Não poderia deixar de postar essa animação/clipe aqui, por 3 motivos:
Primeiro: eu não vivo sem café. No fim de semana, quando não tenho que trabalhar, nem nada, eu até fico sem tomar. Mas em dias úteis... Sem chance.
Segundo: a música é um barato! Mesmo em francês (mas com legendas em inglês), dá não dá pra pelo menos não mexer os ombros (ou, se tiver tomado muito café, o corpo inteiro!), huhuhu.
Terceiro: faz tempo que eu não mando um link pra Cafeína.
Dica do sempre excelente Smelly Cat neste post.
2009-02-21
2009-02-18
Filme: Signs, o curta-metragem
Em inglês, este curta australiano, Signs, tem o mesmo nome do filme do Mel Gibson lidando com círculos nas suas plantações, o excelente Sinais (que já comentei aqui).
Além da óbvia tradução de signs para sinais, a palavra inglesa signs também pode significar avisos ou placas (os sinais de trânsito). De qualquer modo, o substantivo signs sempre tem algo associado a uma mensagem, comunicação.

Dito isso, assistam este curta metragem, Signs, que trata da comunicação em um dos momentos mais interessantes que (pelo menos eu acho) existe. Com os personagens principais sem fala nenhuma no filme, não deve ser difícil entender a história (Mas mesmo assim, se o Will do MyNameIs quiser legendar, eu acho bem vindo.)
Já assistiram? Ótimo. Agora posso tecer meus comentários totalmente pessoais, sem me preocupar em dar spoilers.
Primeiro, um pedido para as mulheres (que devem ter gostado do filme, tanto quanto eu): viu como é difícil pra nós, homens, darmos esse grande passo? Quando a gente gosta mesmo, chegar junto, pedir pra dar uma saída, pode ser a coisa mais difícil do mundo, mesmo pra aqueles mais caras-de-pau.
Então, minhas queridas mulheres, por favor, não riam se nos embasbacarmos nessa hora. Esperem um pouco, com paciência, se as nossas palavras estiverem com dificuldades para saírem. E, se possível, facilitem pra gente. Ou pelo menos pra mim. Eu tenho a impressão de que se um dia for morrer de ataque cardíaco, vai ser numa ocasião dessas, já que nem correndo, meu coração acelera tanto. =P
Segundo, uma constatação: ultimamente eu ando como o Jason do filme, antes de começar a trocar mensagens com Stacey.
E terceiro e último comentário: eu sei que uma relação na verdade só está começando, no momento em que duas pessoas se apaixonam. Mas não deixo de achar esse momento, um dos mais interessantes... Do ponto de vista de espectador. O depois, o caminho pelo qual o relacionamento irá, eu deixo para os atores desta peça que chamamos de vida. Porque mais que todos sejamos atores, eu tenho sido mais um espectador.
Dica do filme: Sedentário & Hiperativo.
Além da óbvia tradução de signs para sinais, a palavra inglesa signs também pode significar avisos ou placas (os sinais de trânsito). De qualquer modo, o substantivo signs sempre tem algo associado a uma mensagem, comunicação.

Dito isso, assistam este curta metragem, Signs, que trata da comunicação em um dos momentos mais interessantes que (pelo menos eu acho) existe. Com os personagens principais sem fala nenhuma no filme, não deve ser difícil entender a história (Mas mesmo assim, se o Will do MyNameIs quiser legendar, eu acho bem vindo.)
Já assistiram? Ótimo. Agora posso tecer meus comentários totalmente pessoais, sem me preocupar em dar spoilers.
Primeiro, um pedido para as mulheres (que devem ter gostado do filme, tanto quanto eu): viu como é difícil pra nós, homens, darmos esse grande passo? Quando a gente gosta mesmo, chegar junto, pedir pra dar uma saída, pode ser a coisa mais difícil do mundo, mesmo pra aqueles mais caras-de-pau.
Então, minhas queridas mulheres, por favor, não riam se nos embasbacarmos nessa hora. Esperem um pouco, com paciência, se as nossas palavras estiverem com dificuldades para saírem. E, se possível, facilitem pra gente. Ou pelo menos pra mim. Eu tenho a impressão de que se um dia for morrer de ataque cardíaco, vai ser numa ocasião dessas, já que nem correndo, meu coração acelera tanto. =P
Segundo, uma constatação: ultimamente eu ando como o Jason do filme, antes de começar a trocar mensagens com Stacey.
E terceiro e último comentário: eu sei que uma relação na verdade só está começando, no momento em que duas pessoas se apaixonam. Mas não deixo de achar esse momento, um dos mais interessantes... Do ponto de vista de espectador. O depois, o caminho pelo qual o relacionamento irá, eu deixo para os atores desta peça que chamamos de vida. Porque mais que todos sejamos atores, eu tenho sido mais um espectador.
Dica do filme: Sedentário & Hiperativo.
A lista dos quantos - ou porque alguns funcionários são mais respeitados do que outros - by Max Gehringer
Transcrição do comentário do Max Gehringer para a rádio CBN, do dia 19/02/2009, com a lista dos quantos, ou porque alguns funcionários são mais respeitados do que outros, ou têm mais a atenção do chefe do que os demais.
Áudio original disponível no site da CBN (link aqui).
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A lista dos quantos

Silvana pergunta: "Por que alguns funcionários são mais respeitados do que outros? Por que alguns chefes dão mais atenção a certos subordinados e ignoram outros? Todo mundo não deveria ter exatamente o mesmo tratamento por parte da chefia?"
Não, Silvana. Nem no Brasil, nem na Noruega, nem em qualquer lugar do mundo.
O trabalho de um gestor se divide em duas partes. A primeira tem a ver com o presente: garantir que o trabalho está sendo feito e bem feito. A segunda tem a ver com o futuro: identificar funcionários nos quais vale a pena a empresa investir. Para fazer isso, o gestor avalia algumas características pessoais, geralmente conhecidas como a lista dos quantos.
A primeira: o quanto um funcionário influencia os colegas e o quanto é influenciado pelos colegas. Chefes percebem rapidamente quais funcionários são formadores de opinião. Esse é um sintoma de liderança.
A segunda: o quanto um funcionário é consultado por outros funcionários para assuntos de trabalho. Esse é um sintoma de confiança.
A terceira: o quanto um funcionário entende o que vai além da função dele. Esse é um sintoma de visão estratégica.
A quarta: o quanto um funcionário se dispõe, sem ser solicitado, a oferecer a sua ajuda. Esse é um sintoma de trabalho em equipe.
A quinta: o quanto um funcionário consegue solucionar conflitos, sem provocar mais conflitos. Esse é um sintoma de maturidade.
A sexta: o quanto um funcionário faz tudo isso sem puxar o saco dos superiores e nem prejudicar os colegas. Esse é um sintoma de que o chefe não precisa temer o comportamento, nem as atitudes do funcionário.
Numa empresa séria, um funcionário com todos esses quantos sempre acaba recebendo mais atenção do que os demais. Numa empresa medíocre, esse mesmo funcionário pode até ser dispensado, porque será percebido como uma ameaça.
Max Gehringer, para CBN.
Áudio original disponível no site da CBN (link aqui).
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A lista dos quantos

