podem indicar uma direção, mas não um alvo.

Por exemplo, o teste pode revelar que um jovem demonstra uma tendência para a área de exatas ou para a área de humanas, mas o teste não vai dizer para o jovem que a vocação dele é a astronomia ou a engenharia genética, e essa é a decisão que precisará ser tomada na hora de escolher um curso específico.

Em resumo, testes vocacionais estão longe de serem conclusivos. Aí é que entra a orientação vocacional: uma série de 10 ou 15 sessões, conduzidas por um profissional, normalmente um psicólogo. Esse orientador, por dispor de tempo suficiente, vai ajudar o jovem a pensar e a chegar a uma conclusão. Por isso, o orientador precisa ter, além do conhecimento de sua própria profissão de psicólogo, informações adequadas sobre as outras profissões.

Quando um jovem se diz criativo e aponta para um interesse na área de marketing, por exemplo, o orientador precisa saber que marketing, nos anos iniciais da carreira, é composto por 5% de criatividade e 95% de burocracia. É nesse momento que o orientador poderá ajudar o jovem a entender que ele, jovem, está apenas enxergando um aspecto que o atrai, e não a profissão como um todo. E são exatamente esses aspectos fundamentais, que se perdem nos testes vocacionais simples.

A orientação vocacional é indicada em dois casos. O primeiro caso é aquele em que o jovem demonstra estar num estado de indecisão tão grande, que não sabe sequer responder se preferiria ser político ou astronauta. E o segundo caso é aquele em que os pais podem estar tentando influir na decisão do filho, com base não nas aptidões e desejos do filho, mas naquilo que os pais sonharam ser e não foram. Ou então foram e são, com muito sucesso, e querem empurrar o filho na mesma direção como se ela fosse a única possível.

Max Gehringer, para CBN.

2009-05-11

Fotos de arte nas barrigas das futuras mamães

Ainda no clima de dia das mães, mas menos sacana que as MILFs do post anterior, aqui vão algumas fotos de grávidas e suas barrigas. Mas desta vez sem poses sexy, apenas mamães orgulhosas ostentando pinturas em suas barrigas, mostrando com bom humor e carinho, o que elas sentem pelos futuros joelhinhos (pois é, pra mim, todo bebê tem cara de joelho).

mãe barriga arte (É impressão minha ou são dois pinguins? E olha que eu prefiro uma Skol...)

mães barriga arte dragão (Dizem que o dragão chinês traz felicidade, então, toda felicidade pro pimpolho.)

mães barriga arte som (Ouvindo um sonzinho. Bebês escutam lá dentro, por isso, por favor não escute funk e afins.)

mães barriga arte (Que bom humor!)

mães barriga arte hello kitty (Pois é, não podia faltar uma Hello Kitty..)

mães barriga arte valeria (Valeria)

mães barriga arte de olho (Tô de olho... A minha preferida.)

mães barriga arte melancia
mães arte barriga melancia (Grávidas têm muita fome, até uma melancia inteira vai pra dentro fácil..)

mães barriga arte abelha (Acho que esse aí vai crescer um abelhudo.)

mães barriga arte flores (Flores.)

mães barriga arte oceano (Fundo do mar, mundo aquático, bolsa d´água... Tudo a ver.)

mães barriga arte sol (Mas há quem prefira o sol ao invés de água.)

mães barriga arte vaquinha (Essa vaquinha me lembrou alguém...)

mães barriga arte bob esponja (Bob Esponja rox!)

mães barriga arte mundo
mães barriga arte mundo (Mães carregam o mundo nas costas? Ou será na barriga?)

Via Fresh Pics: Pregnant Belly Painting Art.

2009-05-10

Filme: Os Delírios de Consumo de Becky Bloom

Ontem fiz um sessão dupla, depois de Star Trek, vi o filme comédia-romântica-consumista-compulsiva Os Delírios de Consumo de Becky Bloom (ou no original, Confessions of a Shopaholic).

delírios de consumo de becky bloom poster
Vamos começar com a protagonista, Rebeca Bloomwood, ou carinhosamente, Becky Bloom. Atrapalhada ao extremo, compradora compulsiva, ela é uma jornalista que trabalha em uma pequena revista, e que está endividada até o pescoço. Apesar disso, continua fazendo peripécias para comprar uma peça nova, como pagar uma compra usando diversos cartões de crédito (porque individualmente, cada cartão já está quase no limite).

