Áudio original disponível no site da CBN. E se você quiser ler os comentários anteriores do Max Gehringer, publicados aqui, basta clicar neste link.
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'Meu relacionamento com a coach contratada pela empresa não é bom. Sou sensível demais?'
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Um ouvinte escreve: "Minha empresa contratou uma consultoria de coaching individual. Não sei se precisávamos disso, mas se a empresa achou que sim, só me cabe aceitar. O problema é que o meu relacionamento com a coach que me foi destinada não tem sido dos melhores. Tenho a impressão de que ela fica me forçando a reconhecer que tenho defeitos.
Como ela mesma disse, 'todos nós temos nossos defeitos e é somente a partir da aceitação deles que um trabalho de coaching se torna efetivo'. Em momento algum, entretanto, ela abriu uma conversa sobre minhas eventuais qualidades. Estou começando a desconfiar que me expor demais ou aceitar algum rótulo poderá mais me prejudicar do que contribuir para a minha melhoria. Pergunto se por acaso estou sendo sensível demais?"
Bom, um processo desse tipo levará a um relatório que a sua diretoria irá ler. Se você se mostrar defensivo, esse será o rótulo que constará em sua avaliação. E ele é negativo. Então, já que você não pode cancelar o baile, o melhor é dançar conforme a música.
Evite o confronto, escolhendo um ponto a melhorar. Por exemplo, como parece ser o caso, que você tem baixa resistência a críticas. A partir daí, a sua coach elaborará um programa para você se tornar mais receptivo a opiniões contrárias às suas. Você seguirá os passos do programa e no relatório final a sua coach escreverá que o seu maior problema foi resolvido e acrescentará que você foi bastante cooperativo.
Pronto! Ela ficará feliz, a sua empresa também e você terá aprendido alguma coisa. Qualquer outra atitude lhe dará mais trabalho e lhe trará mais aborrecimentos.
Max Gehringer, para CBN.
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