Silvana pergunta: "Por que alguns funcionários são mais respeitados do que outros? Por que alguns chefes dão mais atenção a certos subordinados e ignoram outros? Todo mundo não deveria ter exatamente o mesmo tratamento por parte da chefia?"
Não, Silvana. Nem no Brasil, nem na Noruega, nem em qualquer lugar do mundo.
O trabalho de um gestor se divide em duas partes. A primeira tem a ver com o presente: garantir que o trabalho está sendo feito e bem feito. A segunda tem a ver com o futuro: identificar funcionários nos quais vale a pena a empresa investir. Para fazer isso, o gestor avalia algumas características pessoais, geralmente conhecidas como a lista dos quantos.
A primeira: o quanto um funcionário influencia os colegas e o quanto é influenciado pelos colegas. Chefes percebem rapidamente quais funcionários são formadores de opinião. Esse é um sintoma de liderança.
A segunda: o quanto um funcionário é consultado por outros funcionários para assuntos de trabalho. Esse é um sintoma de confiança.
A terceira: o quanto um funcionário entende o que vai além da função dele. Esse é um sintoma de visão estratégica.
A quarta: o quanto um funcionário se dispõe, sem ser solicitado, a oferecer a sua ajuda. Esse é um sintoma de trabalho em equipe.
A quinta: o quanto um funcionário consegue solucionar conflitos, sem provocar mais conflitos. Esse é um sintoma de maturidade.
A sexta: o quanto um funcionário faz tudo isso sem puxar o saco dos superiores e nem prejudicar os colegas. Esse é um sintoma de que o chefe não precisa temer o comportamento, nem as atitudes do funcionário.
Numa empresa séria, um funcionário com todos esses quantos sempre acaba recebendo mais atenção do que os demais. Numa empresa medíocre, esse mesmo funcionário pode até ser dispensado, porque será percebido como uma ameaça.
Max Gehringer, para CBN.
Dicas para quem está desempregado - by Max Gehringer
Transcrição do comentário do Max Gehringer para a rádio CBN, do dia 18/02/2009, com dicas para quem está desempregado.
Áudio original disponível no site da CBN (link aqui).
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Dicas para quem está desempregado

Escreve o ouvinte Paulo Roberto: "estou desempregado há 4 meses", diz ele. "Felizmente tenho algum dinheiro guardado e esse não é o meu principal problema. Dureza mesmo, é aquela angústia de ficar parado e me sentir meio inútil. Tenho gasto meu tempo atualizando e mandando currículos, e tentando fazer contatos com antigos colegas. Mas, a maioria deles nem atende as minhas ligações, o que me deixa mais angustiado ainda. Não sei mais o que fazer. O que você sugere?"
Aqui vai uma listinha de coisas que você poderia fazer, Paulo Roberto:
Primeira coisa: cursos, cursos rápidos de um dia. Não importa o conteúdo, você vai conhecer gente. E sempre é importante conhecer gente.
Segunda coisa: trabalho voluntário. Procure uma ONG e comece a dar a sua colaboração. Além de conhecer mais gente, você vai melhorar o seu currículo. As grandes empresas estão cada vez mais ligadas em responsabilidade social. E você poderá dizer, numa próxima entrevista, sem precisar inventar, que você se dedica ao trabalho comunitário.
Terceira coisa: cuide de sua saúde. Faça um checkup, um tratamento dentário. São cuidados importantes, que a maioria dos executivos não toma, porque diz que não tem tempo. E você agora tem tempo.
Quarta coisa: faça exercícios, caminhe todos os dias. Isso ajuda a relaxar. Como mandar currículos e ligar para quem não atende, só ajuda a estressar, uma coisa compensa a outra.
Quinta coisa: leia muito e aproveite para se atualizar. Se você tem um micro, descubra aquela infinidade de pequenos truques dos programas que você usa nas empresas, como o Word, Excel e o Powerpoint. A maioria das pessoas que utiliza esses programas, não conhece nem 20% do que eles podem oferecer.
Hoje, ficar desempregado não é uma vergonha. É apenas uma circunstância. Você não está perdendo tempo, Paulo Roberto. Você ganhou um tempo, para fazer coisas que nunca havia pensado em fazer. Ficar angustiado é a pior maneira de aproveitar esse tempo.
Max Gehringer, para CBN.
Áudio original disponível no site da CBN (link aqui).
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Dicas para quem está desempregado

Escreve o ouvinte Paulo Roberto: "estou desempregado há 4 meses", diz ele. "Felizmente tenho algum dinheiro guardado e esse não é o meu principal problema. Dureza mesmo, é aquela angústia de ficar parado e me sentir meio inútil. Tenho gasto meu tempo atualizando e mandando currículos, e tentando fazer contatos com antigos colegas. Mas, a maioria deles nem atende as minhas ligações, o que me deixa mais angustiado ainda. Não sei mais o que fazer. O que você sugere?"
Aqui vai uma listinha de coisas que você poderia fazer, Paulo Roberto:
Primeira coisa: cursos, cursos rápidos de um dia. Não importa o conteúdo, você vai conhecer gente. E sempre é importante conhecer gente.
Segunda coisa: trabalho voluntário. Procure uma ONG e comece a dar a sua colaboração. Além de conhecer mais gente, você vai melhorar o seu currículo. As grandes empresas estão cada vez mais ligadas em responsabilidade social. E você poderá dizer, numa próxima entrevista, sem precisar inventar, que você se dedica ao trabalho comunitário.
Terceira coisa: cuide de sua saúde. Faça um checkup, um tratamento dentário. São cuidados importantes, que a maioria dos executivos não toma, porque diz que não tem tempo. E você agora tem tempo.
Quarta coisa: faça exercícios, caminhe todos os dias. Isso ajuda a relaxar. Como mandar currículos e ligar para quem não atende, só ajuda a estressar, uma coisa compensa a outra.
Quinta coisa: leia muito e aproveite para se atualizar. Se você tem um micro, descubra aquela infinidade de pequenos truques dos programas que você usa nas empresas, como o Word, Excel e o Powerpoint. A maioria das pessoas que utiliza esses programas, não conhece nem 20% do que eles podem oferecer.
Hoje, ficar desempregado não é uma vergonha. É apenas uma circunstância. Você não está perdendo tempo, Paulo Roberto. Você ganhou um tempo, para fazer coisas que nunca havia pensado em fazer. Ficar angustiado é a pior maneira de aproveitar esse tempo.
Max Gehringer, para CBN.
2009-02-17
Mulheres, homens não vêm com um tradutor automático de fábrica!
E por isso, as vezes dá nisso aqui:
(Clique para aumentar)
Hoje em dia, quem é que é fluente em egípcio antigo?
Mais uma excelente tira da pryscila-freeakomics.
(Clique para aumentar)Hoje em dia, quem é que é fluente em egípcio antigo?
Mais uma excelente tira da pryscila-freeakomics.
Como montar uma apresentação - by Max Gehringer
Transcrição do comentário do Max Gehringer para a rádio CBN, do dia 17/02/2009, com algumas dicas de como montar uma apresentação na sua empresa.
Áudio original disponível no site da CBN (link aqui).
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Como montar uma apresentação
Alguns ouvintes escreveram pedindo dicas sobre como montar uma apresentação, dessas que são feitas dentro da própria empresa.

Então, aqui vai uma listinha de coisas que eu aprendi na prática:
Primeira: a platéia, pelo que se sabe, é alfabetizada. Por isso, o apresentador não deve ficar lendo frases inteiras, que a platéia pode ler por conta própria. O melhor é colocar um título curto e desenvolver o assunto falando.
Segunda: nós somos ocidentais. Quando vemos um material visual a nossa frente, nossos olhos sempre seguem o mesmo caminho: da esquerda para direita e de cima para baixo. É nessa ordem que a tela de apresentação deve ser montada. Começar a falar de algo que está no canto direito baixo, enquanto a platéia está olhando para o canto esquerdo alto, só causa dispersão.
Terceira: colocar só um assunto em cada tela. Eu já vi muita apresentação perder o ritmo porque o apresentador lista 20 tópicos numa tela só. E começa a explicar o primeiro, depois o segundo enquanto a platéia está lendo os outros 19. É importante que a platéia nunca saiba qual será o tópico seguinte. É isso que mantem as pessoas atentas.
Quarta: fale tudo o que está na tela e não fale nada que não esteja na tela. Por exemplo, escrever um mesmo título em todas as telas, desvia a atenção de quem assiste, além de poluir a apresentação. E falar o que não está na tela faz com que a platéia fique procurando onde está aquele assunto, e deixe de ouvir o que está sendo falado.
Quinta: usar letras bem grandes. Letras pequenas são hipnóticas, dão sono. Uma planilha, por exemplo, cheia de numerinhos e letrinhas, nunca deve ser colocada numa tela.
E finalmente, algo que sempre dá certo: na primeira tela, colocar quanto tempo deve durar a apresentação. Se o tempo for inferior a 20 minutos, a platéia ficará agradecida e tenderá a se mostrar muito mais favorável às idéias de quem estiver apresentando.
Max Gehringer, para CBN.
Áudio original disponível no site da CBN (link aqui).
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Como montar uma apresentação
Alguns ouvintes escreveram pedindo dicas sobre como montar uma apresentação, dessas que são feitas dentro da própria empresa.