Quando a situação aperta e ela se vê obrigada a procurar um novo emprego (em que consiga pagar as faturas), inadvertidamente ela acaba caindo em uma revista sobre... finanças pessoais. Assim, ela ironicamente começa a escrever sobre finanças, de um jeito que qualquer um possa entender, e acaba sendo o maior sucesso na revista.

os delírios de consumo de becky bloom compras sapatos
Mas claro, não esqueçamos que esta é, acima de tudo, uma comédia romântica e não uma aula sobre economia (apesar de que podemos aprender um pouquinho usando o filme). E como comédia romântica, o filme é uma sucessão de clichês: a mocinha atrapalhada, que acaba vivendo uma mentira; a amiga da mocinha; o mocinho, interesse romântico; a inimiga perua que também está de olho no mocinho; a revelação do segredo da mocinha; a briga; e a redenção.

Não, não considero isso spoiler, porque 90% das comédias românticas têm esse mesmo roteiro. E isso não é tão mal assim, porque a diferença entre elas está justamente nos detalhes, nas especificidades de cada filme. E nisso, Os Delírios de Consumo de Becky Bloom se sai muito bem. O filme é engraçadíssimo, e a personagem principal, Becky, que no começo do filme me irritou (devido a sua cabeça-de-vento), acaba aos poucos cativando a audiência (afinal, quem não se comove com personagens com cara-de-cachorro-pidão?).

os delírios de consumo de becky bloom
Claro que uma coisa me incomodou do começo ao fim do filme: as roupas da personagem, espalhafatosas e coloridas, que feriram os meus olhos. Oh meu deus, se isso é moda, ainda bem que eu não sou nada fashion. =P

Baseado em uma série de livros de Sophie Kinsella (e um deles está nas livrarias, de mesmo nome do filme, aproveitando o lançamento nas telonas), o filme Os Delírios de Consumo de Becky Bloom é uma boa pedida de diversão descompromissada, como praticamente todas as comédias românticas o são. O grande diferencial deste filme é a comédia em cima das situações financeiras de Becky. E neste diferencial, espere muitas risadas.

Trailer:


Se você quiser saber mais sobre o aspecto financeiro, ouça o comentário da Mara Luquet (mas só depois de ver o filme, pois contém spoilers).

Filme: Star Trek

Incrível. Eis apenas um dos muitos adjetivos que poderiam ser dados, sem injustiça, ao novo filme de J.J. Abrams, Star Trek, que eu assisti ontem.

star trek 2009 poster
O que fazer quando uma franquia de filmes anda meio desgastada? Ultimamente, uma das soluções é: vamos dar um reset, começar tudo de novo. Funcionou bem com Batman Begins, e com o James Bond em Casino Royale, então, por que não em Star Trek, ou Jornada nas Estrelas, como era batizado por aqui?

O grande problema e diferencial de Star Trek é a grande quantidade de fãs dos filmes e séries originais, que seguiam uma continuidade própria. Para não desrespeitar esses fãs, nem cometer gafes de continuidade, já que o novo filme mostra os personagens da série clássica, jovens, nos primeiros dias na nave Enterprise, a melhor solução é criar um universo paralelo. Assim, tudo o que já foi visto não deixa de valer, apenas aconteceu em outro universo. Pode parecer maluco ou "viajado demais", mas qualquer um que tenha visto filmes de ficção científica ou mesmo lido quadrinhos, já está mais do que acostumado com esse conceito.

star trek 2009
E quem nunca viu nenhum filme da franquia? Vai ficar perdido no filme? Não. Claro que alguns detalhes estão lá para quem já é fã, são sacadas que o público não-fã não vai nem notar, pois eles não prejudicam em nada o andamento da história. História, aliás, que fica bem melhor se não for contada por aqui, pra evitar spoilers (e de preferência, não leia outras críticas antes de ir ver o filme).

Eu adorei o novo Star Trek, mesmo não sendo fã. Assisti a alguns filmes (há muuuito tempo atrás), então eu sei mais ou menos quem é Spock, Kirk e cia, mas não me peçam detalhes, que eu não sei. Mesmo assim, e talvez por isso, este filme vale muito a pena ser visto (e obrigatório se você for fã de ficção científica no cinema). Um novo começo para a franquia, que espero seja seguida por vários outros filmes.

Trailer:


Para saber mais: Especial do Omelete Star Trek.

Se for trair, faça na sombra

Ou então você pode ficar com a marca do crime:

boquete no sol bronzeado
Belo bronzeado, não?

Do sempre maluco Perry Bible Fellowship.

2009-05-08

Fotos de quartos de bordéis, vistos de cima

Usando a mesma idéia das fotos de celas de prisões alemãs, vistas de cima, o artista e fotógrafo Jürgen Chill fez outra série de fotografias "vista de cima".

Mas desta vez, o tema foram quartos de bordéis (a.k.a. puteiros, casas de massagem, etc...), na série "bordelle".

É interessante notar o tom avermelhado que permeia todas as seis fotos desta série, apesar da variedade dos quartos. Nota-se um quarto com requintes S&M, e outros mais meigos, com direito a até ursinho de pelúcia, passando pelo mais neutro, decorado apenas com alguns pôsteres de mulheres.

Pra quem tinha interesse em ver como é um quarto de bordel, o local de trabalho de nossas queridas prostitutas, agora pode saciar essa vontade. Claro, essas são fotos tiradas na Europa. Pelo menos aqui em Floripa, os quartos de puteiros que eu conheci não são assim. =P

Veja abaixo a série (clicando na imagem, abre-se ela maior).

quarto de bordel visto de cima
quarto de bordel visto de cima
quarto de bordel visto de cima
quarto de bordel visto de cima
quarto de bordel visto de cima
quarto de bordel visto de cima

Candidatos têm dois perfis: o profissional e o pessoal - by Max Gehringer

Transcrição do comentário do Max Gehringer para a rádio CBN, do dia 08/05/2009, sobre as diferenças entre o perfil profissional e o perfil pessoal de um candidato a emprego, e como esses perfis são avaliados pelas empresas.

Áudio original disponível no site da CBN (link aqui).

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Candidatos têm dois perfis: o profissional e o pessoal

máscaras personagens
"É o seguinte", escreve um ouvinte. "Participei de um processo de seleção e recebi um e-mail da empresa, dizendo que fui bem, mas que não fui o escolhido porque outro candidato mostrou um perfil mais adequado. Fiquei com duas dúvidas: a primeira é se fui realmente bem; e a segunda é o que haveria de errado com meu perfil?"

Vamos lá. Existem dois perfis. O primeiro é o perfil profissional, aquele que uma pessoa coloca no currículo. Quando um candidato a emprego é convocado para uma entrevista, isso significa que o perfil profissional dele se encaixou naquilo que a empresa deseja, em termos de escolaridade e de experiência.

As entrevistas servem para avaliar o segundo perfil, que é o perfil pessoal e que normalmente não aparece no currículo. Digo normalmente, porque há pessoas que inserem no currículo parte de seu perfil pessoal, ao mencionar, por exemplo, coisas assim: "gosto de praticar esportes e meu hobby é a leitura".

É claro que quando falamos em um candidato, o perfil dele é sempre individual. Mas quando falamos em empresas, o perfil é sempre coletivo, isto é, a empresa define uma série de características básicas, que ela gostaria de ver em todos os seus funcionários.

Essa lista de atributos pessoais varia muito de empresa para empresa. Existem empresas mais conservadoras e empresas mais liberais; mais agressivas ou mais moderadas; que dão valor a quem trabalha em equipe ou que fomentam uma feroz competição individual entre seus funcionários.

Portanto, respondendo às duas perguntas, nosso ouvinte de fato foi bem na entrevista e não há nada de errado com o perfil dele. Simplesmente, ele demonstrou ter um perfil que seria bem-vindo em várias empresas, mas não naquela em que ele fez a entrevista.

Uma dica: não adianta um candidato querer mostrar em uma entrevista, que ele é ou pode vir a ser o que ele, na verdade, não é. Recebo muitas mensagens de ouvintes que se desiludiram com a empresa imediatamente após serem contratados. Via de regra, isso quer dizer que a pessoa representou um personagem na entrevista, mostrando um perfil que ela não tinha, para conseguir o emprego.

É sempre bom lembrar que a entrevista é só um passo, a verdadeira estrada vem depois, no dia a dia da empresa.

Quando o nosso ouvinte recebeu a notícia de que o perfil dele não servia, isso foi uma boa notícia. Ele escapou de entrar em uma empresa que não servia para ele.

Max Gehringer, para CBN.

2009-05-07

Fotos de celas de prisões na Alemanha

O fotógrafo/artista Jürgen Chill ganhou em 2007 o prêmio europeu de fotografia de arquitetura, com uma série de fotos que mostravam celas de prisões da Alemanha, vistas de cima.

É interessante ver que na Alemanha, aparentemente as celas das prisões podem ser mais aconchegantes do que muitas 'casas' aqui no Brasil. E nem se comparam com os nossos presídios, claro.

Abaixo, a série de 9 fotografias com as celas vistas de cima. Como o próprio artista chegou a dizer, é como um 'Google Earth', mas observando o pequeno espaço de uma prisão:

celas alemãs vistas de cima
celas alemãs vistas de cima
celas alemãs vistas de cima
celas alemãs vistas de cima
celas alemãs vistas de cima
celas alemãs vistas de cima
celas alemãs vistas de cima
celas alemãs vistas de cima
celas alemãs vistas de cima
Muitas dessas celas são mais arrumadas do que a minha humilde casinha!

Via Damn Cool Pics: German Prison Cells.