Então, aqui vai uma listinha de coisas que eu aprendi na prática:
Primeira: a platéia, pelo que se sabe, é alfabetizada. Por isso, o apresentador não deve ficar lendo frases inteiras, que a platéia pode ler por conta própria. O melhor é colocar um título curto e desenvolver o assunto falando.
Segunda: nós somos ocidentais. Quando vemos um material visual a nossa frente, nossos olhos sempre seguem o mesmo caminho: da esquerda para direita e de cima para baixo. É nessa ordem que a tela de apresentação deve ser montada. Começar a falar de algo que está no canto direito baixo, enquanto a platéia está olhando para o canto esquerdo alto, só causa dispersão.
Terceira: colocar só um assunto em cada tela. Eu já vi muita apresentação perder o ritmo porque o apresentador lista 20 tópicos numa tela só. E começa a explicar o primeiro, depois o segundo enquanto a platéia está lendo os outros 19. É importante que a platéia nunca saiba qual será o tópico seguinte. É isso que mantem as pessoas atentas.
Quarta: fale tudo o que está na tela e não fale nada que não esteja na tela. Por exemplo, escrever um mesmo título em todas as telas, desvia a atenção de quem assiste, além de poluir a apresentação. E falar o que não está na tela faz com que a platéia fique procurando onde está aquele assunto, e deixe de ouvir o que está sendo falado.
Quinta: usar letras bem grandes. Letras pequenas são hipnóticas, dão sono. Uma planilha, por exemplo, cheia de numerinhos e letrinhas, nunca deve ser colocada numa tela.
E finalmente, algo que sempre dá certo: na primeira tela, colocar quanto tempo deve durar a apresentação. Se o tempo for inferior a 20 minutos, a platéia ficará agradecida e tenderá a se mostrar muito mais favorável às idéias de quem estiver apresentando.
Max Gehringer, para CBN.
Sem você não tem graça
Nestas férias, viajei. Li livros, assisti a bons filmes no cinema. Comi algumas coisas diferentes, outras iguais mas deliciosas. Bebi. Fiz coisas diferentes das que eu geralmente faço, como ir à praia (e me queimar todo). Ou então jogar minigolfe.
Enfim, tentei viver um pouco mais a vida, dizendo sim à vida. Mas tenho que admitir que mesmo nos momentos em que eu mais me divertia, sempre parecia estar faltando alguma coisa.
E hoje, voltando debaixo de chuva, de uma sessão de cinema no CIC, me dei conta de que o que sempre faltou foi você.
Porque como diz aquela música:
Onde quer que eu vá
O que quer que eu faça
Sem você não tem graça
Letra:
Fogo - Capital Inicial
Você é tão acostumada
A sempre ter razão
Você é tão articulada
Quando fala não pede atenção
O poder de dominar é tentador
Eu já não sinto nada
Sou todo torpor
É tão certo quanto calor do fogo
É tão certo quanto calor do fogo
Eu já não tenho escolha
E participo do seu jogo, eu participo
Não consigo dizer se é bom ou mal
Assim como o ar me parece vital
Onde quer que eu vá
O que quer que eu faça
Sem você não tem graça
Você sempre surpreende
E eu tento entender
Você nunca se arrepende
Você gosta e sente até prazer
Mas se você me perguntar
Eu digo sim, eu continuo
Porque a chuva não cai
Só sobre mim
Vejo os outros;
Todos estão tentando
E é tão certo quanto calor do fogo
Eu já não tenho escolha
E participo do seu jogo, eu participo
Não consigo dizer se é bom ou mal
Assim como o ar me parece vital
Onde quer que eu vá
O que quer que eu faça
Sem você não tem graça
É tão certo quanto calor do fogo
É tão certo quanto calor do fogo
Eu já não tenho escolha
Eu participo do seu jogo
Eu participo do seu jogo
É tão certo quanto calor do fogo
É tão certo quanto calor do fogo
Eu já não tenho escolha
Eu participo do seu jogo
Eu participo do seu jogo, do seu jogo.
Enfim, tentei viver um pouco mais a vida, dizendo sim à vida. Mas tenho que admitir que mesmo nos momentos em que eu mais me divertia, sempre parecia estar faltando alguma coisa.
E hoje, voltando debaixo de chuva, de uma sessão de cinema no CIC, me dei conta de que o que sempre faltou foi você.
Porque como diz aquela música:
Onde quer que eu vá
O que quer que eu faça
Sem você não tem graça
Letra:
Fogo - Capital Inicial
Você é tão acostumada
A sempre ter razão
Você é tão articulada
Quando fala não pede atenção
O poder de dominar é tentador
Eu já não sinto nada
Sou todo torpor
É tão certo quanto calor do fogo
É tão certo quanto calor do fogo
Eu já não tenho escolha
E participo do seu jogo, eu participo
Não consigo dizer se é bom ou mal
Assim como o ar me parece vital
Onde quer que eu vá
O que quer que eu faça
Sem você não tem graça
Você sempre surpreende
E eu tento entender
Você nunca se arrepende
Você gosta e sente até prazer
Mas se você me perguntar
Eu digo sim, eu continuo
Porque a chuva não cai
Só sobre mim
Vejo os outros;
Todos estão tentando
E é tão certo quanto calor do fogo
Eu já não tenho escolha
E participo do seu jogo, eu participo
Não consigo dizer se é bom ou mal
Assim como o ar me parece vital
Onde quer que eu vá
O que quer que eu faça
Sem você não tem graça
É tão certo quanto calor do fogo
É tão certo quanto calor do fogo
Eu já não tenho escolha
Eu participo do seu jogo
Eu participo do seu jogo
É tão certo quanto calor do fogo
É tão certo quanto calor do fogo
Eu já não tenho escolha
Eu participo do seu jogo
Eu participo do seu jogo, do seu jogo.
2009-02-15
Um presente que durará para sempre, no dia dos namorados...
2009-02-14
Filme: Operação Valquíria
Depois de ver o excelente Coraline e o Mundo Secreto, em 3D, fui assistir ao filme do Tom Cruise caolho, ou melhor, Operação Valquíria. Diferença brutal, em todos os aspectos.

Operação Valquíria (ou Valkyrie, no original) conta uma história, baseada em fatos reais, de um atentado, evidentemente fracassado, a vida de Hitler, na Alemanha na Segunda Guerra.
O filme começa na África, quando é mostrado como o personagem de Tom Cruise, o coronel Stauffenberg (CTRL+C, porque eu iria digitar esse nome errado) perde além de um dos olhos, uma mão e alguns dedos. Depois disso, corta já para a Alemanha, quando o bando de conspiradores entra em contato com Stauffenberg.
Resumindo, eles planejam usar a operação Valquíria, um plano de contingência criado pelo próprio bigodinho Hitler, para tomar o poder, depois de matá-lo, claro. Mas, como todos nós sabemos, Hitler não morreu nesse episódio (ou você não viu o filme A Queda?), então o que iremos ver no filme é como todo essa conspiração fracassa.

Infelizmente, eu achei esse filme chato. Mas chato mesmo. Os personagens são todos mostrados de maneira rasa, nem no caso de Cruise, com o papel principal, o personagem se desenvolve bem. E isso, pra um drama, é essencial. Sim, porque o filme é um drama (chato), se você esperava ver alguma ação mesmo, tipo filme de guerra, esqueça.
Resumindo, além de quase pegar no sono no cinema (mas aguentei firme e não dormi!), senti meu precioso dinheirinho sendo jogado fora. O trailer é bem mais empolgante que o filme...
Trailer de Operação Valquíria:

Operação Valquíria (ou Valkyrie, no original) conta uma história, baseada em fatos reais, de um atentado, evidentemente fracassado, a vida de Hitler, na Alemanha na Segunda Guerra.
O filme começa na África, quando é mostrado como o personagem de Tom Cruise, o coronel Stauffenberg (CTRL+C, porque eu iria digitar esse nome errado) perde além de um dos olhos, uma mão e alguns dedos. Depois disso, corta já para a Alemanha, quando o bando de conspiradores entra em contato com Stauffenberg.
Resumindo, eles planejam usar a operação Valquíria, um plano de contingência criado pelo próprio bigodinho Hitler, para tomar o poder, depois de matá-lo, claro. Mas, como todos nós sabemos, Hitler não morreu nesse episódio (ou você não viu o filme A Queda?), então o que iremos ver no filme é como todo essa conspiração fracassa.

Infelizmente, eu achei esse filme chato. Mas chato mesmo. Os personagens são todos mostrados de maneira rasa, nem no caso de Cruise, com o papel principal, o personagem se desenvolve bem. E isso, pra um drama, é essencial. Sim, porque o filme é um drama (chato), se você esperava ver alguma ação mesmo, tipo filme de guerra, esqueça.
Resumindo, além de quase pegar no sono no cinema (mas aguentei firme e não dormi!), senti meu precioso dinheirinho sendo jogado fora. O trailer é bem mais empolgante que o filme...
Trailer de Operação Valquíria:
Filme: Coraline e o Mundo Secreto - em 3D
Ontem, último dia das minhas férias (fim de semana não conta), fui ao cinema assistir a animação stop-motion (aquela feita com 'massinha') Coraline e o Mundo Secreto (ou apenas Coraline, no original), numa sala de cinema 3D.

Foi a primeira vez que eu fui neste tipo de sala, e o óculos especial, que eu achava que iria me incomodar (porque eu JÁ uso um óculos) nem foi tão ruim assim. Claro que ainda bem que não tinha ninguém tirando foto, porque a cena era ridícula, eu usando o óculos de 3D por cima dos meus óculos normais.
Voltando ao filme... Coraline é uma garota que acaba de se mudar com seus pais para uma casa nova, mas não uma nova casa. Na verdade, um casarão que abriga mais dois apartamentos, que têm inquilinos bem... peculiares. Num dia de chuva, entediada, Coraline sai explorando a sua nova casa, e acaba encontrando uma porta um tanto quanto estranha. E por esta porta, a noite, ela vai acabar em um mundo paralelo, cuja maior mudança é a cara das pessoas, que têm botões no lugar dos olhos.

A princípio, este outro mundo parece perfeito: seus outros pais têm tempo para ela, fazem sempre as comidas que ela gosta, e a diversão junto a seus vizinhos nunca acaba. Mas será que esse outro mundo é mesmo tão maravilhoso assim, ou esconderia ele algo sombrio e... tenebroso?

Adaptado de um livro do grande Neil Gaiman, Coraline e o Mundo Secreto é um filme delicioso. Tanto pra criançada quanto pra "gente grande". E se puder, largue mão de ser pão duro e vá ver numa sala de cinema 3D. Garanto que vale a pena.
E outra coisa que me chamou muito a atenção no filme foram as músicas. Elas são simplesmente excelentes, dando o clima certo a cada situação. Se em termos visuais o filme é excelente, e faz uso do 3D de maneira correta, em termos sonoros ele não fica atrás.
Espero ansioso o lançamento do DVD (que se as distribuidoras brasileiras não comerem bola de novo e for igual ao previsto para o mercado americano), para assistir aos extras (claro!) e poder conferir a dublagem original em inglês.
Se quiser saber mais, aconselho a dar uma olhada no especial do Omelete sobre Coraline.
Trailer (dublado) de Coraline:

Foi a primeira vez que eu fui neste tipo de sala, e o óculos especial, que eu achava que iria me incomodar (porque eu JÁ uso um óculos) nem foi tão ruim assim. Claro que ainda bem que não tinha ninguém tirando foto, porque a cena era ridícula, eu usando o óculos de 3D por cima dos meus óculos normais.
Voltando ao filme... Coraline é uma garota que acaba de se mudar com seus pais para uma casa nova, mas não uma nova casa. Na verdade, um casarão que abriga mais dois apartamentos, que têm inquilinos bem... peculiares. Num dia de chuva, entediada, Coraline sai explorando a sua nova casa, e acaba encontrando uma porta um tanto quanto estranha. E por esta porta, a noite, ela vai acabar em um mundo paralelo, cuja maior mudança é a cara das pessoas, que têm botões no lugar dos olhos.

A princípio, este outro mundo parece perfeito: seus outros pais têm tempo para ela, fazem sempre as comidas que ela gosta, e a diversão junto a seus vizinhos nunca acaba. Mas será que esse outro mundo é mesmo tão maravilhoso assim, ou esconderia ele algo sombrio e... tenebroso?

Adaptado de um livro do grande Neil Gaiman, Coraline e o Mundo Secreto é um filme delicioso. Tanto pra criançada quanto pra "gente grande". E se puder, largue mão de ser pão duro e vá ver numa sala de cinema 3D. Garanto que vale a pena.
E outra coisa que me chamou muito a atenção no filme foram as músicas. Elas são simplesmente excelentes, dando o clima certo a cada situação. Se em termos visuais o filme é excelente, e faz uso do 3D de maneira correta, em termos sonoros ele não fica atrás.
Espero ansioso o lançamento do DVD (que se as distribuidoras brasileiras não comerem bola de novo e for igual ao previsto para o mercado americano), para assistir aos extras (claro!) e poder conferir a dublagem original em inglês.
Se quiser saber mais, aconselho a dar uma olhada no especial do Omelete sobre Coraline.
Trailer (dublado) de Coraline:
2009-02-13
Filme: Foi Apenas um Sonho
Assisti Foi Apenas um Sonho (no original, Revolutionary Road) na quarta, e descubro que é mais um filme baseado em um livro (que eu acabei não lendo antes de ver o filme).
Bem, a história de Foi Apenas um Sonho é sobre o casal Frank e April, na tela, vividos por Leonardo DiCaprio e Kate Winslet, o famoso casal de Titanic. Mas, ao contrário do filme do barco que afunda, não espere de Foi Apenas um Sonho, um romance. É um drama de um casal, duas pessoas que se veem presas numa vida vazia, medíocre, que nada tinha a ver com seus sonhos.

Dirigido por Sam Mendes, de Beleza Americana, o filme Foi Apenas um Sonho lembra em alguns aspectos o primeiro e até agora, mais marcante trabalho do diretor. Tanto no tema escolhido (o subúrbio americano, neste filme, ambientado nos anos 50, aquele lugar bacana, limpinho e completamente vazio e sem esperança, como é dito numa das falas do filme), quanto na parte técnica: ao escutar a música de fundo, aos tons dela, é impossível não lembrar de que já a ouvimos em algum lugar.
Mas também não espere encontrar outro Beleza Americana. Neste último, havia momentos mais leves, cômicos, especialmente com um Kevin Spacey que muda totalmente sua vida. Além disso, as tramas paralelas (que no final, convergem), vividas pelos coadjuvantes, não deixavam o peso do filme todo no seu protagonista.
Isso não acontece em Foi Apenas um Sonho. Neste, a participação dos coadjuvantes é mínima, pouco é revelado de suas histórias pessoais, o foco é inteiramente no casal de DiCaprio e Winslet. O que não quer dizer que os coadjuvantes não sejam bons ou necessários: uma das indicações do filme ao Oscar é justamente para Michael Shannon, ator coadjuvante na pele de John Givings. Ele faz o papel de um matemático afetado por tratamentos psiquiátricos da época, mas que como "louco", enxerga com mais clareza toda a loucura da vida vazia e sem sentido dos personagens.

Brigando e infelizes, Frank e April conseguem ter um vislumbre do porquê de suas infelicidades, e decidem mudar. Literalmente. Decidem tentar começar vida nova em Paris (por que será que Paris nos fascina tanto assim?). Mas, mudanças nem sempre são fáceis, mesmo quando é o que mais necessitamos na vida. E as tentações de continuar como está, deixa dividido o personagem de Leonardo DiCaprio.
Vou parar de falar da história, para não perder a graça e não dar spoilers.
Eu gostei do filme. Ele é pesado, no sentido dramático/trágico. Mas também, muito verdadeiro. Coisa que todos nós deveríamos ser, principalmente com nossos próprios sonhos.

E pra terminar, duas citações do filme. A primeira, de John Givings: "Hopeless emptiness. Now you've said it. Plenty of people are onto the emptiness, but it takes real guts to see the hopelessness."
Numa tradução livre: "Vazio sem esperança. Agora você disse o ponto. Muitas pessoas percebem o vazio, mas é preciso ter coragem pra ver a falta de esperança."
E a segunda, da própria April (Kate Winslet): "Tell me the truth, Frank. Remember that? We used to live by it. And you know what's so good about the truth? Everyone knows what it is however long they've lived without it. No one forgets the truth, Frank, they just get better at lying"
Tradução: "Me diga a verdade, Frank. Lembra-se disso? Nós costumávamos viver pela verdade. E você sabe o que é tão bom em relação à verdade? Todo mundo sabe o que é, não importa quanto tempo tenham vivido sem ela. Ninguém esquece a verdade, Frank, apenas melhoram as suas mentiras."
Trailer de Foi Apenas um Sonho:
P.S. a Kate Winslet neste filme está melhor ainda do que no O Leitor, o que é engraçado, já que ela concorre ao Oscar por este último.
Bem, a história de Foi Apenas um Sonho é sobre o casal Frank e April, na tela, vividos por Leonardo DiCaprio e Kate Winslet, o famoso casal de Titanic. Mas, ao contrário do filme do barco que afunda, não espere de Foi Apenas um Sonho, um romance. É um drama de um casal, duas pessoas que se veem presas numa vida vazia, medíocre, que nada tinha a ver com seus sonhos.

Dirigido por Sam Mendes, de Beleza Americana, o filme Foi Apenas um Sonho lembra em alguns aspectos o primeiro e até agora, mais marcante trabalho do diretor. Tanto no tema escolhido (o subúrbio americano, neste filme, ambientado nos anos 50, aquele lugar bacana, limpinho e completamente vazio e sem esperança, como é dito numa das falas do filme), quanto na parte técnica: ao escutar a música de fundo, aos tons dela, é impossível não lembrar de que já a ouvimos em algum lugar.
Mas também não espere encontrar outro Beleza Americana. Neste último, havia momentos mais leves, cômicos, especialmente com um Kevin Spacey que muda totalmente sua vida. Além disso, as tramas paralelas (que no final, convergem), vividas pelos coadjuvantes, não deixavam o peso do filme todo no seu protagonista.
Isso não acontece em Foi Apenas um Sonho. Neste, a participação dos coadjuvantes é mínima, pouco é revelado de suas histórias pessoais, o foco é inteiramente no casal de DiCaprio e Winslet. O que não quer dizer que os coadjuvantes não sejam bons ou necessários: uma das indicações do filme ao Oscar é justamente para Michael Shannon, ator coadjuvante na pele de John Givings. Ele faz o papel de um matemático afetado por tratamentos psiquiátricos da época, mas que como "louco", enxerga com mais clareza toda a loucura da vida vazia e sem sentido dos personagens.

Brigando e infelizes, Frank e April conseguem ter um vislumbre do porquê de suas infelicidades, e decidem mudar. Literalmente. Decidem tentar começar vida nova em Paris (por que será que Paris nos fascina tanto assim?). Mas, mudanças nem sempre são fáceis, mesmo quando é o que mais necessitamos na vida. E as tentações de continuar como está, deixa dividido o personagem de Leonardo DiCaprio.
Vou parar de falar da história, para não perder a graça e não dar spoilers.
Eu gostei do filme. Ele é pesado, no sentido dramático/trágico. Mas também, muito verdadeiro. Coisa que todos nós deveríamos ser, principalmente com nossos próprios sonhos.

E pra terminar, duas citações do filme. A primeira, de John Givings: "Hopeless emptiness. Now you've said it. Plenty of people are onto the emptiness, but it takes real guts to see the hopelessness."
Numa tradução livre: "Vazio sem esperança. Agora você disse o ponto. Muitas pessoas percebem o vazio, mas é preciso ter coragem pra ver a falta de esperança."
E a segunda, da própria April (Kate Winslet): "Tell me the truth, Frank. Remember that? We used to live by it. And you know what's so good about the truth? Everyone knows what it is however long they've lived without it. No one forgets the truth, Frank, they just get better at lying"
Tradução: "Me diga a verdade, Frank. Lembra-se disso? Nós costumávamos viver pela verdade. E você sabe o que é tão bom em relação à verdade? Todo mundo sabe o que é, não importa quanto tempo tenham vivido sem ela. Ninguém esquece a verdade, Frank, apenas melhoram as suas mentiras."
Trailer de Foi Apenas um Sonho:
P.S. a Kate Winslet neste filme está melhor ainda do que no O Leitor, o que é engraçado, já que ela concorre ao Oscar por este último.
2009-02-12
Em vendas, disciplina é o pulo do gato - by Max Gehringer
Transcrição do comentário do Max Gehringer para a rádio CBN, do dia 12/02/2009, com o pulo do gato no setor de vendas: a disciplina.
Áudio original disponível no site da CBN (link aqui).
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Em vendas, disciplina é o pulo do gato

Em empresas que têm equipes de vendas, é comum um vendedor mais antigo treinar um novo vendedor. Os dois visitam clientes juntos e o vendedor veterano passa para o jovem, todos os truques da arte de vender bem. Quer dizer, quase todos.
Quando o jovem recém chegado, apesar de todo o seu entusiasmo, não consegue atingir os mesmos resultados que o vendedor antigo atinge, a reclamação é sempre a mesma: o veterano ensinou tudo o que sabia, menos o pulo do gato.
Em uma empresa em que trabalhei, essa era a maior reclamação dos jovens vendedores. Eles queriam aprender o pulo do gato. E um dia, nós decidimos ensinar. Trouxemos para nossa convenção, um especialista em zoologia. E ele fez uma apresentação sobre as sete etapas do pulo do gato, que são as seguintes:
Primeira: o gato gira a cabeça, para que seus olhos fiquem paralelos ao solo, mesmo que o resto do corpo ainda esteja torto.
Segunda: o rabo fica esticado na posição vertical, girando constantemente para auxiliar no equilíbrio.
Terceira: o gato gira a coluna e alinha a parte dianteira do corpo com a cabeça.
Quarta: a parte traseira do corpo é alinhada com a parte dianteira.
Quinta: as quatro patas se emparelham, para que possam tocar o solo ao mesmo tempo.
Sexta: a poucos centímetros do chão, o gato estica bem as patas e arqueia a coluna.
E sétima: no exato momento em que toca o solo, o gato descontrai as patas e endireita a coluna. A ação funciona como um perfeito amortecedor de impacto. E aí, o bichano sai caminhando sossegado, como os vendedores mais antigos faziam ao final de cada dia.
Ao fim da apresentação, os novos vendedores fizeram aquela cara de quem não estava entendendo nada. E aí, o diretor de vendas explicou: o gato sempre acerta o pulo porque nunca muda a sequência e jamais tenta fazer algo diferente. Esse era o problema dos jovens. Eles tinham entusiasmo de sobra, mas faltava método e organização.
Em vendas, o pulo do gato chama disciplina.
Áudio original disponível no site da CBN (link aqui).
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Em vendas, disciplina é o pulo do gato

Em empresas que têm equipes de vendas, é comum um vendedor mais antigo treinar um novo vendedor. Os dois visitam clientes juntos e o vendedor veterano passa para o jovem, todos os truques da arte de vender bem. Quer dizer, quase todos.
Quando o jovem recém chegado, apesar de todo o seu entusiasmo, não consegue atingir os mesmos resultados que o vendedor antigo atinge, a reclamação é sempre a mesma: o veterano ensinou tudo o que sabia, menos o pulo do gato.
Em uma empresa em que trabalhei, essa era a maior reclamação dos jovens vendedores. Eles queriam aprender o pulo do gato. E um dia, nós decidimos ensinar. Trouxemos para nossa convenção, um especialista em zoologia. E ele fez uma apresentação sobre as sete etapas do pulo do gato, que são as seguintes:
Primeira: o gato gira a cabeça, para que seus olhos fiquem paralelos ao solo, mesmo que o resto do corpo ainda esteja torto.
Segunda: o rabo fica esticado na posição vertical, girando constantemente para auxiliar no equilíbrio.
Terceira: o gato gira a coluna e alinha a parte dianteira do corpo com a cabeça.
Quarta: a parte traseira do corpo é alinhada com a parte dianteira.
Quinta: as quatro patas se emparelham, para que possam tocar o solo ao mesmo tempo.
Sexta: a poucos centímetros do chão, o gato estica bem as patas e arqueia a coluna.
E sétima: no exato momento em que toca o solo, o gato descontrai as patas e endireita a coluna. A ação funciona como um perfeito amortecedor de impacto. E aí, o bichano sai caminhando sossegado, como os vendedores mais antigos faziam ao final de cada dia.
Ao fim da apresentação, os novos vendedores fizeram aquela cara de quem não estava entendendo nada. E aí, o diretor de vendas explicou: o gato sempre acerta o pulo porque nunca muda a sequência e jamais tenta fazer algo diferente. Esse era o problema dos jovens. Eles tinham entusiasmo de sobra, mas faltava método e organização.
Em vendas, o pulo do gato chama disciplina.
2009-02-11
Ainda não desisti de certos sonhos
Voltando pra casa hoje, me veio, na cabeça, essa música: Ima Made Nandomo, que é o quinto encerramento do anime Naruto (não torça o nariz por isso, a música é bem legal).
A música fala sobre sonhos, aquelas esperanças que todos temos. E os verdadeiros, isto é, aqueles sonhos verdadeiros que carregamos no fundo da alma, que não conseguimos desistir, que nos compelem a lutar por eles... É sobre esses sonhos que a música fala.
Provavelmente lembrei dessa música porque estava voltando do cinema, em que tinha visto o filme Foi Apenas um Sonho, mas esse filme fica pra outro post...
Mas eis que vou rever no youtube o clipe da música pra colocar aqui no blog, e depois reler a letra da música, e constato algo que me deixou um pouco perplexo: eu, que achava que tinha matado certos sonhos, certos pedaços de mim mesmo, descubro que esses infelizes sobreviveram. Estão lá, meio escondidos, meio encolhidos, mas estão. Vivos.
Não sei se rio ou se choro. Ou os dois.
É ao mesmo tempo estranho e familiar. Estranho reencontrar certas coisas que você achou que tinham se perdido. Mas também é familiar revê-las, como se nunca tivessem ido a lugar algum.
Talvez um dia essas coisas realmente partam. Mas ainda não. Ainda não.
Clipe de Ima Made Nandomo, da banda Mass Missile:
Letra e tradução (pegas do Animeblade):
gaman no renzoku dattaro kokoro de naiteita ndarou
jibun de kimeta sono yume dake wa yuzurenai ndarou?
Foram esforços seguidos, que o fizeram chorar por dentro
E somente pelo sonho que escolheu, não cederá por nada?
kurushi nda kazu nanka yori utagatta kazu nanka yori
waratta kazu ya shinjita kazu ga
sukoshi dake ooi jinsei de arimasu you ni
Mais que o número de vezes em que sofri, mais que o número de vezes em que duvidei,
Eu quero o número de vezes em que ri e acreditei nos outros,
E eu rezo para que isto aconteça em minha vida.
wakiyaku dakedo kage no hito dakedo
yume to mukiau toki kurai
man naka ni isasete shoujiki ni isasete
Mesmo sendo sempre personagem secundário, mesmo que eu fique sempre nas sombras dos outros,
Deixe-me estar no centro das atenções quando eu sonhar.
Deixe-me ser honesto.
ima made nandomo nan toka akiramezu ni
ima made nandomo tachi agatte kita janai ka
ima made nandomo bokura
nandomo shinjite nandomo yume mite
nandomo...
Tantas vezes até agora, por alguma razão eu não desisti.
Tantas vezes até agora, eu sempre me levantei, certo?
Tantas vezes até agora, nós
Tantas vezes Acreditamos Tantas vezes Sonhamos
Tantas vezes...
ima made nandomo baka o mite kita janai ka
Nandomo hito no kage ni tatte kita janai ka
saa shuyaku da yo jibun no yume kurai
wagamama de isasete
Tantas vezes até agora, fiz papel de idiota
Tantas vezes, estive na sombra de alguém
Agora, sou personagem pricipal! Ao menos em meus sonhos
Deixe-me fazer o que quiser!
iron na mono kara nigedashite
sono ketsudan o sakiokori ni shita
sono yume dake wa sono yume dake wa
sono yume dake wa...
Tenho escapado de muita coisa
Eu terminei aquelas decisões
Mas por aquele sonho, mas por aquele sonho
Mas por aquele sonho...
wakiyaku nante mou takusan da
yume to mukiau toki kurai
man naka ni isasete shoujiki ni isasete
wakiyaku janakutte shuyaku de iyouze
Estou doente de ser o personagem secundário.
Enquanto estou sonhando, deixe-me estar no centro quando eu sonho.
Deixe-me ser honesto.
Deixe-me ser não um personagem secundário, mas um personagem principal.
ima made nandomo nan toka akiramezu ni
ima made nandomo tachi agatte kita janai ka
ima made nandomo bokura
nandomo shinjite nandomo yume mite
nandomo...
Tantas vezes até agora, por alguma razão eu não desisti.
Tantas vezes até agora, eu sempre me levantei, certo?
Tantas vezes até agora, nós
Tantas vezes Acreditamos Tantas vezes Sonhamos
Tantas vezes...
tsuranuku tame ni iroiro mageta
shinjiru tame ni utagatte kita
mamotteku tame ni hito o kizutsuketa
ima made nandomo nandomo
Para me decidir, estive muito determinado
Para acreditar em alguém, duvidei muito.
Para proteger alguém, me feri muito.
Tantas vezes até agora, tantas vezes...
ima made nandomo baka o mite kita janai ka
nandomo hito no kage ni tatte kita janai ka
saa shuyaku da yo jibun no yume kurai
wagamama de isasete
Tantas vezes até agora, fiz papel de idiota
Tantas vezes, estive na sombra de alguém
Agora, sou personagem pricipal! Ao menos em meus sonhos
Deixe-me fazer o que quiser!
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E pra quem quiser ver, o encerramento de Naruto que usa a música:
A música fala sobre sonhos, aquelas esperanças que todos temos. E os verdadeiros, isto é, aqueles sonhos verdadeiros que carregamos no fundo da alma, que não conseguimos desistir, que nos compelem a lutar por eles... É sobre esses sonhos que a música fala.
Provavelmente lembrei dessa música porque estava voltando do cinema, em que tinha visto o filme Foi Apenas um Sonho, mas esse filme fica pra outro post...
Mas eis que vou rever no youtube o clipe da música pra colocar aqui no blog, e depois reler a letra da música, e constato algo que me deixou um pouco perplexo: eu, que achava que tinha matado certos sonhos, certos pedaços de mim mesmo, descubro que esses infelizes sobreviveram. Estão lá, meio escondidos, meio encolhidos, mas estão. Vivos.
Não sei se rio ou se choro. Ou os dois.
É ao mesmo tempo estranho e familiar. Estranho reencontrar certas coisas que você achou que tinham se perdido. Mas também é familiar revê-las, como se nunca tivessem ido a lugar algum.
Talvez um dia essas coisas realmente partam. Mas ainda não. Ainda não.
Clipe de Ima Made Nandomo, da banda Mass Missile:
Letra e tradução (pegas do Animeblade):
gaman no renzoku dattaro kokoro de naiteita ndarou
jibun de kimeta sono yume dake wa yuzurenai ndarou?
Foram esforços seguidos, que o fizeram chorar por dentro
E somente pelo sonho que escolheu, não cederá por nada?
kurushi nda kazu nanka yori utagatta kazu nanka yori
waratta kazu ya shinjita kazu ga
sukoshi dake ooi jinsei de arimasu you ni
Mais que o número de vezes em que sofri, mais que o número de vezes em que duvidei,
Eu quero o número de vezes em que ri e acreditei nos outros,
E eu rezo para que isto aconteça em minha vida.
wakiyaku dakedo kage no hito dakedo
yume to mukiau toki kurai
man naka ni isasete shoujiki ni isasete
Mesmo sendo sempre personagem secundário, mesmo que eu fique sempre nas sombras dos outros,
Deixe-me estar no centro das atenções quando eu sonhar.
Deixe-me ser honesto.
ima made nandomo nan toka akiramezu ni
ima made nandomo tachi agatte kita janai ka
ima made nandomo bokura
nandomo shinjite nandomo yume mite
nandomo...
Tantas vezes até agora, por alguma razão eu não desisti.
Tantas vezes até agora, eu sempre me levantei, certo?
Tantas vezes até agora, nós
Tantas vezes Acreditamos Tantas vezes Sonhamos
Tantas vezes...
ima made nandomo baka o mite kita janai ka
Nandomo hito no kage ni tatte kita janai ka
saa shuyaku da yo jibun no yume kurai
wagamama de isasete
Tantas vezes até agora, fiz papel de idiota
Tantas vezes, estive na sombra de alguém
Agora, sou personagem pricipal! Ao menos em meus sonhos
Deixe-me fazer o que quiser!
iron na mono kara nigedashite
sono ketsudan o sakiokori ni shita
sono yume dake wa sono yume dake wa
sono yume dake wa...
Tenho escapado de muita coisa
Eu terminei aquelas decisões
Mas por aquele sonho, mas por aquele sonho
Mas por aquele sonho...
wakiyaku nante mou takusan da
yume to mukiau toki kurai
man naka ni isasete shoujiki ni isasete
wakiyaku janakutte shuyaku de iyouze
Estou doente de ser o personagem secundário.
Enquanto estou sonhando, deixe-me estar no centro quando eu sonho.
Deixe-me ser honesto.
Deixe-me ser não um personagem secundário, mas um personagem principal.
ima made nandomo nan toka akiramezu ni
ima made nandomo tachi agatte kita janai ka
ima made nandomo bokura
nandomo shinjite nandomo yume mite
nandomo...
Tantas vezes até agora, por alguma razão eu não desisti.
Tantas vezes até agora, eu sempre me levantei, certo?
Tantas vezes até agora, nós
Tantas vezes Acreditamos Tantas vezes Sonhamos
Tantas vezes...
tsuranuku tame ni iroiro mageta
shinjiru tame ni utagatte kita
mamotteku tame ni hito o kizutsuketa
ima made nandomo nandomo
Para me decidir, estive muito determinado
Para acreditar em alguém, duvidei muito.
Para proteger alguém, me feri muito.
Tantas vezes até agora, tantas vezes...
ima made nandomo baka o mite kita janai ka
nandomo hito no kage ni tatte kita janai ka
saa shuyaku da yo jibun no yume kurai
wagamama de isasete
Tantas vezes até agora, fiz papel de idiota
Tantas vezes, estive na sombra de alguém
Agora, sou personagem pricipal! Ao menos em meus sonhos
Deixe-me fazer o que quiser!
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E pra quem quiser ver, o encerramento de Naruto que usa a música:
Amigos profissionais são necessários, mas os verdadeiros são indispensáveis - by Max Gehringer
Transcrição do comentário do Max Gehringer para a rádio CBN, do dia 11/02/2009, com cinco estágios de uma carreira e as amizades profissionais e de verdade.
Áudio original disponível no site da CBN (link aqui).
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Amigos profissionais são necessários, mas os verdadeiros são indispensáveis

Existem cinco estágios em uma carreira profisional.
O primeiro estágio é aquele em que um funcionário precisa usar um crachá, porque quase ninguém na empresa sabe o nome dele.
No segundo estágio, o funcionário começa a ficar conhecido dentro da empresa e seu sobrenome passa a ser o nome do departamento em que ele trabalha. Por exemplo: o Heitor de contas a pagar.
No terceiro estágio, o funcionário começa a ser conhecido fora da empresa e aí, o nome da empresa é que se transforma em sobrenome: o Heitor do banco tal.
No quarto estágio, é acrescentado um título hierárquico : o Heitor, diretor do banco tal.
E finalmente, no quinto estágio, vem a distinção definitiva. Pessoas que mal conhecem o Heitor passam a se referir a ele como "o meu amigo Heitor, diretor do banco tal". Esse é o momento em que uma pessoa se transforma, mesmo contra sua vontade, em amigo profissional.
Existem algumas diferenças entre um amigo amigo e um amigo profissional.
Amigos amigos trocam sentimentos. Amigos profissionais trocam cartões de visita.
Uma amizade dura para sempre. Uma amizade profissional é uma relação de curto prazo e só dura enquanto um estiver sendo útil ao outro.
Amigos de verdade perguntam se podem ajudar. Amigos profissionais solicitam favores.
Amigos de verdade estão no coração. Amigos profissionais estão em uma planilha.
É bom ter um milhão de amigos profissionais. É isso que hoje em dia, a gente chama de networking, um círculo de relacionamentos puramente profissional. Mas é bom não confundir uma coisa com a outra.
Amigos profissionais são necessários. Mas amigos de verdade são indispensáveis.
Algum dia, e esse dia chega rápido, os únicos amigos com quem poderemos contar serão aqueles que fizemos quando amizade ainda era coisa de amadores.
Áudio original disponível no site da CBN (link aqui).
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Amigos profissionais são necessários, mas os verdadeiros são indispensáveis

Existem cinco estágios em uma carreira profisional.
O primeiro estágio é aquele em que um funcionário precisa usar um crachá, porque quase ninguém na empresa sabe o nome dele.
No segundo estágio, o funcionário começa a ficar conhecido dentro da empresa e seu sobrenome passa a ser o nome do departamento em que ele trabalha. Por exemplo: o Heitor de contas a pagar.
No terceiro estágio, o funcionário começa a ser conhecido fora da empresa e aí, o nome da empresa é que se transforma em sobrenome: o Heitor do banco tal.
No quarto estágio, é acrescentado um título hierárquico : o Heitor, diretor do banco tal.
E finalmente, no quinto estágio, vem a distinção definitiva. Pessoas que mal conhecem o Heitor passam a se referir a ele como "o meu amigo Heitor, diretor do banco tal". Esse é o momento em que uma pessoa se transforma, mesmo contra sua vontade, em amigo profissional.
Existem algumas diferenças entre um amigo amigo e um amigo profissional.
Amigos amigos trocam sentimentos. Amigos profissionais trocam cartões de visita.
Uma amizade dura para sempre. Uma amizade profissional é uma relação de curto prazo e só dura enquanto um estiver sendo útil ao outro.
Amigos de verdade perguntam se podem ajudar. Amigos profissionais solicitam favores.
Amigos de verdade estão no coração. Amigos profissionais estão em uma planilha.
É bom ter um milhão de amigos profissionais. É isso que hoje em dia, a gente chama de networking, um círculo de relacionamentos puramente profissional. Mas é bom não confundir uma coisa com a outra.
Amigos profissionais são necessários. Mas amigos de verdade são indispensáveis.
Algum dia, e esse dia chega rápido, os únicos amigos com quem poderemos contar serão aqueles que fizemos quando amizade ainda era coisa de amadores.
2009-02-10
Filme: O Leitor
Ultimamente eu tenho tido a mania de não ver adaptações no cinema, de livros que ainda não li. Então, se um filme me chama a atenção, eu acabo lendo o livro antes e depois vou ver o filme.
Mas eu acabei fazendo uma exceção para O Leitor, que assisti segunda-feira, simplesmente porque eu só descobri que era uma adaptação, depois de ver o filme. Pois é, ultimamente tenho lido as críticas/resenhas só depois de ir ver o filme...

Mas então, como escolho o que vou assistir? Depende, pode ser peloo trailer, o diretor, ou no caso de O Leitor, dos atores. Ou melhor, da atriz, Kate Winslet. A primeira vez que vi um filme com ela, Titanic, a achei bem normal, até sem sal. Mas depois de Quills (em português, Contos proibidos do Marquês de Sade), comecei a prestar mais atenção nela, e desde então, só vem melhorando.
A história de O Leitor conta o relacionamento entre Michael Berg (vivido na fase mais 'velha' pelo bom ator Ralph Fiennes, e na fase jovem, vivido espetacularmente bem por David Kross) e Hanna Schmitz (Kate Winslet), numa Berlim pré-segunda guerra mundial. No começo, o jovem Michael, um aborrescente, acaba se apaixonando pela Hanna, mulher mais velha que esconde um segredo (nem tão secreto assim no filme).
Por um verão, eles vivem esse relacionamento, que deixará profundas marcas no jovem Michael. Fora o sexo que rola, uma das coisas que os amantes mais fazem é apreciar livros. Sempre como ouvinte, Hanna apenas escuta seu amante, Michael, lendo várias obras em voz alta, entre clássicos e livros que eu nunca ouvi falar.

O relacionamento dura até que o dia em que Hanna foge, desaparecendo da vida de Michael... Até alguns anos mais tarde, quando ele, já um estudante de direito, a revê, sendo julgada num tribunal por crimes de guerra. E aí, ele deve tomar uma decisão, que afetará profundamente não só a vida dela, mas dele mesmo, pelo peso que a decisão traz.
Como a trama utiliza esse pano de fundo da segunda guerra, por um momento pensei que o filme, interessante até o momento, fosse descambar pra um drama de nazismo, morte dos judeus, essas coisas (que depois do Spielberg e seu A Lista de Schindler, sempre saem inferiores...).
Mas não foi isso o que aconteceu. O filme tem como pano de fundo o momento histórico, mas ele é apenas isso: o cenário. Porque a história é centrada nos dois personagens principais, Michael e Hanna, seus sentimentos, suas escolhas e tudo o mais que acompanha essas duas coisas.

É sobretudo, uma história de amor. Não o amor ideal, como os românticos cantavam em seus poemas. Mas uma história verdadeira, que talvez alguns de nós venhamos a passar, certamente em cenários diferentes, mas com um enredo muito parecido.
Não considero O Leitor um filme que deveria ganhar o Oscar. Apesar de tudo, ele não é memorável. É bom, mas não a ponto de, daqui alguns anos, ainda continuar causando em mim, a mesma impressão, impacto ou emoção. Esse é o meu critério se algo é memorável ou não.
E por último, uma coisa que eu não gostei: a maquiagem da Kate Winslet, quando a sua personagem está velha, no final da vida. Podiam ter feito coisa melhor, ficou meio falso aquilo... Eu definitivamente não acho que quando ela estiver mais velha, vai ficar igual ao retratado no filme. =P
(Sim, ela fica um pouco mais velha ainda.)
Trailer (legendado):
Mas eu acabei fazendo uma exceção para O Leitor, que assisti segunda-feira, simplesmente porque eu só descobri que era uma adaptação, depois de ver o filme. Pois é, ultimamente tenho lido as críticas/resenhas só depois de ir ver o filme...

Mas então, como escolho o que vou assistir? Depende, pode ser peloo trailer, o diretor, ou no caso de O Leitor, dos atores. Ou melhor, da atriz, Kate Winslet. A primeira vez que vi um filme com ela, Titanic, a achei bem normal, até sem sal. Mas depois de Quills (em português, Contos proibidos do Marquês de Sade), comecei a prestar mais atenção nela, e desde então, só vem melhorando.
A história de O Leitor conta o relacionamento entre Michael Berg (vivido na fase mais 'velha' pelo bom ator Ralph Fiennes, e na fase jovem, vivido espetacularmente bem por David Kross) e Hanna Schmitz (Kate Winslet), numa Berlim pré-segunda guerra mundial. No começo, o jovem Michael, um aborrescente, acaba se apaixonando pela Hanna, mulher mais velha que esconde um segredo (nem tão secreto assim no filme).
Por um verão, eles vivem esse relacionamento, que deixará profundas marcas no jovem Michael. Fora o sexo que rola, uma das coisas que os amantes mais fazem é apreciar livros. Sempre como ouvinte, Hanna apenas escuta seu amante, Michael, lendo várias obras em voz alta, entre clássicos e livros que eu nunca ouvi falar.

O relacionamento dura até que o dia em que Hanna foge, desaparecendo da vida de Michael... Até alguns anos mais tarde, quando ele, já um estudante de direito, a revê, sendo julgada num tribunal por crimes de guerra. E aí, ele deve tomar uma decisão, que afetará profundamente não só a vida dela, mas dele mesmo, pelo peso que a decisão traz.
Como a trama utiliza esse pano de fundo da segunda guerra, por um momento pensei que o filme, interessante até o momento, fosse descambar pra um drama de nazismo, morte dos judeus, essas coisas (que depois do Spielberg e seu A Lista de Schindler, sempre saem inferiores...).
Mas não foi isso o que aconteceu. O filme tem como pano de fundo o momento histórico, mas ele é apenas isso: o cenário. Porque a história é centrada nos dois personagens principais, Michael e Hanna, seus sentimentos, suas escolhas e tudo o mais que acompanha essas duas coisas.

É sobretudo, uma história de amor. Não o amor ideal, como os românticos cantavam em seus poemas. Mas uma história verdadeira, que talvez alguns de nós venhamos a passar, certamente em cenários diferentes, mas com um enredo muito parecido.
Não considero O Leitor um filme que deveria ganhar o Oscar. Apesar de tudo, ele não é memorável. É bom, mas não a ponto de, daqui alguns anos, ainda continuar causando em mim, a mesma impressão, impacto ou emoção. Esse é o meu critério se algo é memorável ou não.
E por último, uma coisa que eu não gostei: a maquiagem da Kate Winslet, quando a sua personagem está velha, no final da vida. Podiam ter feito coisa melhor, ficou meio falso aquilo... Eu definitivamente não acho que quando ela estiver mais velha, vai ficar igual ao retratado no filme. =P
(Sim, ela fica um pouco mais velha ainda.)Trailer (legendado):
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